{"id":9057,"date":"2014-11-14T08:42:59","date_gmt":"2014-11-14T10:42:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=9057"},"modified":"2014-11-13T10:48:36","modified_gmt":"2014-11-13T12:48:36","slug":"fiesp-brasil-cai-para-39o-em-ranking-de-competitividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/fiesp-brasil-cai-para-39o-em-ranking-de-competitividade\/","title":{"rendered":"Fiesp: Brasil cai para 39\u00ba em ranking de competitividade"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil caiu para a 39\u00aa posi\u00e7\u00e3o em 2013 no ranking apurado pela pesquisa \u00cdndice de Competitividade das Na\u00e7\u00f5es, desenvolvida anualmente pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp). O levantamento separa os pa\u00edses em quatro quadrantes: competitividade elevada, satisfat\u00f3ria, m\u00e9dia e baixa. Com 21,5 pontos, o Brasil continuou no grupo de baixa competitividade. Em 2012, o Pa\u00eds tinha ficado no mesmo grupo, s\u00f3 que em 37\u00ba lugar, com 24,1 pontos.<\/p>\n<p>A nota brasileira em 2013 s\u00f3 n\u00e3o foi pior do que a da Turquia (20 pontos), Col\u00f4mbia (19 pontos), Indon\u00e9sia (17,4 pontos) e \u00cdndia (10,3 pontos). No topo do ranking do grupo de competitividade elevada, est\u00e1 mais uma vez os Estados Unidos, com 86,6 pontos, seguido pela Su\u00ed\u00e7a (78), Coreia do Sul (77,1) e Cingapura (72,9 pontos). Apesar disso, Cingapura, \u00c1ustria, Hungria e Israel foram os pa\u00edses que, segundo o levantamento, ganharam mais competitividade entre 2012 e 2013.<\/p>\n<p>No levantamento, a Fiesp cita que, de 2012 para 2013, o Brasil continuou no quadrante de baixa competitividade, porque, apesar de ter reduzido os juros e apresentado crescimento da produtividade total, o Pa\u00eds reduziu a poupan\u00e7a, aumentou o d\u00e9ficit comercial e o saldo de transa\u00e7\u00f5es correntes, reduziu os meses de importa\u00e7\u00e3o cobertos pelas reservas e manteve a elevada carga tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p>Diante disso, o estudo identificou seis prioridades na agenda de pol\u00edticas p\u00fablicas para que o Brasil retome a rota de crescimento. Como urg\u00eancia, o levantamento aponta a simplifica\u00e7\u00e3o e a redu\u00e7\u00e3o da carga tribut\u00e1ria para o setor produtivo, a redu\u00e7\u00e3o no custo do financiamento e o alinhamento cambial. Outras condicionantes que merecem aten\u00e7\u00e3o, destaca a pesquisa, s\u00e3o investimentos em infraestrutura, Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) e alinhamento cambial.<\/p>\n<p>O diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp, Jos\u00e9 Ricardo Roriz Coelho, pondera, por\u00e9m, quem mesmo se tomadas de imediato, o efeito positivo dessas medida levar\u00e1 algum tempo para ser percebido. Em nota enviada \u00e0 imprensa, o diretor prev\u00ea que, se o Brasil fizer as v\u00e1rias reformas que precisa, os indicadores de 2015 ainda podem ser ruins, mas a tend\u00eancia \u00e9 que o \u00cdndice de Competitividade melhore nos anos seguintes.<\/p>\n<p>Para o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, a queda do Pa\u00eds no ranking \u00e9 um sinal de que o Brasil n\u00e3o vem fazendo a li\u00e7\u00e3o de casa. &#8220;Os outros pa\u00edses melhoraram muito mais. Em 13 anos, por exemplo, a China subiu 11 posi\u00e7\u00f5es e a Coreia (do Sul), 10 posi\u00e7\u00f5es. O Brasil se manteve numa posi\u00e7\u00e3o muito ruim. Isso significa que estamos sem competitividade com rela\u00e7\u00e3o a outros pa\u00edses do mundo&#8221;, afirmou na nota.<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio de Pernambuco (PE)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil caiu para a 39\u00aa posi\u00e7\u00e3o em 2013 no ranking apurado pela pesquisa \u00cdndice de Competitividade das Na\u00e7\u00f5es, desenvolvida anualmente pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":8172,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-9057","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9057","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9057"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9057\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9058,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9057\/revisions\/9058"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8172"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9057"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9057"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9057"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}