{"id":9687,"date":"2014-12-17T10:50:45","date_gmt":"2014-12-17T12:50:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=9687"},"modified":"2014-12-17T10:50:45","modified_gmt":"2014-12-17T12:50:45","slug":"cabotagem-tem-crescido-20-ao-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/cabotagem-tem-crescido-20-ao-ano\/","title":{"rendered":"Cabotagem tem crescido 20% ao ano"},"content":{"rendered":"<p>Cada vez mais empresas t\u00eam aderido ao transporte mar\u00edtimo de mercadorias pela costa do Brasil. As vantagens como baixo risco de roubo de carga e pre\u00e7o diferenciado atra\u00edram cada vez mais clientes para o modal.<\/p>\n<p>A cabotagem tem crescido cerca de 20% nos \u00faltimos anos, com cargas que eram majoritariamente transportadas por rodovias.<\/p>\n<p>A moderniza\u00e7\u00e3o de alguns dos principais portos do pa\u00eds e a nova regulamenta\u00e7\u00e3o do setor rodovi\u00e1rio contribu\u00edram para este resultado.<\/p>\n<p>O Ilos (Instituto de Log\u00edstica e Supply Chain) fez uma pesquisa com 123 profissionais da \u00e1rea de log\u00edstica de algumas das maiores empresas de varejo e ind\u00fastria.<\/p>\n<p>O resultado foi uma nota de 7,3 de aprova\u00e7\u00e3o da cabotagem.<\/p>\n<p>Mais da metade das empresas (61%) quer aumentar o volume de carga transportada pelo modal em cerca de 45%. Apenas 6% das empresas querem reduzir os carregamentos. Apesar das melhorias nos portos, o que atraiu as empresas, ainda existem barreiras que prejudicam o setor.<\/p>\n<p>As principais reclama\u00e7\u00f5es s\u00e3o da falta infraestrutura dos portos, excesso de burocracia do governo, demora na entrega dos produtos e a falta de integra\u00e7\u00e3o com os outros modais.<\/p>\n<p>Fonte: Guia Mar\u00edtimo \u2013 Conex\u00e3o Mar\u00edtima<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cada vez mais empresas t\u00eam aderido ao transporte mar\u00edtimo de mercadorias pela costa do Brasil. As vantagens como baixo risco de roubo de carga e&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":3530,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-9687","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9687","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9687"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9687\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9688,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9687\/revisions\/9688"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3530"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9687"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9687"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9687"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}