{"id":8828,"date":"2014-11-05T08:27:18","date_gmt":"2014-11-05T10:27:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=8828"},"modified":"2014-10-28T01:29:50","modified_gmt":"2014-10-28T03:29:50","slug":"arte-em-tanques-gigantescos-em-polo-industrial-muda-a-cara-de-cubatao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/arte-em-tanques-gigantescos-em-polo-industrial-muda-a-cara-de-cubatao\/","title":{"rendered":"Arte em tanques gigantescos em Polo Industrial muda a cara de Cubat\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Artista e equipe demoraram 60 dias para finalizar as pinturas<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O artista brasileiro Eduardo Kobra coloriu dois tanques gigantescos de uma empresa do Polo Industrial de Cubat\u00e3o (SP). Por meio de sua arte, caracterizada por tons fortes e marcantes, ele quis contrapor o ambiente mais pesado, caracter\u00edstico das grandes ind\u00fastrias, com um cen\u00e1rio um pouco mais agrad\u00e1vel e vibrante.<\/p>\n<p>O artista e sua equipe do Studio Kobra come\u00e7aram a realizar o trabalho em junho deste ano. Dois grandes tanques de armazenamento de gases da empresa Linde, cada um com cerca de 14 metros de altura por 17 de di\u00e2metro, serviram como tela. A empresa fica \u00e0s margens da Rodovia C\u00f4nego Dom\u00eanico Rangoni, trecho do Sistema Anchieta-Imigrantes que liga Cubat\u00e3o a Guaruj\u00e1, no litoral de S\u00e3o Paulo, por onde passam diariamente milhares de ve\u00edculos.<\/p>\n<p>Kobra conta que teve total liberdade para criar o desenho. Por isso, resolveu falar sobre a quest\u00e3o ambiental em Cubat\u00e3o, cidade que j\u00e1 foi conhecida como uma das cidades mais polu\u00eddas do mundo. \u201cEu tenho alguns projetos que falam de meio ambiente. Acho que todo o Brasil acompanhou as v\u00e1rias fases de Cubat\u00e3o, desde a mais cr\u00edtica at\u00e9 agora. Passou a existir essa consci\u00eancia do meio ambiente, at\u00e9 por parte das ind\u00fastrias da regi\u00e3o\u201d, diz.<\/p>\n<p>Os tanques receberam as figuras de crian\u00e7as e objetos ao vento, para contrapor o ambiente mais pesado do local. \u201cElas aparecem brincando com o ar, que sempre foi uma quest\u00e3o discutida na regi\u00e3o. Tenho certeza que Cubat\u00e3o est\u00e1 melhorando nesse aspecto, e meu trabalho veio para somar com esses esfor\u00e7os\u201d, explica.<\/p>\n<p>Mesmo com muitas experi\u00eancias nacionais e internacionais, essa foi a primeira vez que Kobra fez arte em tanques como esses. \u201cTrabalhamos com todos os equipamentos de seguran\u00e7a, com todo o cuidado. \u00c9 totalmente diferente de pintar um painel em S\u00e3o Paulo, por exemplo\u201d, comenta.<\/p>\n<p>Cerca de 70 litros de tinta poliuretano, normalmente utilizada em estruturas met\u00e1licas industriais, foram usadas no trabalho. Segundo Kobra, o fato da obra estar pr\u00f3xima ao litoral faz com que ela sofra com as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, exigindo mais cuidados. Foram empregadas t\u00e9cnicas variadas e instrumentos diversos, como compressor, spray, pinc\u00e9is e rolos. O trabalho foi conclu\u00eddo em 60 dias.<\/p>\n<p>Os pain\u00e9is proporcionaram um ambiente mais agrad\u00e1vel para trabalhadores e para a comunidade local. Kobra afirma que o importante \u00e9 que a arte est\u00e1 chegando a lugares, cidades e pa\u00edses em que era pouco vista. Ele acabou de voltar de uma viagem pela Su\u00e9cia, Pol\u00f4nia, Fran\u00e7a e Estados Unidos. Ainda neste m\u00eas, vai realizar trabalhos em S\u00e3o Paulo e depois segue para S\u00e3o Francisco, nos Estados Unidos, e para a Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p>Fonte: G1 Santos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artista e equipe demoraram 60 dias para finalizar as pinturas O artista brasileiro Eduardo Kobra coloriu dois tanques gigantescos de uma empresa do Polo Industrial&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":8830,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-8828","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8828","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8828"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8828\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8831,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8828\/revisions\/8831"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8830"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8828"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8828"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8828"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}