{"id":9997,"date":"2015-01-09T10:03:28","date_gmt":"2015-01-09T12:03:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=9997"},"modified":"2015-01-09T14:21:29","modified_gmt":"2015-01-09T16:21:29","slug":"em-faturamento-porto-de-santos-e-principal-canal-de-exportacao-de-ms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/em-faturamento-porto-de-santos-e-principal-canal-de-exportacao-de-ms\/","title":{"rendered":"Em faturamento, porto de Santos \u00e9 principal canal de exporta\u00e7\u00e3o de MS"},"content":{"rendered":"<p>O porto de Santos, em S\u00e3o Paulo, foi em 2014, o principal canal de exporta\u00e7\u00e3o de produtos de Mato Grosso do Sul no que se refere a receita com as opera\u00e7\u00f5es. Segundo dados do Sistema de An\u00e1lise das Informa\u00e7\u00f5es de Com\u00e9rcio Exterior via internet (Aliceweb), do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior (Mdic), dos US$ 5,245 bilh\u00f5es vendidos em produtos pelo estado para o mercado internacional, US$ 1,792 bilh\u00e3o, foram escoados pelo porto paulista, o que representa 34,16% do total.<\/p>\n<p>Pelos terminais de Santos foram exportados 117 produtos \u201cmade in Mato Grosso do Sul\u201d. O principal item escoado no porto foi a celulose, com 2,241 milh\u00f5es de toneladas (97,75% do total do estado), que resultou em um faturamento de US$ 1,038 bilh\u00e3o (97,54% da receita sul-mato-grossense com a venda do produto). Na sequ\u00eancia vem a soja em gr\u00e3os, com 515,275 mil toneladas e movimenta\u00e7\u00e3o financeira de US$ 261,935 milh\u00f5es, e a carne desossada e congelada de bovinos, com 21,642 mil toneladas e receita de US$ 102,263 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Conforme o Aliceweb, o porto que ficou em segundo lugar no faturamento com as exporta\u00e7\u00f5es sul-mato-grossenses, foi Paranagu\u00e1, no Paran\u00e1, com US$ 1,614 bilh\u00e3o (30,77% do total). Nos terminais paranaenses o principal item de Mato Grosso do Sul escoado em 2014 foi a soja em gr\u00e3os, com um volume de 922,594 mil toneladas (37,95% do total vendido no mercado internacional pelo estado) e que resultou em uma receita US$ 458,724 milh\u00f5es. Depois aparecem o a\u00e7\u00facar, com 688,513 mil toneladas e resultado financeiro de US$ 262,633 milh\u00f5es e os peda\u00e7os e miudezas comest\u00edveis e congelados de galos e galinhas, com 98,965 mil toneladas e receita de US$ 237,433 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Em terceiro lugar no ranking do estado aparece o porto de S\u00e3o Francisco do Sul, em Santa Catarina, com a movimenta\u00e7\u00e3o de 1,565 milh\u00f5es de toneladas em cargas e US$ 977,848 milh\u00f5es em receita.<\/p>\n<p>Nos seus terminais, o produto de Mato Grosso do Sul mais embarcado para o exterior no ano passado foi tamb\u00e9m, a exemplo de Paranagu\u00e1, a soja em gr\u00e3os, com 979,381 mil toneladas e faturamento de US$ 501,187 milh\u00f5es. O porto catarinense foi o que escoou a maior quantidade da oleaginosa produzida no estado neste ano, com 40,28% do total, e registrou a maior movimenta\u00e7\u00e3o financeira com essas opera\u00e7\u00f5es, com 40,77%.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da soja em gr\u00e3os, o porto de S\u00e3o Francisco do Sul tamb\u00e9m contabilizou no ano, exporta\u00e7\u00f5es expressivas da carne desossada e congelada de bovinos produzida no estado, com 64,689 mil toneladas e receita de US$ 290,027 milh\u00f5es, e de milho em gr\u00e3os sul-mato-grossense, com 487,724 mil toneladas, e faturamento de US$ 85,391 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Juntas, as exporta\u00e7\u00f5es realizadas por Santos, Paranagu\u00e1 e S\u00e3o Francisco do Sul concentraram 83,58% de toda a receita do estado com as vendas internacionais no ano, conforme os dados do Aliceweb.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O porto de Santos, em S\u00e3o Paulo, foi em 2014, o principal canal de exporta\u00e7\u00e3o de produtos de Mato Grosso do Sul no que se&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-9997","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9997","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9997"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9997\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9998,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9997\/revisions\/9998"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9997"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9997"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9997"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}