{"id":7497,"date":"2014-09-01T08:04:42","date_gmt":"2014-09-01T11:04:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=7497"},"modified":"2014-08-31T23:47:11","modified_gmt":"2014-09-01T02:47:11","slug":"apm-pede-rapidez-em-licitacoes-de-manaus-e-suape-para-investir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/apm-pede-rapidez-em-licitacoes-de-manaus-e-suape-para-investir\/","title":{"rendered":"APM pede rapidez em licita\u00e7\u00f5es de Manaus e Suape para investir"},"content":{"rendered":"<p>Interessada nas licita\u00e7\u00f5es dos terminais de cont\u00eaineres nos portos de Suape (PE) e Manaus (AM), a APM Terminals, operadora mundial, defende mais rapidez no lan\u00e7amento dos editais, cujo cronograma est\u00e1 atrasado. Ambos est\u00e3o, respectivamente, no terceiro e quarto blocos do programa federal de arrendamentos. Mas o governo ainda tenta destravar no Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU) o lan\u00e7amento dos editais do primeiro bloco, que inclui \u00e1reas nos portos de Santos (SP) e nos do Par\u00e1.<\/p>\n<p>Uma das possibilidades seria antecipar o lan\u00e7amento dos editais no segundo bloco ou lan\u00e7\u00e1-los isoladamente. Mantido o ritmo atual, empres\u00e1rios temem que os arrendamentos de Manaus e Suape levem at\u00e9 tr\u00eas anos para serem feitos, acentuando a falta de capacidade em rela\u00e7\u00e3o ao volume a ser escoado.<\/p>\n<p>Como prestadora de servi\u00e7o, a APM Terminals diz que seu interesse em investir em nova infraestrutura portu\u00e1ria \u00e9 determinado pela demanda de seus clientes &#8211; os armadores e os donos de cargas. E que pelo menos desde 2007, afirma Bart Wiersum, diretor de desenvolvimento de novos neg\u00f3cios da empresa no Brasil, a ind\u00fastria de Manaus reivindica um novo terminal de cont\u00eaineres. Necessidade que dever\u00e1 ser ampliada agora, com a recente renova\u00e7\u00e3o da Zona Franca por mais 50 anos.<\/p>\n<p>&#8220;Para destravar esses gargalos \u00e9 necess\u00e1rio que os editais sejam lan\u00e7ados com certa rapidez, obviamente com toda seguran\u00e7a e clareza jur\u00eddica&#8221;, diz o executivo.<\/p>\n<p>A APM atua no Brasil em tr\u00eas terminais. Tem 50% das a\u00e7\u00f5es da Brasil Terminal Portu\u00e1rio (BTP), em Santos (SP), 75% de um terminal no porto de Pec\u00e9m (CE), e 100% de outro em Itaja\u00ed (SC). Todos s\u00e3o arrendamentos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>&#8220;Dependendo do neg\u00f3cio, podemos entrar sozinhos ou com parceiros&#8221;, diz Wiersum, sobre a estrat\u00e9gia para disputar a opera\u00e7\u00e3o dos futuros terminais de Suape e Manaus. Cada um dever\u00e1 ter capacidade anual de movimenta\u00e7\u00e3o entre 600 mil e 700 mil Teus (cont\u00eaineres de 20 p\u00e9s).<\/p>\n<p>Em 2010, antes de aprovado o novo marco regulat\u00f3rio do setor, a APM Terminals realizou os estudos que embasariam a elabora\u00e7\u00e3o do edital de Manaus. &#8220;A APM Terminals j\u00e1 investiu no passado e continuar\u00e1 investindo aqui no Brasil&#8221;, afirma Wiersum.<\/p>\n<p>No mundo, a companhia, pertencente ao grupo dinamarqu\u00eas Maersk, est\u00e1 presente em 67 pa\u00edses com opera\u00e7\u00f5es sozinha ou em parceria. S\u00e3o 64 terminais portu\u00e1rios e 150 retroportu\u00e1rios. Movimentou 36,3 milh\u00f5es de Teus em 2013.<\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, atualmente a empresa constr\u00f3i um terminal no M\u00e9xico, que ter\u00e1 oferta para escoar 4,1 milh\u00f5es de Teus, e outro na Costa Rica, para 1,3 milh\u00e3o de Teus. E expande sua instala\u00e7\u00e3o no Peru, cuja capacidade ser\u00e1 para 2,9 milh\u00f5es de Teus.<\/p>\n<p>Fonte: Valor Econ\u00f4mico\/Fernanda Pires | De Santos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Interessada nas licita\u00e7\u00f5es dos terminais de cont\u00eaineres nos portos de Suape (PE) e Manaus (AM), a APM Terminals, operadora mundial, defende mais rapidez no lan\u00e7amento&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":6524,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-7497","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7497","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7497"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7497\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7498,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7497\/revisions\/7498"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6524"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7497"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7497"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7497"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}