{"id":9934,"date":"2015-01-07T08:17:09","date_gmt":"2015-01-07T10:17:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=9934"},"modified":"2015-01-07T08:17:09","modified_gmt":"2015-01-07T10:17:09","slug":"codesp-planeja-serie-de-obras-para-melhorar-operacoes-do-porto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/codesp-planeja-serie-de-obras-para-melhorar-operacoes-do-porto\/","title":{"rendered":"Codesp planeja s\u00e9rie de obras para melhorar opera\u00e7\u00f5es do Porto"},"content":{"rendered":"<p>No ano passado, a Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp) concentrou seus esfor\u00e7os na elabora\u00e7\u00e3o dos projetos-executivos de obras. Agora, a expectativa da estatal \u00e9 executar esses servi\u00e7os, que v\u00e3o garantir a melhoria das infraestruturas terrestre e aquavi\u00e1ria do Porto de Santos. Para a empresa, 2015 \u00e9 considerado o ano das obras no cais santista.<\/p>\n<p>De acordo com a programa\u00e7\u00e3o da Codesp, haver\u00e1, pelo menos, oito grandes frentes de trabalho no complexo neste ano. Algumas estar\u00e3o presentes nos doze meses de 2015, sendo conclu\u00eddas no ano que vem. Mas haver\u00e1 empreendimentos entregues antes de dezembro.<\/p>\n<p>\u00c9 o caso do alinhamento do Cais de Outeirinhos, na Margem Direita. Segundo o diretor de Infraestrutura e Execu\u00e7\u00e3o de Obras da Codesp, Paulino Moreira da Silva Vicente, a expectativa \u00e9 entregar, at\u00e9 31 de julho, os 800 metros restantes do empreendimento. Os primeiros 512 metros do novo cais foram inaugurados em 6 de junho passado.<\/p>\n<p>O projeto para o Cais de Outeirinhos, elaborado em 2011, prev\u00ea ampliar e otimizar a capacidade do complexo mar\u00edtimo para receber navios de cruzeiro. O cais nessa \u00e1rea, nas proximidades do Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, ser\u00e1 alinhado com os demais trechos portu\u00e1rios e ampliado. Dos atuais 630 metros, ele passar\u00e1 a ter quase o dobro, 1.320 metros. Com o servi\u00e7o, ser\u00e1 poss\u00edvel a atraca\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de seis embarca\u00e7\u00f5es no local, o dobro do que pode ocorrer atualmente.<\/p>\n<p>As obras de refor\u00e7o do trecho de cais entre os armaz\u00e9ns 12A e 23, tamb\u00e9m na Margem Direita do Porto, tamb\u00e9m v\u00e3o atravessar 2015. Ap\u00f3s dois anos de disputas judiciais envolvendo a licita\u00e7\u00e3o, a obra levar\u00e1 22 meses para ser conclu\u00edda.<\/p>\n<p>O projeto de refor\u00e7o prev\u00ea o fortalecimento da estrutura de 1,7 quil\u00f4metro de cais da regi\u00e3o de Outeirinhos. O servi\u00e7o \u00e9 essencial para que, quando as \u00e1reas de atraca\u00e7\u00e3o desse trecho forem dragadas, a estrutura do costado n\u00e3o acabe ruindo e caia no canal.<\/p>\n<p>No cais entre os armaz\u00e9ns 12A e 23, h\u00e1 3.490 estacas. Deste total, 1.574(45%) t\u00eam algum tipo de avaria em sua estrutura e ser\u00e3o substitu\u00eddas. O refor\u00e7o possibilitar\u00e1 que o aprofundamento dos ber\u00e7os n\u00e3o prejudique a seguran\u00e7a do cais. Isto porque aumentar a profundidade dos ber\u00e7os para 15 metros (hoje, t\u00eam de 10,5 a 13 metros), nas condi\u00e7\u00f5es atuais, poderia interferir nessas estruturas.<\/p>\n<p><strong>Refor\u00e7o de p\u00ederes<\/strong><\/p>\n<p>A obra de recupera\u00e7\u00e3o de 300 metros de cais da Ilha Barnab\u00e9, na Margem Esquerda do Porto, \u00e9 outra frente de trabalho que ser\u00e1 iniciada neste ano e seguir\u00e1 at\u00e9 2016. Constru\u00eddas em 1927, as estacas, a laje inferior e as vigas de acesso aos dolfins ser\u00e3o recuperadas. E ser\u00e1 constru\u00eddo um outro dolfim de amarra\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o. Ele permitir\u00e1 a atraca\u00e7\u00e3o de navios de maior comprimento.<\/p>\n<p>A expectativa \u00e9 que as opera\u00e7\u00f5es aumentem na Ilha do Barnab\u00e9, devido \u00e0 constru\u00e7\u00e3o, pela operadora Ageo Copape, de um novo p\u00eder, em uma \u00e1rea recentemente dragada pela Docas. A estatal estima que o calado naquele ponto passe de 10,3 para 11,8 metros. Com a entrega dos ber\u00e7os, a pr\u00f3xima fase \u00e9 o aprofundamento dos pontos de atraca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m est\u00e1 nos planos da Codesp a conclus\u00e3o das obras de refor\u00e7o do P\u00eder da Alemoa, queest\u00e3o 54% prontas. A oscila\u00e7\u00e3o da mar\u00e9 e a necessidade de garantir a seguran\u00e7a das opera\u00e7\u00f5es dos navios fazem com que essa obra se desenvolva em um ritmo mais lento, explica Paulino Vicente.<\/p>\n<p>O diretor da Codesp tamb\u00e9m destaca a conclus\u00e3o do projeto dos pontos de atraca\u00e7\u00e3o 5 e 6 do p\u00eder do Terminal de Gran\u00e9is L\u00edquidos da Alemoa, efetuado pela empresa Planave e doado pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Terminais L\u00edquidos (ABTL).<\/p>\n<p>J\u00e1 foram feitas simula\u00e7\u00f5es de atraca\u00e7\u00e3o para as duas estruturas projetadas, que v\u00e3o atender navios de gran\u00e9is l\u00edquidos, segmento com grande demanda de curto prazo no Porto.<\/p>\n<p>Fonte: Tribuna online\/Fernanda Balbino<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No ano passado, a Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp) concentrou seus esfor\u00e7os na elabora\u00e7\u00e3o dos projetos-executivos de obras. 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