FMM aprova carteira de 15 projetos para financiamento
O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) aprovou na sua 63ª Reunião Ordinária, realizada na quinta-feira (16), uma carteira de 15 projetos relacionados à construção, modernização e peças de embarcações. Incluem obras de construção de embarcações destinadas à navegação interior e de apoio marítimo, serviços de manutenção e reparação naval, além de empreendimentos de infraestrutura portuária.
Entre os projetos aprovados estão a construção de cinco navios gaseiros destinados ao transporte de gás liquefeito de petróleo (GLP) da Petrtobras, projetos de construção de 12 barcaças graneleiras destinadas ao corredor logístico do Arco Norte, novas embarcações para a travessia no Rio Araguaia e a expansão do terminal de granéis agrícolas no Porto de Paranaguá (PR).
Outro projeto aprovado inclui a construção de três navios-patrulha de 500 toneladas (NPa500BR), para a Marinha do Brasil, conduzidos pela Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron).
Os empreendimentos contemplam propostas nos estados do Amazonas, Pará, Amapá, Tocantins, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina.
Também integra a carteira a implantação do Terminal de Uso Privado (TUP) Porto Sul, em Ilhéus (BA), pela Bahia Mineração (Bamin). O empreendimento é associado ao Projeto Pedra de Ferro e à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).
Os empreendimentos terão prazo de 450 dias, podendo ser prorrogados até 630 dias, para formalizar a contratação dos financiamentos junto aos agentes financeiros credenciados pelo FMM.
A 64ª Reunião Ordinária do Fundo está prevista para ocorrer em 24 de setembro deste ano. As propostas de novos projetos poderão ser apresentadas até 27 de julho.
Após a aprovação pelo colegiado, os empreendimentos terão prazo de até 450 dias para formalizar a contratação de financiamento junto aos agentes financeiros. Esse período poderá ser prorrogado por até 180 dias, totalizando até 630 dias para a conclusão da contratação, conforme regras aplicáveis.
Fonte: Brasil Energia






