{"id":9110,"date":"2014-11-18T08:18:20","date_gmt":"2014-11-18T10:18:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=9110"},"modified":"2014-11-18T13:20:54","modified_gmt":"2014-11-18T15:20:54","slug":"numero-de-pedidos-de-refugio-ao-brasil-aumenta-930-em-tres-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/numero-de-pedidos-de-refugio-ao-brasil-aumenta-930-em-tres-anos\/","title":{"rendered":"N\u00famero de pedidos de ref\u00fagio ao Brasil aumenta 930% em tr\u00eas anos"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Acre pede ajuda ao Governo Federal para risco de ebola em fronteira com Peru<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O n\u00famero total de pedidos de refugiados no Brasil aumentou mais de 930% entre 2010 e 2013. A informa\u00e7\u00e3o, que foi divulgada pelo Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Refugiados (Acnur) no Brasil, revela que, h\u00e1 tr\u00eas anos, 566 solicita\u00e7\u00f5es de ref\u00fagio foram registradas no pa\u00eds. No ano passado, foram 5.882. A quantidade de pedidos continua a crescer, s\u00f3 at\u00e9 outubro deste ano mais 8.302 solicita\u00e7\u00f5es foram encaminhados para o Comit\u00ea Nacional para os Refugiados (Conare).<\/p>\n<p>Nesta ter\u00e7a-feira, o secret\u00e1rio nacional de Justi\u00e7a e presidente do Conare, Paulo Abr\u00e3o, e o representante do Acnur, Andr\u00e9s Ramirez v\u00e3o anunciar um novo acordo internacional para a prote\u00e7\u00e3o de refugiados e ap\u00e1tridas no Brasil.<\/p>\n<p>De acordo com o Conare, o Brasil possui atualmente 7.289 refugiados reconhecidos, de 81 nacionalidades distintas, incluindo refugiados reassentados. Entre os refugiados reconhecidos pelo Brasil, os s\u00edrios representam o maior grupo, com 20% do total. Em seguida est\u00e3o os refugiados da Col\u00f4mbia, de Angola e da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo.<\/p>\n<p>Em 2014, a maioria dessas solicita\u00e7\u00f5es foi apresentada em S\u00e3o Paulo (26% do total), Acre (22%), Rio Grande do Sul (17%) e Paran\u00e1 (12%). Regionalmente, est\u00e3o concentradas nas regi\u00f5es Sul (35%), Sudeste (31%) e Norte (25%).<\/p>\n<p><strong>Risco de Ebola no Acre<\/strong><\/p>\n<p>O Acre pediu ajuda ao Governo Federal para impedir que o v\u00edrus ebola chegue ao Estado. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que t\u00e9cnicos do \u00f3rg\u00e3o federal atuem na fronteira com o Peru para controlar a entrada de imigrantes senegaleses, que tem se intensificado nas \u00faltimas semanas.<\/p>\n<p>Na \u00faltima sexta-feira, o Senegal confirmou o registro do primeiro caso de paciente com v\u00edrus ebola. A v\u00edtima \u00e9 um estudante da Universidade de Conakry, de 21 anos, que est\u00e1 em quarentena na capital Dakar, onde chegou com sinais de hemorragia na \u00faltima quarta-feira. O jovem veio da Guin\u00e9, um dos pa\u00edses com maior n\u00famero de mortes e doentes.<\/p>\n<p>De acordo com o governo do Acre, o pedido de ajuda foi feito durante a vinda da ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica (SDH\/PR) Ideli Salvatti, ao estado. Segundo o portal de not\u00edcias G1, atualmente existem 267 imigrantes em abrigos no estado. E embora a maioria tenha vindo do Haiti, 39 s\u00e3o do Senegal.<\/p>\n<p>Ainda segundo o governo do Acre, funcion\u00e1rios da Pol\u00edcia Federal, da Receita e de outros minist\u00e9rios que atuam em fronteiras est\u00e3o temerosos quanto \u00e0 falta de estrutura para lidar com poss\u00edveis imigrantes infectados por ebola.<\/p>\n<p>A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) estima que o v\u00edrus j\u00e1 tenha feito 1.552 v\u00edtimas fatais e contagiou, ao todo, 3.069 pessoas. Na Guin\u00e9, origem do paciente do Senegal e onde o primeiro caso foi detectado em mar\u00e7o, 430 mortes j\u00e1 foram registradas.<\/p>\n<p>Fonte: O Globo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acre pede ajuda ao Governo Federal para risco de ebola em fronteira com Peru O n\u00famero total de pedidos de refugiados no Brasil aumentou mais&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":8552,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-9110","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9110","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9110"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9110\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9111,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9110\/revisions\/9111"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8552"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9110"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9110"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9110"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}