{"id":67921,"date":"2026-10-16T12:20:06","date_gmt":"2026-10-16T15:20:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=67921"},"modified":"2026-10-16T12:20:06","modified_gmt":"2026-10-16T15:20:06","slug":"bacalhau-produziu-25-milhoes-de-barris-em-1-ano-de-operacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/bacalhau-produziu-25-milhoes-de-barris-em-1-ano-de-operacao\/","title":{"rendered":"Bacalhau produziu 25 milh\u00f5es de barris em 1 ano de opera\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>O campo de Bacalhau, operado pela Equinor no pr\u00e9-sal da Bacia de Santos, completou, nesta quinta-feira (15), o primeiro ano de opera\u00e7\u00e3o com a marca de 25 opera\u00e7\u00f5es de offloading realizadas e 25 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo produzidos. A empresa norueguesa destacou que o campo \u00e9 estrat\u00e9gico para o crescimento de longo prazo no Brasil, onde este ano completa 25 anos de presen\u00e7a. Ele \u00e9 operado em parceria com a ExxonMobil Brasil, Petrogal Brasil (<em>joint venture<\/em> entre Galp e Sinopec) e a Pr\u00e9-Sal Petr\u00f3leo S.A. (PPSA).<\/p>\n<p>O campo iniciou a produ\u00e7\u00e3o em 15 de outubro de 2025. O campo possui reservas recuper\u00e1veis superiores a 1 bilh\u00e3o de barris de \u00f3leo equivalente e um dos FPSOs mais modernos em opera\u00e7\u00e3o no Brasil. Bacalhau \u00e9 considerado o primeiro projeto greenfield no pr\u00e9-sal brasileiro desenvolvido por uma operadora internacional, combinando a experi\u00eancia global da Equinor ao conhecimento constru\u00eddo pela companhia no Brasil.<\/p>\n<p>A Equinor destacou que, ao longo deste primeiro ano, Bacalhau aumentou progressivamente a produ\u00e7\u00e3o, enquanto as atividades de comissionamento avan\u00e7aram e novos po\u00e7os entraram em opera\u00e7\u00e3o. Segundo a companhia, os po\u00e7os atualmente em opera\u00e7\u00e3o v\u00eam apresentando taxas elevadas de produtividade e o campo j\u00e1 registrou n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o pr\u00f3ximos ao plateau.<\/p>\n<p>Com os trabalhos em andamento no terceiro po\u00e7o injetor, a expectativa \u00e9 atingir 220 mil barris por dia ainda em 2026. \u201cBacalhau traduz a dimens\u00e3o da nossa ambi\u00e7\u00e3o no Brasil. Juntos com nossos parceiros, investimos US$ 8 bilh\u00f5es na Fase 1, combinando experi\u00eancia global e conhecimento local para desenvolver um ativo de classe mundial. Chegar ao primeiro ano de produ\u00e7\u00e3o justamente quando celebramos 25 anos no pa\u00eds refor\u00e7a a import\u00e2ncia estrat\u00e9gica do Brasil para a Equinor e nossa vis\u00e3o de longo prazo\u201d, declarou Nina Koch, presidente da Equinor no Brasil.<\/p>\n<p>De acordo com a operadora norueguesa, o FPSO de Bacalhau \u00e9 o primeiro no Brasil a utilizar turbinas a g\u00e1s de ciclo combinado, o que reduz as emiss\u00f5es para cerca de 9kg de CO2 por barril. Este valor est\u00e1 abaixo da m\u00e9dia global de 17kg por barril. A Equinor ressaltou que o trabalho para reduzir emiss\u00f5es e aumentar a efici\u00eancia energ\u00e9tica seguir\u00e1 ao longo da vida \u00fatil do campo.<\/p>\n<p>A empresa estima que, ao longo dos 30 anos previstos de vida \u00fatil do projeto, cerca de 50 mil empregos sejam criados, impactando positivamente a economia e a cadeia de fornecedores do pa\u00eds. Nesse primeiro ano, cerca de 900 profissionais trabalharam diariamente em diferentes atividades offshore e foram registrados aproximadamente 3 mil voos de helic\u00f3ptero para apoiar as opera\u00e7\u00f5es de Bacalhau.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O campo de Bacalhau, operado pela Equinor no pr\u00e9-sal da Bacia de Santos, completou, nesta quinta-feira (15), o primeiro ano de opera\u00e7\u00e3o com a marca&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":67922,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-67921","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67921","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=67921"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67921\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":67923,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67921\/revisions\/67923"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/67922"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=67921"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=67921"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=67921"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}