{"id":7006,"date":"2014-08-04T08:22:35","date_gmt":"2014-08-04T11:22:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=7006"},"modified":"2014-08-01T21:24:17","modified_gmt":"2014-08-02T00:24:17","slug":"restricao-de-acesso-de-navios-ao-porto-pode-gerar-prejuizo-milionario-ao-rio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/restricao-de-acesso-de-navios-ao-porto-pode-gerar-prejuizo-milionario-ao-rio\/","title":{"rendered":"Restri\u00e7\u00e3o de acesso de navios ao porto pode gerar preju\u00edzo milion\u00e1rio ao Rio"},"content":{"rendered":"<p>A restri\u00e7\u00e3o de navegar pela Ba\u00eda de Guanabara, imposta pela Capitania dos Portos, por causa da competi\u00e7\u00e3o Aquece Rio Regata Internacional de Vela, primeiro evento-teste para os Jogos Ol\u00edmpicos de 2016, deve causar preju\u00edzo de milh\u00f5es de reais. A den\u00fancia \u00e9 de Andr\u00e9 de Seixas, diretor de uma empresa de log\u00edstica que est\u00e1 formando uma associa\u00e7\u00e3o de usu\u00e1rios de portos no estado, para buscar melhorias na presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os portu\u00e1rios.<\/p>\n<p>A navega\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 proibida na parte sul da Ba\u00eda de Guanabara entre os dias 3 e 9 de agosto, das 11h \u00e0s 17h. De acordo com Seixas, isso inviabiliza a opera\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria, j\u00e1 que os navios n\u00e3o poder\u00e3o entrar nem sair da ba\u00eda. Ele trabalha no setor h\u00e1 22 anos e afirma que nenhum pa\u00eds fecha seus portos.<\/p>\n<p>\u201cUm porto \u00e9 uma fronteira comercial, e todos os pa\u00edses, mesmo que sejam emergentes ou de primeiro mundo, jamais fecham seus portos. Porto nesses pa\u00edses \u00e9 uma coisa sagrada, voc\u00ea n\u00e3o pode fechar, voc\u00ea n\u00e3o pode impedir o acesso de um navio a um porto, ainda mais em hor\u00e1rio comercial. A gente sabia que a regata iria acontecer, o que a gente n\u00e3o sabia \u00e9 que seria na parte sul da ba\u00eda, onde est\u00e3o os terminais, e isso impediria a entrada de navios\u201d, explicou.<\/p>\n<p>De acordo com ele, \u201ccentenas\u201d de navios utilizam o Porto do Rio toda semana, e o preju\u00edzo causado pelas horas que ter\u00e3o que ficar parados fora da ba\u00eda \u00e9 \u201cincomensur\u00e1vel\u201d. \u201cAs opera\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias s\u00e3o eficientes demais, n\u00e3o podem parar nem no mar nem em terra. Tempo hoje \u00e9 dinheiro, se o navio est\u00e1 parado ali seis horas ele est\u00e1 perdendo dinheiro. Um navio conteineiro parado custa US$ 100 mil por dia. Ent\u00e3o, se ele fica ali parado seis horas, desnecessariamente, s\u00e3o US$ 20 mil d\u00f3lares de preju\u00edzo\u201d, calcula.<\/p>\n<p>Seixas explica que a interrup\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m vai atrasar o cronograma anual das embarca\u00e7\u00f5es, que cumprem rotas regulares pelo mundo, al\u00e9m de prejudicar todos os usu\u00e1rios do porto com atrasos para embarque e desembarque. Ele informa que vai denunciar o presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro e o capit\u00e3o dos Portos ao Minist\u00e9rio P\u00fablico na segunda-feira (4).<\/p>\n<p>De acordo com a Cia Docas, \u201ca determina\u00e7\u00e3o de fechamento do porto partiu do Comit\u00ea Ol\u00edmpico Internacional\u201d, organizador do evento, para \u201cevitar acidentes envolvendo pequenas embarca\u00e7\u00f5es na Ba\u00eda de Guanabara\u201d. Destaca tamb\u00e9m que foram feitas reuni\u00f5es a respeito da quest\u00e3o com os agentes mar\u00edtimos, e os usu\u00e1rios foram informados das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A Secretaria dos Portos da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica informa que o fechamento de um porto \u00e9 uma decis\u00e3o administrativa da autoridade portu\u00e1ria, no caso a Cia Docas, e n\u00e3o interfere na quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A restri\u00e7\u00e3o de navegar pela Ba\u00eda de Guanabara, imposta pela Capitania dos Portos, por causa da competi\u00e7\u00e3o Aquece Rio Regata Internacional de Vela, primeiro evento-teste&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":7007,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-7006","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7006","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7006"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7006\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7008,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7006\/revisions\/7008"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7007"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7006"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7006"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7006"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}