{"id":9246,"date":"2014-11-26T08:48:22","date_gmt":"2014-11-26T10:48:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=9246"},"modified":"2014-11-26T09:26:56","modified_gmt":"2014-11-26T11:26:56","slug":"ferrovias-e-hidrovias-sao-pouco-exploradas-aponta-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/ferrovias-e-hidrovias-sao-pouco-exploradas-aponta-ibge\/","title":{"rendered":"Ferrovias e hidrovias s\u00e3o pouco exploradas, aponta IBGE"},"content":{"rendered":"<p>A distribui\u00e7\u00e3o de ferrovias e hidrovias \u00e9 bem reduzida no Pa\u00eds, com potencial muito pouco explorado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), que divulgou nesta ter\u00e7a-feira (25) o mapa mural &#8220;Log\u00edstica dos Transportes no Brasil&#8221;.<\/p>\n<p>O modal rodovi\u00e1rio predomina na log\u00edstica de transportes no territ\u00f3rio brasileiro, com concentra\u00e7\u00e3o maior na regi\u00e3o Centro-sul, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. De acordo com o levantamento, a malha rodovi\u00e1ria s\u00f3 n\u00e3o predomina na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, onde destaca-se o transporte por vias fluviais devido \u00e0 densa rede hidrogr\u00e1fica natural.<\/p>\n<p>De acordo com a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Transportes (CNT), 61% de toda a carga transportada no Brasil em 2009 usou o modal rodovi\u00e1rio, enquanto 21% passaram por ferrovias, outros 14% pelas hidrovias e terminais portu\u00e1rios fluviais e mar\u00edtimos e apenas 0,4% por via a\u00e9rea.<\/p>\n<p>Os principais eixos ferrovi\u00e1rios s\u00e3o usados para o transporte das commodities, principalmente min\u00e9rio de ferro e gr\u00e3os provenientes da agroind\u00fastria. Algumas das ferrovias mais importantes s\u00e3o a Norte-Sul, que liga a regi\u00e3o de An\u00e1polis (GO) ao Porto de Itaqui, em S\u00e3o Lu\u00eds (MA), transportando predominantemente soja e farelo de soja; a Estrada de Ferro Caraj\u00e1s, que liga a Serra dos Caraj\u00e1s (PA) ao Terminal Ponta da Madeira, em S\u00e3o Lu\u00eds (MA), levando principalmente min\u00e9rio de ferro e mangan\u00eas e a Estrada de Ferro Vit\u00f3ria-Minas, que carrega predominantemente min\u00e9rio de ferro para o Porto de Tubar\u00e3o, na capital do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>Assim como as ferrovias, as hidrovias s\u00e3o predominantemente utilizadas para transporte de commodities, como gr\u00e3os e min\u00e9rios insumos agr\u00edcolas, petr\u00f3leo e derivados. O IBGE aponta que s\u00e3o produtos de baixo valor agregado, cuja produ\u00e7\u00e3o e transporte em escala trazem competitividade.<\/p>\n<p>A exce\u00e7\u00e3o \u00e9 a regi\u00e3o Norte, onde o transporte por pequenas embarca\u00e7\u00f5es de passageiros e cargas tem import\u00e2ncia hist\u00f3rica e geogr\u00e1fica. Al\u00e9m das hidrovias do Solim\u00f5es\/Amazonas e do Madeira a regi\u00e3o depende muito de outros rios naveg\u00e1veis para a circula\u00e7\u00e3o intrarregional.<\/p>\n<p>Outras hidrovias importantes para o Pa\u00eds s\u00e3o as do Tiet\u00ea-Paran\u00e1 e do Paraguai, para circula\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas no Estado de S\u00e3o Paulo e da Regi\u00e3o Centro-Oeste.<\/p>\n<p>O levantamento usou dados do Minist\u00e9rio dos Transportes, da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (ANTAQ), da Ag\u00eancia Nacional de Avia\u00e7\u00e3o Civil (ANAC), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), da Infraero e da Receita Federal do Brasil.<\/p>\n<p>Fonte: Jornal do Commercio (PE)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A distribui\u00e7\u00e3o de ferrovias e hidrovias \u00e9 bem reduzida no Pa\u00eds, com potencial muito pouco explorado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE),&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":5570,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-9246","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9246","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9246"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9246\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9247,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9246\/revisions\/9247"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5570"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9246"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9246"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9246"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}