{"id":8106,"date":"2014-10-01T11:18:48","date_gmt":"2014-10-01T14:18:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=8106"},"modified":"2014-10-01T11:18:48","modified_gmt":"2014-10-01T14:18:48","slug":"usina-de-ondas-do-pecem-esta-abandonada-ha-um-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/usina-de-ondas-do-pecem-esta-abandonada-ha-um-ano\/","title":{"rendered":"Usina de ondas do Pec\u00e9m est\u00e1 abandonada h\u00e1 um ano"},"content":{"rendered":"<p>Com opera\u00e7\u00f5es iniciadas em 2012, a usina de ondas do Pec\u00e9m, pioneira do tipo na Am\u00e9rica Latina, j\u00e1 est\u00e1 abandonada h\u00e1 cerca de um ano. O Instituto Alberto Luiz Coimbra de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que era respons\u00e1vel pelo projeto, atualmente trabalha com um novo prot\u00f3tipo, s\u00f3 que este est\u00e1 em terras fluminenses.<\/p>\n<p>Conforme informa\u00e7\u00f5es publicadas no jornal O Globo, o projeto do Pec\u00e9m foi abandonado pela Coppe pelo fim do contrato de pesquisa com a Tractebel Energia. A empresa privada investiu R$ 15 milh\u00f5es no empreendimento. Al\u00e9m disso, o prot\u00f3tipo do Cear\u00e1 necessitava de melhorias tecnol\u00f3gicas.<\/p>\n<p>Procurada pelo Di\u00e1rio do Nordeste, a Coppe, por meio de sua assessoria de imprensa, confirmou as informa\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o conseguiu contactar, para entrevista sobre o assunto, o porta-voz do instituto, o professor Segen Estefen, o qual exercia a fun\u00e7\u00e3o de coordenador da usina.<\/p>\n<p><strong>Retomada em 2017<\/strong><\/p>\n<p>Em entrevista ao peri\u00f3dico carioca, contudo, o professor chegou a afirmar que a Coppe pretende, a partir de 2017, retomar os experimentos no Cear\u00e1 &#8211; e chegou a considerar a planta &#8220;um sucesso&#8221;. As obras de expans\u00e3o, hoje em execu\u00e7\u00e3o no Porto do Pec\u00e9m, tamb\u00e9m teriam contribu\u00eddo para o abandono do projeto.<\/p>\n<p>Desta forma, caso venha a ser retomado, o projeto de gera\u00e7\u00e3o de energia usando as ondas do mar dever\u00e1 ser instalado em um outro lugar, e n\u00e3o mais no terminal portu\u00e1rio cearense.<\/p>\n<p><strong>Capacidade instalada<\/strong><\/p>\n<p>O empreendimento energ\u00e9tico instalado no Pec\u00e9m tem capacidade de gerar 50 kilowatts (kW). Ainda em 2012, o projeto obteve Licen\u00e7a de Opera\u00e7\u00e3o do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis) para funcionar at\u00e9 o ano de 2020.<\/p>\n<p>O Cear\u00e1 foi escolhido para abrigar o mecanismo, principalmente pela const\u00e2ncia dos seus ventos al\u00edsios. O movimento desse tipo de ar gera ondas regulares no mar cearense. Elas n\u00e3o atingem n\u00edveis elevados, como no Hava\u00ed, por exemplo, mas s\u00e3o constantes, fator que aumenta a efici\u00eancia da usina de ondas.<\/p>\n<p><strong>O projeto fluminense<\/strong><\/p>\n<p>Por hora, a Coppe estar\u00e1 focada na nova usina de ondas em instala\u00e7\u00e3o no Rio. Em parceria com Furnas e a empresa Seahorse Wave Energy, o projeto conta com investimento de R$ 9 milh\u00f5es (vindo de Furnas) e est\u00e1 programado para entrar em opera\u00e7\u00e3o em 2015.<\/p>\n<p>A planta prop\u00f5e a instala\u00e7\u00e3o de um conversor offshore, a cerca de 14 quil\u00f4metros da praia de Copacabana, com capacidade instalada de 100 kW &#8211; o dobro da usina cearense.<\/p>\n<p>A usina ficar\u00e1 a uma profundidade de 20 metros e, em sua capacidade m\u00e1xima, a eletricidade gerada pode abastecer o equivalente a 200 casas residenciais.<\/p>\n<p>Estima-se que, com oito mil quil\u00f4metros de costa, o Brasil possui um potencial para energia das mar\u00e9s que pode chegar a 114 gigawatts, que chega a ser quase a atual capacidade instalada de energia el\u00e9trica no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio do Nordeste (CE)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com opera\u00e7\u00f5es iniciadas em 2012, a usina de ondas do Pec\u00e9m, pioneira do tipo na Am\u00e9rica Latina, j\u00e1 est\u00e1 abandonada h\u00e1 cerca de um ano&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":8107,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-8106","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8106","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8106"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8106\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8108,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8106\/revisions\/8108"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8107"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8106"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8106"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8106"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}