‘Blooming Future’, da Braskem, inicia operações de transporte de nafta no Brasil

‘Blooming Future’, da Braskem, inicia operações de transporte de nafta no Brasil

A Braskem realizou, no último sábado (3), a primeira atracação do navio Blooming Future no Brasil. A empresa destacou que essa operação, realizada no Porto de Aratu (BA), marcou a entrada efetiva da embarcação na logística de abastecimento da companhia e representa mais um avanço na estratégia de modernização da frota da Braskem Trading & Shipping (BT&S). O navio, entregue em junho de 2026, é da classe LR1 (Long Range 1), destinado principalmente ao transporte de nafta, matéria-prima essencial para as operações petroquímicas da Braskem.

A chegada do navio integra o ‘Sea(s) of the Future’, programa da Braskem voltado à renovação de sua frota. Após a primeira atracação do Beautiful Future no Brasil, em agosto deste ano, a companhia informou que avança com a operação do Blooming Future. O programa abrange ainda as embarcações Blissful Future, incorporada à frota em agosto de 2026, e Bold Future, prevista para entrar em operação em janeiro de 2027.

A Braskem destacou que o Blooming Future tem capacidade de carga equivalente a cerca de 35 piscinas olímpicas e combina ganho de escala com rigorosos padrões internacionais de navegação. Segundo a empresa, esse navio foi projetado para reduzir a pegada de carbono do transporte marítimo e conta com motores preparados para operar com biocombustíveis e sistemas dedicados à eficiência energética.

A expectativa da Braskem é de uma redução de aproximadamente 30% nas emissões de CO₂e em comparação às embarcações atualmente utilizadas, resultado obtido principalmente pela maior eficiência energética e pela redução do consumo de combustível durante as viagens.

O grupo petroquímico considera que a modernização da frota é um investimento de longo prazo que fortalece a competitividade da empresa. “Com embarcações mais eficientes e alinhadas às necessidades do nosso negócio, ganhamos maior previsibilidade logística, aumentamos nossa capacidade de resposta às oscilações do mercado marítimo e avançamos na agenda de descarbonização”, declarou Hardi Schuck, líder do projeto, em nota.

Com operações no Brasil, Estados Unidos, México e Alemanha, exporta para mais de 71 países. Com um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos, atende setores como embalagens, construção civil, mobilidade, saúde, higiene, agronegócio e indústria.

Fonte: Portos e Navios