{"id":8062,"date":"2014-09-30T08:20:47","date_gmt":"2014-09-30T11:20:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=8062"},"modified":"2014-09-29T17:24:52","modified_gmt":"2014-09-29T20:24:52","slug":"viabilidade-da-hidrovia-do-rio-parnaiba-deve-custar-r-24-bilhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/viabilidade-da-hidrovia-do-rio-parnaiba-deve-custar-r-24-bilhoes\/","title":{"rendered":"Viabilidade da hidrovia do rio Parna\u00edba deve custar R$ 2,4 bilh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>O estudo de Viabilidade T\u00e9cnico-Econ\u00f4mica e Ambiental &#8211; EVTEA para implanta\u00e7\u00e3o da Hidrovia do Parna\u00edba foi apresentado na \u00faltima sexta-feira (26), durante semin\u00e1rio em Teresina. A proposta \u00e9 analisar a possibilidade de tornar os rios Parna\u00edba e Balsas naveg\u00e1veis, visando \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de um corredor de 1.491 km, destinado principalmente ao escoamento de gr\u00e3os produzidos nos cerrados piauienses.<\/p>\n<p>De acordo com estudo encomendado pelo Governo Federal, ser\u00e1 necess\u00e1rios o valor de R$ 2,4 bilh\u00f5es para tornar vi\u00e1vel a hidrovia do Rio Parna\u00edba, da regi\u00e3o de Ribeiro Gon\u00e7alves at\u00e9 o Delta do Parna\u00edba. Mas devido o alto valor do projeto, a poss\u00edvel constru\u00e7\u00e3o da hidrovia foi dividida em etapas.<\/p>\n<p>O representante do cons\u00f3rcio Hidrotopo DZETA, respons\u00e1vel por realizar o estudo, afirma que na primeira etapa da obra ser\u00e3o investidos o valor de R$ 400 milh\u00f5es. \u201cFoi uma forma de tornar mais vi\u00e1vel. Na primeira etapa ser\u00e3o abrangidos os munic\u00edpios que passam de Ribeiro Gon\u00e7alves a Teresina. O tempo da obra seria de 4 a 5 anos\u201d, explicou.<\/p>\n<p>A elabora\u00e7\u00e3o do estudo de viabilidade da hidrovia conta com recursos do PAC 2, no valor de R$ 5.810.342,47. O estudo foi realizado entre os anos de 20134 e 2014 e contemplou todas as cidades ribeirinhas ao rio Parna\u00edba e Balsas no Maranh\u00e3o. De acordo com o deputado Jesus Rodrigues (PT), a hidrovia do Rio Parna\u00edba tornaria poss\u00edvel a constru\u00e7\u00e3o do porto de Lu\u00eds Correia. Depois desta primeira etapa a inten\u00e7\u00e3o seria chegar at\u00e9 o Delta. O escoamento da produ\u00e7\u00e3o iria ocorrer por meio do porto. \u201cPor isso, afirmo que a hidrovia deixa o porto vi\u00e1vel devido essa necessidade\u201d, comentou.<\/p>\n<p>O superintendente da AHINOR \u2013 Administra\u00e7\u00e3o das Hidrovias do Nordeste, Antonio Valente, \u00e9 preciso que o estudo avalie os impactos ambientais. \u201cSer\u00e3o interven\u00e7\u00f5es com dragas, sinaliza\u00e7\u00e3o e balizamento da via. Al\u00e9m do desenvolvimento econ\u00f4mico precisamos saber quais os impactos ambientais. O desenvolvimento deve est\u00e1 aliado \u00e0s quest\u00f5es ambientais. Mas pelo estudo feito a hidrovia \u00e9 vi\u00e1vel\u201d, disse.<\/p>\n<p>A hidrovia do Rio Parna\u00edba se tornaria mais vi\u00e1vel com a conclus\u00e3o de obras como o Porto de Lu\u00eds Correia e as quatro hidrel\u00e9tricas previstas para serem conclu\u00eddas no rio. Por\u00e9m, os dois projetos se arrastam h\u00e1 anos e nunca sa\u00edram do papel. \u201cSe as hidrel\u00e9tricas dos munic\u00edpios de Ribeiro Gon\u00e7alves, Palmeiras, Floriano e Amarante fossem conclu\u00eddas haveria o aumento do volume de \u00e1gua e a navega\u00e7\u00e3o seria facilitada\u201d, comentou o deputado Jesus Rodrigues.<\/p>\n<p>Fonte: Jornal O DIA<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estudo de Viabilidade T\u00e9cnico-Econ\u00f4mica e Ambiental &#8211; EVTEA para implanta\u00e7\u00e3o da Hidrovia do Parna\u00edba foi apresentado na \u00faltima sexta-feira (26), durante semin\u00e1rio em Teresina&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":4442,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-8062","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8062","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8062"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8062\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8063,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8062\/revisions\/8063"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4442"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8062"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8062"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8062"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}