{"id":7606,"date":"2014-09-05T09:49:16","date_gmt":"2014-09-05T12:49:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=7606"},"modified":"2014-09-05T09:49:16","modified_gmt":"2014-09-05T12:49:16","slug":"estaleiro-de-alagoas-ainda-e-uma-incognita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/estaleiro-de-alagoas-ainda-e-uma-incognita\/","title":{"rendered":"Estaleiro de Alagoas ainda \u00e9 uma inc\u00f3gnita"},"content":{"rendered":"<p>Diferentemente do que foi alardeado nos \u00faltimos dias, o ENOR- Estaleiro do Nordeste ainda n\u00e3o obteve do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis) a licen\u00e7a para sua instala\u00e7\u00e3o no munic\u00edpio de Coruripe.<\/p>\n<p>Autorizada pelo \u00f3rg\u00e3o no dia 1\u00ba deste m\u00eas, ela ainda depende do pagamento de uma taxa de pouco mais de R$ 177 mil por parte do empres\u00e1rio Germ\u00e1n Efromovich para ser liberada e, o mais importante, de recursos para que o empreendimento, cujos investimentos est\u00e3o or\u00e7ados em R$ 2,2 bilh\u00f5es, saia efetivamente do papel.<\/p>\n<p>Com a celeuma criada esta semana pelo governo do Estado e parte da imprensa local, passou-se a imaginar que, finalmente, cinco anos ap\u00f3s ter sido anunciado, as obras do projeto apontado como a reden\u00e7\u00e3o para a economia de Alagoas come\u00e7ariam ainda em 2014.<\/p>\n<p>Infelizmente n\u00e3o \u00e9 bem assim. \u00c9 claro que um empreendimento do porte do ENOR vai alavancar a gera\u00e7\u00e3o de empregos e renda, mas o caminho ainda \u00e9 longo e cheios de percal\u00e7os e \u00e9 quase certo que ele s\u00f3 comece a ser implantado num per\u00edodo n\u00e3o inferior a quatro anos.<\/p>\n<p>Fonte: Jornal Extra de Alagoas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diferentemente do que foi alardeado nos \u00faltimos dias, o ENOR- Estaleiro do Nordeste ainda n\u00e3o obteve do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":5424,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-7606","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7606","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7606"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7606\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7607,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7606\/revisions\/7607"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5424"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7606"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7606"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7606"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}