{"id":8435,"date":"2014-10-16T10:08:32","date_gmt":"2014-10-16T13:08:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=8435"},"modified":"2014-10-16T10:08:32","modified_gmt":"2014-10-16T13:08:32","slug":"porto-do-acu-recebera-investimentos-na-ordem-de-r-1494-bi-para-obras-de-infraestrutura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-do-acu-recebera-investimentos-na-ordem-de-r-1494-bi-para-obras-de-infraestrutura\/","title":{"rendered":"Porto do A\u00e7u receber\u00e1 investimentos na ordem de R$ 1,494 bi para obras de infraestrutura"},"content":{"rendered":"<p><strong><strong><em>Empreendimento conta com dois terminais, um offshore e outro onshore. O porto\u2013ind\u00fastria est\u00e1 localizado pr\u00f3ximo \u00e0 \u00e1rea respons\u00e1vel por 85% da produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s do Brasil<br \/><\/em><\/strong><\/strong><\/p>\n<p>O Superporto do A\u00e7u, ou simplesmente Porto do A\u00e7u, \u00e9 um empreendimento gerado para funcionar como centro log\u00edstico de exporta\u00e7\u00e3o e importa\u00e7\u00e3o para as regi\u00f5es Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. Com 17 km de p\u00ederes, que poder\u00e3o receber at\u00e9 47 embarca\u00e7\u00f5es, o Porto do A\u00e7u, localizado no munic\u00edpio de S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra, na regi\u00e3o Norte do Estado do Rio de Janeiro, est\u00e1 prestes a entrar em opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Projetado com base no moderno conceito porto-ind\u00fastria, o Porto do A\u00e7u ser\u00e1 um dos principais empreendimentos do Brasil, principalmente por estar localizado pr\u00f3ximo \u00e0 \u00e1rea respons\u00e1vel por 85% da produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s no pa\u00eds. Na regi\u00e3o portu\u00e1ria ser\u00e3o instaladas ind\u00fastrias offshore, polo metalomec\u00e2nico, base de estocagem para gran\u00e9is l\u00edquidos, estaleiros, base para tratamento de petr\u00f3leo, termoel\u00e9tricas, p\u00e1tio log\u00edstico, plantas de pelotiza\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro, entre outros.<\/p>\n<p>Atualmente, a Prumo Log\u00edstica, ex-LLX, \u00e9 a empresa privada brasileira que constr\u00f3i e desenvolve o Porto do A\u00e7u. A companhia j\u00e1 foi o bra\u00e7o de log\u00edstica do grupo EBX, de Eike Batista. Por ser considerada umas das empresas mais saud\u00e1veis do grupo, a solu\u00e7\u00e3o encontrada pelo empres\u00e1rio diante da crise, no ano passado, foi se desfazer de seus ativos.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s novas aquisi\u00e7\u00f5es em infraestrutura, a regi\u00e3o portu\u00e1ria se prepara para receber navios de grande porte, como Capesize e Very Large Crude Carrier (VLCCs), que transportam at\u00e9 320 mil toneladas de carga. Com constru\u00e7\u00e3o iniciada em outubro de 2007 e \u00e1rea total de 90 km\u00b2, o empreendimento \u00e9 formado pelo Terminal 1 (T1 &#8211; offshore) e pelo Terminal 2 (T2 &#8211; onshore).<\/p>\n<p>O SINCOMAM conversou com a diretora de Opera\u00e7\u00f5es da Prumo, Cristiane Marsillac, que abordou sobre os investimentos no complexo portu\u00e1rio, o projeto em execu\u00e7\u00e3o e os desafios enfrentados para a conclus\u00e3o das obras.<br \/><strong><br \/>Revista SINCOMAM &#8211; Me fale sobre o projeto do Porto do A\u00e7u.<br \/><\/strong><strong>Cristiane Marsillac &#8211;<\/strong> O Porto do A\u00e7u em S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra, no norte fluminense, est\u00e1 prestes a entrar em opera\u00e7\u00e3o. Com constru\u00e7\u00e3o iniciada em outubro de 2007 e \u00e1rea de 90 km\u00b2, o empreendimento \u00e9 formado pelo Terminal 1 (T1 &#8211; offshore) e pelo Terminal 2 (T2 &#8211; onshore).<\/p>\n<p>O T1 ser\u00e1 composto por uma ponte de acesso com 3 quil\u00f4metros de extens\u00e3o, p\u00eder de rebocadores, 9 p\u00ederes para movimenta\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro e petr\u00f3leo, canal de acesso e bacia de evolu\u00e7\u00e3o. Destes, a ponte, 2 p\u00ederes para min\u00e9rio de ferro, o p\u00eder de rebocadores, o canal de acesso e a bacia de evolu\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e3o conclu\u00eddos. O 1\u00ba embarque de min\u00e9rio no Porto do A\u00e7u est\u00e1 previsto para o segundo semestre deste ano.<\/p>\n<p>O T2 est\u00e1 sendo instalado no entorno de um canal para navega\u00e7\u00e3o, que conta com 6,5 km de extens\u00e3o, 300 metros de largura e profundidade atual de 7,5 metros (chegando a 10 metros). No local est\u00e3o em andamento \u00e0s obras para constru\u00e7\u00e3o do canal de acesso, bacia de evolu\u00e7\u00e3o, constru\u00e7\u00e3o dos blocos de concreto que ser\u00e3o utilizados no quebra-mar e a implanta\u00e7\u00e3o da linha de transmiss\u00e3o. Com mais de 13 quil\u00f4metros de cais, o T2 ir\u00e1 movimentar ferro gusa, carv\u00e3o mineral, ve\u00edculos, gran\u00e9is l\u00edquidos e s\u00f3lidos, carga geral e petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>O Porto do A\u00e7u est\u00e1 estrategicamente localizado na regi\u00e3o Sudeste do pa\u00eds, respons\u00e1vel por aproximadamente 75% do PIB brasileiro. Fica no norte do estado do Rio de Janeiro, a aproximadamente 150 km da Bacia de Campos, onde 85% do petr\u00f3leo brasileiro \u00e9 produzido.<\/p>\n<p>Em junho deste ano iniciamos as opera\u00e7\u00f5es do Porto do A\u00e7u com as unidades dos nossos clientes j\u00e1 instalados no canal do T2.<\/p>\n<p><strong>R.S. &#8211; Qual \u00e9 o real investimento do Porto do A\u00e7u?<br \/><\/strong><strong>Cristiane &#8211; <\/strong>Para este ano, o valor previsto para investimento da Prumo no Porto do A\u00e7u \u00e9 de R$ 1,494 bilh\u00e3o. Desde o in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o, em 2007, at\u00e9 mar\u00e7o deste ano, j\u00e1 foram aplicados R$ 5,8 bilh\u00f5es no empreendimento. O in\u00edcio de opera\u00e7\u00e3o do Porto do A\u00e7u est\u00e1 previsto para as pr\u00f3ximas semanas, com a opera\u00e7\u00e3o de unidades dos nossos clientes j\u00e1 instalados no canal do Terminal 2. A constru\u00e7\u00e3o do Complexo Industrial do Porto do A\u00e7u continuar\u00e1 se desenvolvendo com as obras de infraestrutura (pavimenta\u00e7\u00e3o, rede de esgotos, \u00e1gua, ilumina\u00e7\u00e3o, etc) e a ocupa\u00e7\u00e3o de sua retro\u00e1rea pelas empresas.<\/p>\n<p><strong>R.S. &#8211; Com a constru\u00e7\u00e3o do Porto de A\u00e7u, quais s\u00e3o os impactos sociais e financeiros que foram gerados a cidade de S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra?<br \/><\/strong><strong>Cristiane &#8211; <\/strong>O Porto do A\u00e7u \u00e9 um investimento privado na \u00e1rea de infraestrutura que beneficiar\u00e1 toda a log\u00edstica do Brasil, reduzindo custos e desobstruindo Portos e terminais congestionados na costa brasileira. As obras para constru\u00e7\u00e3o empregam hoje cerca de 9.500 pessoas, gerando emprego e renda para toda a regi\u00e3o do Norte Fluminense.\u00a0<\/p>\n<p>No Porto do A\u00e7u j\u00e1 foram investidos R$ 5,8 bilh\u00f5es e as empresas que est\u00e3o se instalando no Porto est\u00e3o investindo, adicionalmente, cerca de R$ 2,7 bilh\u00f5es na constru\u00e7\u00e3o de suas unidades industriais. Tudo isto contribui para o crescimento da arrecada\u00e7\u00e3o de impostos e gera oportunidades para o desenvolvimento da regi\u00e3o. Um exemplo \u00e9 que a arrecada\u00e7\u00e3o de ISS (Imposto Sobre Servi\u00e7os) em S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra saltou de R$ 750.186,89 em 2005, para R$ 33.604.357,40 em 2012, o que representa um crescimento de 4.379,46%.<\/p>\n<p><strong>R.S. \u2013 Qual \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre LLX, Prumo e Eike Batista?<br \/><\/strong><strong>Cristiane &#8211; <\/strong>Em outubro de 2013, o Grupo EIG, fundo americano que atua nas \u00e1reas de energia e infraestrutura, participou de uma opera\u00e7\u00e3o de aumento de capital que injetou R$ 1,3 bilh\u00e3o no caixa da Prumo.<\/p>\n<p>Em dezembro de 2013, a LLX passou a se chamar Prumo e a ser controlada pela EIG. A mudan\u00e7a de nome e de controle n\u00e3o alterou em nada a constru\u00e7\u00e3o do Porto do A\u00e7u, que segue com obras avan\u00e7adas. A EIG possui hoje 53% de participa\u00e7\u00e3o no capital social da Prumo e \u00e9 quem controla a companhia. O empres\u00e1rio Eike Batista det\u00e9m 20,9% da companhia.<\/p>\n<p><strong>R.S. \u2013 Houve negocia\u00e7\u00f5es para as desapropria\u00e7\u00f5es de terras dos agricultores do V Distrito de S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra. Quais s\u00e3o as implica\u00e7\u00f5es deste processo?<br \/><\/strong><strong>Cristiane &#8211;<\/strong> O processo de desapropria\u00e7\u00e3o \u00e9 realizado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro e conduzido pela Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro \u2013 Codin. O Distrito Industrial de S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra, o 11\u00ba criado pela Codin no estado, ir\u00e1 possibilitar a instala\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de ind\u00fastrias no entorno do empreendimento. Esta sinergia ir\u00e1 oferecer competitividade log\u00edstica \u00e0s empresas e gerar empregos.<\/p>\n<p><strong>R.S. \u2013 H\u00e1 especula\u00e7\u00f5es em torno de uma poss\u00edvel venda do Porto de A\u00e7u. Voc\u00ea acredita que isso pode ocorrer?<br \/><\/strong><strong>Cristiane &#8211;<\/strong> N\u00e3o h\u00e1 especula\u00e7\u00f5es sobre venda do Porto do A\u00e7u. Em outubro do ano passado o Grupo EIG, fundo americano que atua nas \u00e1reas de energia e infraestrutura, por meio de um aporte de capital, assumiu o controle da empresa. Diversas novas empresas est\u00e3o interessadas em se instalar no Porto do A\u00e7u e as negocia\u00e7\u00f5es est\u00e3o em andamento. Infelizmente, por for\u00e7a dos nossos entendimentos confidenciais n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel citar os nomes das empresas. A Companhia manter\u00e1 o mercado informado sobre futuros novos contratos.<\/p>\n<p><strong>R.S. \u2013 Por que o Porto do A\u00e7u pode ser considerado a maior base log\u00edstica para o desenvolvimento das reservas de pr\u00e9-sal?<br \/><\/strong><strong>Cristiane &#8211; <\/strong>O Porto do A\u00e7u possui caracter\u00edsticas \u00fanicas, como grande profundidade, localiza\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica e infraestrutura eficiente, e se apresenta como a principal solu\u00e7\u00e3o para a instala\u00e7\u00e3o de empresas do setor de O&amp;G gerando redu\u00e7\u00e3o de custo e maior produtividade para as empresas que exploram petr\u00f3leo na Bacia de Campos. No Porto poder\u00e3o ser instaladas bases para movimenta\u00e7\u00e3o e tratamento do petr\u00f3leo, base de apoio para as opera\u00e7\u00f5es offshore de E&amp;P e polo metalmec\u00e2nico dedicado \u00e0 ind\u00fastria de Petr\u00f3leo e G\u00e1s.<\/p>\n<p>Os fornecedores da cadeia de O&amp;G reconhecem as vantagens competitivas que o Porto do A\u00e7u oferece como plataforma para os seus neg\u00f3cios. O empreendimento \u00e9 um importante ativo que ir\u00e1 contribuir significativamente para o desenvolvimento e expans\u00e3o do setor de O&amp;G no Brasil. Al\u00e9m disso, h\u00e1 espa\u00e7o para um estaleiro de reparo para embarca\u00e7\u00f5es de grande porte, projeto que est\u00e1 em desenvolvimento.<\/p>\n<p><strong>R.S. \u2013 A Petrobras seria uma parceria valiosa para o Porto do A\u00e7u?<\/strong><strong>Cristiane &#8211; <\/strong>Com o crescimento da produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, a Petrobras assim como outras petroleiras demandam servi\u00e7os e infraestrutura especializada para atend\u00ea-los. E o Porto do A\u00e7u \u00e9 hoje a melhor alternativa para esta ind\u00fastria. A Petrobras j\u00e1 \u00e9 uma parceira atrav\u00e9s de seus fornecedores NOV e Technip, j\u00e1 instalados no A\u00e7u.<\/p>\n<p><strong>R.S. \u2013 \u00c9 verdade que a americana Edison Chouest Offshore (ECO) vai investir R$ 950 milh\u00f5es para criar uma base de apoio offshore no Porto do A\u00e7u?<br \/><\/strong><strong>Cristiane &#8211;<\/strong> A Prumo assinou em abril um contrato de aluguel de \u00e1rea com a empresa americana Edison Chouest, que ir\u00e1 instalar uma base de apoio log\u00edstico offshore e estaleiro de reparos navais para suas pr\u00f3prias embarca\u00e7\u00f5es no Porto do A\u00e7u. A unidade, que poder\u00e1 receber 12 embarca\u00e7\u00f5es e atender\u00e1 aos atuais clientes da Edison Chouest, ser\u00e1 instalada no T2 (terminal onshore do empreendimento), que conta com 13 km de cais e 10m de calado, e que tem como foco atividades do setor de \u00f3leo e g\u00e1s.\u00a0<\/p>\n<p>A chegada da Edison Chouest contribuir\u00e1 para uma acelera\u00e7\u00e3o na ocupa\u00e7\u00e3o da retro\u00e1rea perto do canal T2. Uma base de apoio offshore no tamanho que a Chouest ir\u00e1 construir, representa uma importante \u00e2ncora que atrair\u00e1 toda a cadeia de produtos e servi\u00e7os mar\u00edtimos para a ind\u00fastria de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo a se instalar no Porto do A\u00e7u.<\/p>\n<p>O contrato de aluguel \u00e9 de uma \u00e1rea de 255.200 m2 pelo per\u00edodo de 15 anos, renov\u00e1veis por mais 3 per\u00edodos de 5 anos. O cais de 440 metros ter\u00e1 capacidade para 12 ber\u00e7os. A empresa possui ainda a possibilidade de aumentar em 220 metros o cais em at\u00e9 12 meses e mais 220 metros em at\u00e9 18 meses, podendo dobrar sua capacidade e atingir 880 metros de cais, com capacidade para 18 embarca\u00e7\u00f5es, e uma \u00e1rea de at\u00e9 510.400 m2.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o \u00e9 que sejam investidos R$ 950 milh\u00f5es no desenvolvimento da unidade, que deve come\u00e7ar a operar no in\u00edcio de 2015. No total, ser\u00e3o gerados 900 empregos na base.<\/p>\n<p>Fonte: Reda\u00e7\u00e3o SINCOMAM \/ Margarida Putti<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empreendimento conta com dois terminais, um offshore e outro onshore. 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