{"id":8340,"date":"2014-10-14T09:00:11","date_gmt":"2014-10-14T12:00:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=8340"},"modified":"2014-10-14T09:00:11","modified_gmt":"2014-10-14T12:00:11","slug":"petrobras-pf-intima-12-empreiteiras-citadas-por-doleiro-em-delacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/petrobras-pf-intima-12-empreiteiras-citadas-por-doleiro-em-delacao\/","title":{"rendered":"Petrobras: PF intima 12 empreiteiras citadas por doleiro em dela\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Somadas, elas depositaram R$ 33,5 milh\u00f5es nas contas de empresas que, segundo Youssef, eram usadas apenas para emiss\u00e3o de notas frias<br \/><\/em><\/strong><\/p>\n<p>A Pol\u00edcia Federal intimou doze empresas a prestarem esclarecimentos sobre dep\u00f3sitos efetuados em empresas de fachada utilizadas pelo doleiro Alberto Youssef para lavagem de dinheiro de desvios da Petrobras. Somadas, essas empresas depositaram R$ 33,5 milh\u00f5es nas contas de quatro empresas que, segundo o doleiro, eram usadas apenas para emiss\u00e3o de notas frias que justificassem o repasse para os partidos pol\u00edticos &#8211; PT, PMDB e PP. <\/p>\n<p>Entre as intimadas est\u00e3o algumas das maiores empreiteiras do pa\u00eds e fornecedoras da estatal, como o Cons\u00f3rcio Mendes Junior\/MPE; o cons\u00f3rcio Rnest, capitaneado pela Engevix; duas empresas do grupo OAS, a Galv\u00e3o Engenharia, o cons\u00f3rcio Sehab e a Coesa Engenharia. Tamb\u00e9m fazem parte da lista as empresas Treviso, Piemonte e Jaragu\u00e1 Equipamentos Industriais, cujos nomes tamb\u00e9m aparecem na lista de depositantes.<\/p>\n<p>De acordo com as investiga\u00e7\u00f5es, a GFD Investimentos recebeu R$ 18,5 milh\u00f5es das empresas Piemonte Empreendimentos, que percente a um dos s\u00f3cios do grupo MPE, (R$ 8,5 milh\u00f5es), Treviso Empreendimentos (R$ 4,4 milh\u00f5es), R$ 5,5 milh\u00f5es do cons\u00f3rcio Mendes Junior\/MPE e da Mendes Jr Trading. <\/p>\n<p>A MO Consultoria foi a destinat\u00e1ria do restante, com dep\u00f3sitos da Investminas Participa\u00e7\u00f5es (R$ 4,3 milh\u00f5es), Cons\u00f3rcio Rnest (R$ 3,260 milh\u00f5es), Jaragu\u00e1 Equipamentos (R$ 1,941 milh\u00e3o), Galv\u00e3o Engenharia (R$ 1,530 milh\u00e3o), Construtora OAS (R$ 619,4 mil), OAS Engenharia e Participa\u00e7\u00f5es (R$ 563 mil), Coesa Engenharia (R$ 435 mil) e Cons\u00f3rcio Sehab (R$ 431 mil).<\/p>\n<p>Todas as empresas dever\u00e3o anexar a documenta\u00e7\u00e3o referente aos pagamentos. Para a Justi\u00e7a Federal, elas ter\u00e3o oportunidade de esclarecer se os pagamentos tiveram &#8220;causa l\u00edcita&#8221; e, inclusive, colaborar com as investiga\u00e7\u00f5es, uma vez que v\u00e1rias j\u00e1 manifestaram inten\u00e7\u00e3o de prestar informa\u00e7\u00f5es sobre o esquema de desvio de recursos de obras da Petrobras.<\/p>\n<p>Acusadas de forma\u00e7\u00e3o de cartel pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e pelo doleiro, as fornecedoras da Petrobras dever\u00e3o tamb\u00e9m ser alvo de investiga\u00e7\u00e3o do Conselho Administrativo de Defesa Econ\u00f4mica (Cade), a exemplo das fornecedoras do Metr\u00f4, que foram acusadas pela alem\u00e3 Siemens de atuar em cartel.<\/p>\n<p>O Cade informou ao GLOBO nesta segunda-feira que a Procuradoria Geral do \u00f3rg\u00e3o j\u00e1 pediu acesso aos depoimentos e documentos relativos a ind\u00edcios de cartel e que a abertura da investiga\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser feita pela Superintend\u00eancia Geral do Cade. O compartilhamento de provas, que est\u00e3o dispersos em v\u00e1rios processos abertos em decorr\u00eancia da Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato, dever\u00e1 seguir tr\u00e2mite espec\u00edfico. Na Justi\u00e7a, as empresas ter\u00e3o de se manifestar em processos criminais abertos para investigar evas\u00e3o de divisas e lavagem de dinheiro. No Cade, o processo \u00e9 administrativo para apurar se as empresas cometeram infra\u00e7\u00e3o \u00e0 ordem econ\u00f4mica.<\/p>\n<p><strong>Veja a lista de dep\u00f3sitos e empresas:<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 8.530.918,57 na conta da GFD Investimentos por parte da empresa Piemonte Empreendimentos Ltda.;<\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 4.400.000,00 na conta da GFD Investimentos por parte da empresa Treviso Empreendimentos Ltda.;<\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 2.533.950,00 na conta da GFD Investimentos por parte de Cons\u00f3rcio Mendes J\u00fanior MPE SE;<\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 3.021.970,00 na conta da GFD Investimentos por parte de Mendes Jr. Trading E Engenharia;<\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 4.317.100,00 na conta da MO Consultoria por parte de Investminas Participa\u00e7\u00f5es S\/A;<\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 3.260.349,00 na conta da MO Consultoria por parte de Cons\u00f3rcio RNEST O. C. Edifica\u00e7\u00f5es, capitaneado pela empresa Engevix Engenharia S\/A;<\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 1.941.944,24 na conta da MO Consultoria por parte de Jaragu\u00e1 Equipamentos Industriais;<\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 1.530.158,56 na conta da MO Consultoria por parte de Galv\u00e3o Engenharia S\/A;<\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 619.410,00 na conta da MO Consultoria por parte de Construtora OAS Ltda.;<\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 563.100,00 na conta da MO Consultoria por parte da OAS Engenharia e Participa\u00e7\u00f5es S\/A;<\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 435.509,72 na conta da MO Consultoria por parte da Coesa Engenharia Ltda.; e<\/p>\n<p>&#8211; dep\u00f3sitos de R$ 431.710,00 na conta da MO Consultoria por parte de Cons\u00f3rcio SEHAB.<\/p>\n<p>Fonte: O Globo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Somadas, elas depositaram R$ 33,5 milh\u00f5es nas contas de empresas que, segundo Youssef, eram usadas apenas para emiss\u00e3o de notas frias A Pol\u00edcia Federal intimou&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":8110,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-8340","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8340","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8340"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8340\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8341,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8340\/revisions\/8341"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8110"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8340"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8340"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8340"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}