{"id":7427,"date":"2014-08-27T08:27:47","date_gmt":"2014-08-27T11:27:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=7427"},"modified":"2014-08-26T23:33:19","modified_gmt":"2014-08-27T02:33:19","slug":"sep-e-ivig-lancam-manuais-de-boas-praticas-portuarias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/sep-e-ivig-lancam-manuais-de-boas-praticas-portuarias\/","title":{"rendered":"SEP e Ivig lan\u00e7am manuais de boas pr\u00e1ticas portu\u00e1rias"},"content":{"rendered":"<p><span>Levantamento realizado por pesquisadores do Instituto Virtual Internacional de Mudan\u00e7as Globais (IVIG\/COPPE\/UFRJ), e uma rede formada por 17 Institui\u00e7\u00f5es, estima que no ano passado os 22 portos que participam do Programa de Gerenciamento de Res\u00edduos S\u00f3lidos e Efluentes geraram, aproximadamente, 5,3 mil toneladas de material recicl\u00e1vel (contando somente metal, papel e pl\u00e1stico). Este volume de res\u00edduos se fosse comercializado, daria um retorno financeiro para os portos de cerca de R$ 2 milh\u00f5es. \u201cEste \u00e9 apenas um exemplo do potencial econ\u00f4mico dos res\u00edduos gerados na \u00e1rea portu\u00e1ria que pode ser transformado em receita\u201d, comentou o coordenador executivo do IVIG\/COPPE\/UFRJ, Marcos Freitas.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p><span>Esses resultados fazem parte do Guia de Boas Pr\u00e1ticas Portu\u00e1rias (lan\u00e7ado no final de 2013) e dos 22 Manuais de Boas Pr\u00e1ticas Portu\u00e1rias. As recomenda\u00e7\u00f5es e sugest\u00f5es de adequa\u00e7\u00e3o contidas nos manuais garantem condi\u00e7\u00f5es ambientais seguras e em conformidade com a legisla\u00e7\u00e3o e at\u00e9 possibilidades de gera\u00e7\u00e3o de receita. O Programa, proposto e coordenado pelo Departamento de Revitaliza\u00e7\u00e3o e Moderniza\u00e7\u00e3o Portu\u00e1ria, da Secretaria de Portos da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica (SEP\/PR), inclui as \u00e1reas de res\u00edduos, efluentes l\u00edquidos e fauna sinantr\u00f3pica nociva (ratos, pombos, insetos e outros animais). E j\u00e1 est\u00e1 em andamento a 2\u00aa fase do Programa, quando ser\u00e3o implementadas as recomenda\u00e7\u00f5es e executados os Projetos B\u00e1sicos das alternativas propostas em cada um dos portos.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p><span>O Programa tamb\u00e9m constatou que apenas dois portos \u2013 Itaja\u00ed e Recife &#8211; n\u00e3o precisam construir ou adequar uma \u00e1rea para destina\u00e7\u00e3o de res\u00edduos porque j\u00e1 a possuem. Mas no geral, os portos est\u00e3o praticamente no mesmo n\u00edvel em rela\u00e7\u00e3o ao gerenciamento de seus res\u00edduos. N\u00e3o h\u00e1 uma uniformidade nos procedimentos operacionais, desde a origem at\u00e9 a destina\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos s\u00f3lidos. Nos Manuais elaborados para cada um dos 22 portos est\u00e3o previstas a\u00e7\u00f5es para que promovam ajustes.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p><span>O diagn\u00f3stico tamb\u00e9m mostrou um cen\u00e1rio para os\u00a0 efluentes sanit\u00e1rios: 17 dos 22 portos estudados necessitam buscar solu\u00e7\u00f5es nesta tem\u00e1tica. Segundo o professor, j\u00e1 est\u00e3o sendo desenvolvidos projetos b\u00e1sicos para resolver esta quest\u00e3o, que envolvem a implanta\u00e7\u00e3o de redes de coleta de esgoto e tratamento, que se dar\u00e1 por meio da constru\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00f5es de tratamento como nos Portos de Bel\u00e9m, Itaqui (MA) e S\u00e3o Francisco do Sul (SC). Ele tamb\u00e9m comentou que algumas solu\u00e7\u00f5es poss\u00edveis incluem a cria\u00e7\u00e3o de uma conex\u00e3o com a rede de esgotamento sanit\u00e1rio da cidade, como no caso dos portos de Recife, Salvador e Rio de Janeiro.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p><span>A fauna sinantr\u00f3pica nociva \u2014 pombos, roedores, baratas, mosquitos, moscas \u2014 tamb\u00e9m foi catalogada. Nos terminais que possuem movimenta\u00e7\u00e3o e armazenagem de gr\u00e3os perec\u00edveis, por exemplo, insetos, roedores e pombos s\u00e3o os mais comuns. Dos 22 portos do programa, 18 movimentam gr\u00e3os e 13 t\u00eam grande presen\u00e7a de pombos e moscas. Os quatro que n\u00e3o realizam movimenta\u00e7\u00e3o de cargas de granel \u2014 Vila do Conde (PA), Aratu-Candeias (BA), Itagua\u00ed (RJ) e Itaja\u00ed (SC) \u2014 registraram \u00edndices de infesta\u00e7\u00e3o muito baixos ou iguais a zero. \u201cAs medidas de controle gerais recomendadas pelos manuais podem impedir a entrada, o alojamento e a propaga\u00e7\u00e3o desses animais, evitando problemas para a economia portu\u00e1ria, a sa\u00fade dos trabalhadores e ao ambiente como um todo\u201d, explicou Marcos Freitas.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p><span>\u201cUm novo paradigma na gest\u00e3o ambiental portu\u00e1ria se estabelece, com o suporte da parceria entre portos e universidades locais, e outras institui\u00e7\u00f5es de ensino e pesquisa, ber\u00e7o de ideias inovadoras, promotores e difusores do conhecimento, na busca do desenvolvimento sustent\u00e1vel portu\u00e1rio em ambiente de mercado competitivo e no melhor n\u00edvel de rela\u00e7\u00e3o porto-cidade, virtudes complementares do bom investimento do dinheiro p\u00fablico\u201d, conclui Antonio Mauricio Ferreira Netto, Diretor do Departamento de Revitaliza\u00e7\u00e3o e Moderniza\u00e7\u00e3o Portu\u00e1ria da SEP\/PR.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p><span>A execu\u00e7\u00e3o do Programa \u00e9 coordenada pelo IVIG e desenvolvida pelo Programa de Planejamento Energ\u00e9tico (PPE) da COPPE\/UFRJ em parceria com uma rede de compet\u00eancias, formada por 17 Institui\u00e7\u00f5es de 14 estados. Com quase 300 pesquisadores, entre professores, doutores, mestres, graduados e estagi\u00e1rios, a Rede desenvolveu ainda trabalhos e linhas de pesquisa em temas de interesse estrat\u00e9gicos, como: legisla\u00e7\u00e3o e regula\u00e7\u00e3o ambiental, gest\u00e3o de res\u00edduos, gest\u00e3o ambiental, log\u00edstica, energia, tecnologias verdes e gest\u00e3o ambiental portu\u00e1ria. Ap\u00f3s o lan\u00e7amento dos Manuais de Boas Pr\u00e1ticas, a equipe de pesquisadores do IVIG e parceiros iniciam a 2\u00aa fase do Programa, quando ser\u00e3o implementadas as recomenda\u00e7\u00f5es e elaborados os Projetos B\u00e1sicos em cada um dos portos.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p><span>Portos integrantes do programa: Rio de Janeiro e Itagua\u00ed (RJ), Fortaleza, Natal, Recife, Suape, Cabedelo (PB), Macei\u00f3; Vila do Conde e Bel\u00e9m\/PA; Itaqui\/MA; Salvador, Aratu-Candeias e Ilh\u00e9us\/BA; Vit\u00f3ria\/ES; S\u00e3o Sebasti\u00e3o e Santos\/SP; S\u00e3o Francisco do Sul, Itaja\u00ed e Imbituba\/SC; Paranagu\u00e1\/PR e Rio Grande\/RS.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p><span>O Guia e os manuais est\u00e3o dispon\u00edveis no site<span class=\"apple-converted-space\">\u00a0<\/span><a href=\"http:\/\/www.cirps.coppe.ufrj.br\/\"><span style=\"color: windowtext;\">www.cirps.coppe.ufrj.br<\/span><\/a>.<\/p>\n<p><o:p><\/o:p><\/span>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento realizado por pesquisadores do Instituto Virtual Internacional de Mudan\u00e7as Globais (IVIG\/COPPE\/UFRJ), e uma rede formada por 17 Institui\u00e7\u00f5es, estima que no ano passado os&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":7428,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-7427","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7427","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7427"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7427\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7429,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7427\/revisions\/7429"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7428"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7427"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7427"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7427"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}