{"id":8953,"date":"2014-11-10T11:15:27","date_gmt":"2014-11-10T13:15:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=8953"},"modified":"2014-11-10T11:15:27","modified_gmt":"2014-11-10T13:15:27","slug":"mitsui-investe-r-500-milhoes-em-ativos-da-odebrecht","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/mitsui-investe-r-500-milhoes-em-ativos-da-odebrecht\/","title":{"rendered":"Mitsui investe R$ 500 milh\u00f5es em ativos da Odebrecht"},"content":{"rendered":"<p>Na pr\u00e1tica, trata-se de um aporte. Por R$ 500 milh\u00f5es, o grupo japon\u00eas ficar\u00e1 com a participa\u00e7\u00e3o minorit\u00e1ria de 40% na nova companhia, controlada pela Odebrecht TransPort (com 60%). A nova empresa, batizada de Odebrecht Mobilidade, vai &#8220;herdar&#8221; quatro ativos no setor antes administrados diretamente pela TransPort. S\u00e3o eles: SuperVia (RJ), VLT Carioca (RJ), Move S\u00e3o Paulo (SP) e VLT de Goi\u00e2nia (GO). Os investimentos em carteira exigem R$ 17 bilh\u00f5es at\u00e9 2020 e contam tamb\u00e9m com capital de s\u00f3cios em cada empreendimento e subs\u00eddios p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do portf\u00f3lio j\u00e1 existente, a Odebrecht Mobilidade vai disputar novos contratos. Os executivos dizem que ir\u00e3o acompanhar o lan\u00e7amento de licita\u00e7\u00f5es, levando em conta estruturas de garantias e financiamento. O cen\u00e1rio para novas licita\u00e7\u00f5es em 2015, no entanto, n\u00e3o \u00e9 dos mais agitados. &#8220;Normalmente o ano p\u00f3s-elei\u00e7\u00e3o \u00e9 de ajustes, ent\u00e3o n\u00e3o esperamos muita coisa saindo em ano p\u00f3s-eleitoral. A expectativa \u00e9 para 2016 em diante&#8221;, diz Gustavo Guerra, que ser\u00e1 presidente da Odebrecht Mobilidade.<\/p>\n<p>A Odebrecht TransPort tem feito diferentes movimentos para capitalizar a companhia. Isso porque &#8211; desde que foi criado, h\u00e1 quatro anos &#8211; o bra\u00e7o de ativos em log\u00edstica do grupo Odebrecht arrematou diversos contratos em licita\u00e7\u00f5es e j\u00e1 lidera investimentos de R$ 25 bilh\u00f5es nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos. Entre os principais, est\u00e3o a pr\u00f3pria linha 6-Laranja do metr\u00f4 paulistano (por meio do Move S\u00e3o Paulo), o aeroporto do Gale\u00e3o e a BR-163 no Mato Grosso. Hoje, j\u00e1 s\u00e3o 21 empresas no guarda-chuva da Odebrecht TransPort.<\/p>\n<p>A carteira multibilion\u00e1ria em obriga\u00e7\u00f5es levou a Odebrecht TransPort a receber, no ano passado, um investimento de R$ 1 bilh\u00e3o da BNDESPar em troca de aproximadamente 10% da companhia. Antes, o Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Servi\u00e7o (FI-FGTS) j\u00e1 tinha 30% da empresa.<\/p>\n<p>Agora, a Odebrecht continua estudando diferente maneiras de continuar atraindo investidores. Os parceiros podem, por exemplo entrar nos projetos espec\u00edficos ou nos bra\u00e7os de atua\u00e7\u00e3o da companhia &#8211; como foi o caso da Mitsui.<\/p>\n<p>&#8220;Temos de entender o interesse espec\u00edfico de cada investidor. Tem aquele que gosta de se expor a v\u00e1rios investimentos e outros que querem ser mais espec\u00edficos. Existem estudos que a gente faz internamente, nos quais avaliamos diferentes alternativas&#8221;, diz Paulo Cesena, presidente da Odebrecht TransPort.<\/p>\n<p>Os executivos comemoram o fato de a Mitsui ser um grupo estrangeiro. &#8220;\u00c9 um ponto relevante vermos capital externo entrando e se comprometendo com a infraestrutura no Brasil e com investimentos de longo prazo&#8221;, diz Cesena. A companhia tem outros parceiros estrangeiros, como a Changi (de Cingapura) na concess\u00e3o do Gale\u00e3o e a DP World na Embraport &#8211; terminal em Santos. A opera\u00e7\u00e3o com a Mistui ainda precisa receber aval do Conselho Administrativo de Defesa Econ\u00f4mica (Cade).<\/p>\n<p>Fonte: Valor Econ\u00f4mico\/F\u00e1bio Pupo | De S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na pr\u00e1tica, trata-se de um aporte. 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