{"id":7396,"date":"2014-08-26T08:28:28","date_gmt":"2014-08-26T11:28:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=7396"},"modified":"2014-08-25T22:31:21","modified_gmt":"2014-08-26T01:31:21","slug":"refinaria-abreu-e-lima-vai-receber-primeiro-navio-de-petroleo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/refinaria-abreu-e-lima-vai-receber-primeiro-navio-de-petroleo\/","title":{"rendered":"Refinaria Abreu e Lima vai receber primeiro navio de petr\u00f3leo"},"content":{"rendered":"<p>O primeiro navio da Petrobras trazendo \u00f3leo da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, para processar na Refinaria Abreu e Lima (Rnest) tem data prevista para atracar no Porto de Suape, no pr\u00f3ximo dia 3. A chegada da embarca\u00e7\u00e3o vai marcar o in\u00edcio dos testes da unidade de refino com petr\u00f3leo passando nas tubovias (estruturas que levam o \u00f3leo cru do navio at\u00e9 a planta industrial) e na linha de produ\u00e7\u00e3o. A expectativa \u00e9 que a embarca\u00e7\u00e3o atraque no p\u00eder de gran\u00e9is l\u00edquidos (PGL) 3, um dos tr\u00eas ber\u00e7os constru\u00eddos exclusivamente para esse tipo de opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com previs\u00e3o de inaugurar no dia 4 de novembro, a Rnest tem capacidade para processar 230 mil barris por dia. A unidade vai transformar petr\u00f3leo em \u00f3leo diesel, nafta, coque de petr\u00f3leo, g\u00e1s liquefeito de petr\u00f3leo (GLP) e bunker (combust\u00edvel mar\u00edtimo). A previs\u00e3o inicial era que a Rnest recebesse tr\u00eas navios superpetroleiros por semana para abastecer a unidade, mas a falta de conclus\u00e3o da dragagem do canal externo deve fazer a Petrobras rever a estrat\u00e9gia.<\/p>\n<p>Nesse primeiro teste ser\u00e1 usado um navio menor para carregamento de petr\u00f3leo apenas para teste. Os superpetroleiros (com capacidade para transportar um milh\u00e3o de barris de petr\u00f3leo) precisa de uma profundidade de 20,5 metros. A dragagem do canal de acesso permitiria essa profundidade. Apesar de ter atingido 95,60% de execu\u00e7\u00e3o, o status atual n\u00e3o permite a atraca\u00e7\u00e3o desses navios gigantes.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Desenvolvimento de Pernambuco, M\u00e1rcio Stefanni, explica que a conclus\u00e3o da obra esbarrou em problemas t\u00e9cnicos e financeiros. Or\u00e7ada inicialmente em R$ 340 milh\u00f5es, a obra est\u00e1 paralisada desde maio de 2013. A constata\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia de pedras no fundo do canal fizeram o or\u00e7amento da dragagem explodir, em fun\u00e7\u00e3o da necessidade de implodir as pedras. O governo de Pernambuco informou a situa\u00e7\u00e3o \u00e0 Secretaria Especial de Portos, com a necessidade de complementar o investimento na obra em quase R$ 100 milh\u00f5es. O projeto acabou questionado pelo Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU) e a obra n\u00e3o voltou a avan\u00e7ar. Com o problema, a Petrobras ter\u00e1 que mudar a log\u00edstica, aumentando o n\u00famero de atraca\u00e7\u00f5es de navios menores (no lugar dos superpetroleiros) para transportar o petr\u00f3leo.<\/p>\n<p><strong>TESTE<\/strong><\/p>\n<p>Em novembro do ano passado, o Porto de Suape realizou a primeira movimenta\u00e7\u00e3o de carga de petr\u00f3leo, numa prepara\u00e7\u00e3o para atender a Abreu e Lima. Operado pela Petrobras, o navio tanque Aliakmon atracou no Pier de Gran\u00e9is L\u00edquidos (PGL) 3B, com uma carga de 13,5 mil toneladas de petr\u00f3leo cru proveniente de Xar\u00e9u, no Cear\u00e1. O material foi descarregado em outra embarca\u00e7\u00e3o, o navio tanque Norient Scorpius. O procedimento durou cerca de 24 horas e, depois, o navio seguiu para Manaus. A opera\u00e7\u00e3o foi um marco para o Porto de Suape.<\/p>\n<p>Fonte: Jornal do Commercio |(PE)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O primeiro navio da Petrobras trazendo \u00f3leo da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, para processar na Refinaria Abreu e Lima (Rnest) tem data&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":4453,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-7396","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7396","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7396"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7396\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7397,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7396\/revisions\/7397"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4453"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7396"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7396"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7396"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}