{"id":8693,"date":"2014-11-03T08:07:33","date_gmt":"2014-11-03T10:07:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=8693"},"modified":"2014-10-25T11:11:59","modified_gmt":"2014-10-25T13:11:59","slug":"marinha-testa-drone-para-patrulhar-a-amazonia-azul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/marinha-testa-drone-para-patrulhar-a-amazonia-azul\/","title":{"rendered":"Marinha testa drone para patrulhar a Amaz\u00f4nia Azul"},"content":{"rendered":"<h3><em>Avi\u00e3o n\u00e3o tripulado \u00e9 controlado remotamente e pode identificar embarca\u00e7\u00f5es e avistar cidades a quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia<\/em><\/h3>\n<p>A Marinha do Brasil testou um ve\u00edculo a\u00e9reo n\u00e3o tripulado (vant) da empresa americana Boeing. O objetivo do teste foi analisar as caracter\u00edsticas do vant, para a escolha dos equipamentos que ser\u00e3o comprados com a fun\u00e7\u00e3o de patrulhar a Amaz\u00f4nia Azul (3,6 milh\u00f5es de km\u00b2 ao longo de todo o litoral brasileiro, \u00e1rea de expressiva biodiversidade marinha). O teste foi realizada em alto mar, a 12 km da costa de Arraial do Cabo, na Regi\u00e3o dos Lagos fluminense. O aparelho decolou do navio-patrulha oce\u00e2nico Apa.<\/p>\n<p>Chamado de drone, o vant \u00e9 um pequeno avi\u00e3o com c\u00e2mera e sem piloto que sobrevoa o mar e \u00e9 controlado remotamente por um operador dentro do navio. Com ele \u00e9 poss\u00edvel aumentar o campo de vis\u00e3o dos militares, que poder\u00e3o identificar outras embarca\u00e7\u00f5es e at\u00e9 mesmo avistar cidades no litoral, a quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia. Os militares brasileiros ainda n\u00e3o testaram o ve\u00edculo na altura m\u00e1xima (6 mil metros), por isso ainda n\u00e3o sabem o limite de alcance do pequeno avi\u00e3o.<\/p>\n<p>O vant testado na ter\u00e7a \u00e9 o modelo ScanEagle, fabricado pela Boeing em parceria com a subsidi\u00e1ria Insitu. Semelhante a um avi\u00e3o, mede 3,11 m entre as asas fixas e at\u00e9 1,71 m de comprimento. A estrutura pesa entre 14 kg e 18 kg (vazia) e 22 kg com combust\u00edvel. Com autonomia de 24 horas (pode sobrevoar um dia inteiro sem precisar ser abastecido), o vant alcan\u00e7a velocidade m\u00e1xima de 41 metros por segundo.<\/p>\n<p>Em maio, a Marinha far\u00e1 novo teste com o Camcopter-S 100, da empresa austr\u00edaca Schiebel. Parecido com um helic\u00f3ptero, o modelo possui asa rotativa e autonomia de 15 horas.<\/p>\n<p>Diferentemente de outros vants adquiridos pelo Brasil, o que ser\u00e1 comprado pela Marinha servir\u00e1 (o) somente para patrulha mar\u00edtima. \u201cEsses modelos n\u00e3o t\u00eam armamento e s\u00f3 podem ser usados para vigil\u00e2ncia no mar. Com esses testes, a Marinha analisa o qu\u00e3o boa \u00e9 essa vigil\u00e2ncia e a capacidade de detec\u00e7\u00e3o dos equipamentos\u201d, afirmou o engenheiro aeron\u00e1utico respons\u00e1vel pela coordena\u00e7\u00e3o dos testes, capit\u00e3o-de-fragata Marcelo Rodrigues.<\/p>\n<p>At\u00e9 2023, a Marinha planeja adquirir cinco sistemas, que incluem uma esta\u00e7\u00e3o de controle, antenas sinalizadoras e duas ou tr\u00eas aeronaves (o n\u00famero vai variar de acordo com o fabricante). Ou seja, em nove anos, o Pa\u00eds ter\u00e1 de 10 a 15 vants. At\u00e9 2030, essa quantidade deve dobrar, de acordo com a Marinha. Cada sistema custa em m\u00e9dia US$ 6 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Fonte: Estad\u00e3o \/ Reportagem de T.\u00a0Const\u00e2ncio, Foto: F. Motta<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Avi\u00e3o n\u00e3o tripulado \u00e9 controlado remotamente e pode identificar embarca\u00e7\u00f5es e avistar cidades a quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia A Marinha do Brasil testou um ve\u00edculo a\u00e9reo&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":5258,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-8693","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8693","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8693"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8693\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8696,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8693\/revisions\/8696"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5258"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8693"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8693"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8693"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}