{"id":7295,"date":"2014-08-20T08:50:23","date_gmt":"2014-08-20T11:50:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=7295"},"modified":"2014-08-19T22:57:14","modified_gmt":"2014-08-20T01:57:14","slug":"shell-dobra-producao-e-avalia-novas-areas-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/shell-dobra-producao-e-avalia-novas-areas-no-pais\/","title":{"rendered":"Shell dobra produ\u00e7\u00e3o e avalia novas \u00e1reas no pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p>A Shell conseguiu praticamente dobrar sua produ\u00e7\u00e3o no Brasil no primeiro semestre e voltou a superar, em junho, o patamar de 90 mil barris di\u00e1rios, alcan\u00e7ado pela \u00faltima vez em 2011. O presidente da empresa no pa\u00eds, Andr\u00e9 Ara\u00fajo, anunciou ontem a continuidade dos esfor\u00e7os da petroleira na recupera\u00e7\u00e3o de seus atuais ativos, mas reiterou a inten\u00e7\u00e3o da multinacional em ampliar seu portf\u00f3lio no Brasil.<\/p>\n<p>&#8220;Estamos com apetite por novas \u00e1reas e estamos na expectativa de uma regularidade das rodadas&#8221;, comentou Ara\u00fajo.<\/p>\n<p>S\u00f3cia da Petrobras, da francesa Total e das chinesas CNPC e CNOOC no campo de Libra, a petroleira est\u00e1 presente atualmente em dois projetos produtores: o Parque das Conchas (BC-10), respons\u00e1vel por 65% da produ\u00e7\u00e3o da Shell no Brasil, e o campo de Bijupir\u00e1 &amp; Salema (35%), ambos na Bacia de Campos.<\/p>\n<p>De acordo com dados da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo (ANP), a Shell produziu, em m\u00e9dia, 70,1 mil barris di\u00e1rios de \u00f3leo equivalente (BOE\/dia) no acumulado do ano, at\u00e9 junho. O volume \u00e9 91% maior que a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do primeiro semestre de 2013, de 36,5 mil BOE\/dia. Em junho, a petroleira produziu, em m\u00e9dia, 96 mil BOE\/dia, uma alta de 146% na compara\u00e7\u00e3o anual.<\/p>\n<p>A Shell concluiu esta semana mais uma etapa do projeto Parque das Conchas, com a perfura\u00e7\u00e3o do \u00faltimo po\u00e7o previsto na terceira fase do projeto de desenvolvimento da \u00e1rea. A petroleira perfurou, ao todo, cinco po\u00e7os produtores e dois injetores de \u00e1gua nesta etapa.<\/p>\n<p>Com a conclus\u00e3o das perfura\u00e7\u00f5es, a petroleira inicia a completa\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o e conex\u00e3o de equipamentos submarinos nos po\u00e7os. A expectativa \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o da terceira fase do projeto comece em 2016 e atinja, no pico, entre 28 mil e 30 mil BOE\/dia.<\/p>\n<p>&#8220;Com a Fase 3, esperamos poder recuperar o decl\u00ednio natural da produ\u00e7\u00e3o do Parque das Conchas&#8221;, afirmou Ara\u00fajo.<\/p>\n<p>As novas fases de produ\u00e7\u00e3o da \u00e1rea visam compensar as perdas com o decl\u00ednio dos campos. No final do ano passado, a multinacional anglo-holandesa iniciou a segunda fase de produ\u00e7\u00e3o do projeto, onde a Shell det\u00e9m uma fatia de 50%, em sociedade com a indiana ONGC (27%) e a Qatar Petroleum (23%).<\/p>\n<p>A Shell come\u00e7ou a produzir no Parque das Conchas em 2009, nos campos de Abalone, Ostra e Argonauta. O pico de produ\u00e7\u00e3o, de mais de 90 mil de BOE\/dia, foi registrado em 2010, mas os n\u00fameros ca\u00edram para cerca de 35 mil BOE\/dia em 2013, antes da opera\u00e7\u00e3o da Fase 2.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do Parque das Conchas, a empresa atribui a alta da produ\u00e7\u00e3o ao projeto de recupera\u00e7\u00e3o de Bijupir\u00e1 &amp; Salema, operado pela Shell (80%), em parceria com a Petrobras (20%), onde a companhia tem investido para compensar o decl\u00ednio natural da \u00e1rea.<\/p>\n<p>&#8220;Fizemos algumas paradas na virada do ano, estamos injetando \u00e1gua e registramos at\u00e9 eleva\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o&#8221;, disse Ara\u00fajo.<\/p>\n<p>Fonte: Valor Econ\u00f4micoAndr\u00e9 Ramalho | Do Rio<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Shell conseguiu praticamente dobrar sua produ\u00e7\u00e3o no Brasil no primeiro semestre e voltou a superar, em junho, o patamar de 90 mil barris di\u00e1rios,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":7296,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-7295","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7295","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7295"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7295\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7297,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7295\/revisions\/7297"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7296"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7295"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7295"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7295"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}