Bacalhau produziu 25 milhões de barris em 1 ano de operação
O campo de Bacalhau, operado pela Equinor no pré-sal da Bacia de Santos, completou, nesta quinta-feira (15), o primeiro ano de operação com a marca de 25 operações de offloading realizadas e 25 milhões de barris de petróleo produzidos. A empresa norueguesa destacou que o campo é estratégico para o crescimento de longo prazo no Brasil, onde este ano completa 25 anos de presença. Ele é operado em parceria com a ExxonMobil Brasil, Petrogal Brasil (joint venture entre Galp e Sinopec) e a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA).
O campo iniciou a produção em 15 de outubro de 2025. O campo possui reservas recuperáveis superiores a 1 bilhão de barris de óleo equivalente e um dos FPSOs mais modernos em operação no Brasil. Bacalhau é considerado o primeiro projeto greenfield no pré-sal brasileiro desenvolvido por uma operadora internacional, combinando a experiência global da Equinor ao conhecimento construído pela companhia no Brasil.
A Equinor destacou que, ao longo deste primeiro ano, Bacalhau aumentou progressivamente a produção, enquanto as atividades de comissionamento avançaram e novos poços entraram em operação. Segundo a companhia, os poços atualmente em operação vêm apresentando taxas elevadas de produtividade e o campo já registrou níveis de produção próximos ao plateau.
Com os trabalhos em andamento no terceiro poço injetor, a expectativa é atingir 220 mil barris por dia ainda em 2026. “Bacalhau traduz a dimensão da nossa ambição no Brasil. Juntos com nossos parceiros, investimos US$ 8 bilhões na Fase 1, combinando experiência global e conhecimento local para desenvolver um ativo de classe mundial. Chegar ao primeiro ano de produção justamente quando celebramos 25 anos no país reforça a importância estratégica do Brasil para a Equinor e nossa visão de longo prazo”, declarou Nina Koch, presidente da Equinor no Brasil.
De acordo com a operadora norueguesa, o FPSO de Bacalhau é o primeiro no Brasil a utilizar turbinas a gás de ciclo combinado, o que reduz as emissões para cerca de 9kg de CO2 por barril. Este valor está abaixo da média global de 17kg por barril. A Equinor ressaltou que o trabalho para reduzir emissões e aumentar a eficiência energética seguirá ao longo da vida útil do campo.
A empresa estima que, ao longo dos 30 anos previstos de vida útil do projeto, cerca de 50 mil empregos sejam criados, impactando positivamente a economia e a cadeia de fornecedores do país. Nesse primeiro ano, cerca de 900 profissionais trabalharam diariamente em diferentes atividades offshore e foram registrados aproximadamente 3 mil voos de helicóptero para apoiar as operações de Bacalhau.
Fonte: Portos e Navios






