{"id":8114,"date":"2014-10-01T11:46:22","date_gmt":"2014-10-01T14:46:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=8114"},"modified":"2014-10-01T11:46:22","modified_gmt":"2014-10-01T14:46:22","slug":"porto-de-santos-lidera-movimentacao-entre-portos-publicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-de-santos-lidera-movimentacao-entre-portos-publicos\/","title":{"rendered":"Porto de Santos lidera movimenta\u00e7\u00e3o entre portos p\u00fablicos"},"content":{"rendered":"<p>O porto de Santos liderou a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas entre os portos organizados (p\u00fablicos) brasileiros no segundo trimestre do ano, com a opera\u00e7\u00e3o de 23,13 milh\u00f5es de toneladas. Se forem inclu\u00eddos os terminais de uso privado (TUP), o complexo santista fica em terceiro lugar, sendo superado apenas pelas instala\u00e7\u00f5es da Vale em Ponta da Madeira (MA) e Tubar\u00e3o (ES), especializados no embarque do pesado min\u00e9rio de ferro.<\/p>\n<p>Esses dados integram o boletim informativo portu\u00e1rio do segundo trimestre do ano, da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq, \u00f3rg\u00e3o regulador do setor), divulgado na \u00faltima sexta-feira (26). O relat\u00f3rio traz o balan\u00e7o das opera\u00e7\u00f5es de todos os portos p\u00fablicos e das instala\u00e7\u00f5es privadas no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os 23,13 milh\u00f5es de toneladas escoados pelo cais santista apontam uma queda de 3 milh\u00f5es de toneladas (11,5%), em rela\u00e7\u00e3o ao total obtido no segundo semestre do ano passado. De acordo com t\u00e9cnicos do \u00f3rg\u00e3o regulador, esse decl\u00ednio foi motivado, principalmente, por retra\u00e7\u00f5es nos carregamentos de a\u00e7\u00facar (-21,9%) e soja (-18,8%).<\/p>\n<p>Movimenta\u00e7\u00e3o no cais santista sofreu queda de 11,5% em rela\u00e7\u00e3o ao total obtido no segundo semestre do ano anterior<\/p>\n<p>Ainda conforme a an\u00e1lise da Antaq, a redu\u00e7\u00e3o registrada no cais santista \u2013 associada \u00e0s diminui\u00e7\u00f5es em Santar\u00e9m, no Par\u00e1, (de 1,17 milh\u00e3o para 720,7 mil toneladas, 38,5% a menos) e no Rio de Janeiro (de 1,96 milh\u00e3o para 1,56 milh\u00e3o de toneladas, 20,2% inferior) \u2013 contribuiu para a o \u201cbaixo desempenho dos portos organizados no per\u00edodo\u201d.<\/p>\n<p>No segundo trimestre do ano, os complexos p\u00fablicos responderam por 88,8 milh\u00f5es de toneladas, 2,6% a mais do que de abril a junho do ano passado. Os TUP somaram 155,4 milh\u00f5es de toneladas, alta de 6,4%. No total, o sistema portu\u00e1rio embarcou ou desembarcou 244,2 milh\u00f5es de toneladas, um crescimento de 5%.<\/p>\n<p><strong>Mercadorias<\/strong><\/p>\n<p>No segundo trimestre, a carga mais movimentada nas instala\u00e7\u00f5es p\u00fablicas ou privadas do Pa\u00eds foi o min\u00e9rio de ferro. Foram 85,07 milh\u00f5es de toneladas, um aumento de 8,8%. Considerando o primeiro semestre, por\u00e9m, foram 160,73 milh\u00f5es de toneladas, queda de 51%.<\/p>\n<p>Lideraram os embarques da mercadoria a TUP Ponta da Madeira (26, 73 milh\u00f5es de toneladas no segundo trimestre), TUP Tubar\u00e3o (24,68 milh\u00f5es de toneladas) e o Porto de Itagua\u00ed (14,14 milh\u00f5es de toneladas), no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>O movimento de cont\u00eaineres chegou a 24,69 milh\u00f5es de toneladas e a 2,29 milh\u00f5es de TEU (unidade equivalente a um cont\u00eainer de 20 p\u00e9s) no trimestre. Santos foi o porto que mais operou cargas conteinerizadas, respondendo por 30,67% da tonelagem nacional e 31,47% da quantidade de TEU.<\/p>\n<p>Fonte: Tribuna Online\/Leopoldo Figueiredo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O porto de Santos liderou a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas entre os portos organizados (p\u00fablicos) brasileiros no segundo trimestre do ano, com a opera\u00e7\u00e3o de 23,13&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-8114","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8114","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8114"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8114\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8115,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8114\/revisions\/8115"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8114"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8114"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8114"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}