{"id":67723,"date":"2026-10-02T13:10:09","date_gmt":"2026-10-02T16:10:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=67723"},"modified":"2026-10-02T13:10:09","modified_gmt":"2026-10-02T16:10:09","slug":"msc-teria-encomendado-mais-seis-meganavios-a-gnl","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/msc-teria-encomendado-mais-seis-meganavios-a-gnl\/","title":{"rendered":"MSC teria encomendado mais seis meganavios a GNL"},"content":{"rendered":"<p>A MSC teria acrescentado seis porta-cont\u00eaineres de 21,7 mil TEUs \u00e0 sua carteira de encomendas no estaleiro chin\u00eas Zhoushan Changhong International Shipyard, segundo informa\u00e7\u00e3o da consultoria Alphaliner reproduzida pela ag\u00eancia MundoMar\u00edtimo. A contrata\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o confirmada, elevaria de 24 para 30 o n\u00famero de embarca\u00e7\u00f5es da s\u00e9rie, acrescentando 130,2 mil TEUs de capacidade ao programa.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ampliar as encomendas, a companhia vem revendo projetos j\u00e1 contratados. Segundo a Alphaliner, nove unidades originalmente previstas para transportar 19 mil TEUs tiveram seus contratos renegociados para alcan\u00e7ar 21,7 mil TEUs e passaram a integrar a s\u00e9rie ampliada. TEU \u00e9 a unidade de capacidade equivalente a um cont\u00eainer de 20 p\u00e9s.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Entregas a partir de 2027<\/h2>\n<p>O cronograma prev\u00ea que a MSC receba primeiro os navios MSC Dora, MSC Orit e MSC Amat, contratados com capacidade de 19 mil TEUs. As entregas est\u00e3o programadas para 2027.<\/p>\n<p>Ainda naquele ano, come\u00e7ariam as entregas da vers\u00e3o de 21,7 mil TEUs, com o MSC Ariella. Para as seis unidades adicionais, a Alphaliner aponta prov\u00e1vel entrada em servi\u00e7o em 2030, considerando a carteira de encomendas do estaleiro.<\/p>\n<p>Esse prazo poder\u00e1 mudar conforme o ritmo de constru\u00e7\u00e3o. Segundo a consultoria, o Zhoushan Changhong tem antecipado a entrega de grandes porta-cont\u00eaineres em quase um ano em rela\u00e7\u00e3o aos cronogramas originais, o que pode ter aberto espa\u00e7o para novas contrata\u00e7\u00f5es da MSC.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Capacidade ampliada em 366 metros<\/h2>\n<p>As embarca\u00e7\u00f5es do projeto CIMC ORIC 22000 LNG ter\u00e3o propuls\u00e3o a g\u00e1s natural liquefeito (GNL), 366 metros de comprimento e 61,3 metros de largura, suficiente para acomodar 24 fileiras de cont\u00eaineres. O desenho concentra capacidade de 21,7 mil TEUs em um casco mais curto que o dos maiores porta-cont\u00eaineres, que chegam a cerca de 400 metros.<\/p>\n<p>O projeto prev\u00ea porte bruto de 220 mil toneladas \u2014 peso total que o navio pode transportar, incluindo carga, combust\u00edvel e suprimentos \u2014 e calado m\u00e1ximo de 18 metros. Tamb\u00e9m incorpora um defletor de vento de grandes dimens\u00f5es.<\/p>\n<p>Para os portos, o comprimento \u00e9 apenas uma das condi\u00e7\u00f5es para receber embarca\u00e7\u00f5es desse porte. A profundidade dos canais e ber\u00e7os, o espa\u00e7o para manobras e o alcance dos guindastes tamb\u00e9m condicionam a opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O levantamento n\u00e3o informa em quais servi\u00e7os os novos navios ser\u00e3o empregados nem indica previs\u00e3o de escalas em portos brasileiros.<\/p>\n<p>Fonte: Transporte Moderno<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A MSC teria acrescentado seis porta-cont\u00eaineres de 21,7 mil TEUs \u00e0 sua carteira de encomendas no estaleiro chin\u00eas Zhoushan Changhong International Shipyard, segundo informa\u00e7\u00e3o da&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":67724,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-67723","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67723","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=67723"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67723\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":67725,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67723\/revisions\/67725"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/67724"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=67723"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=67723"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=67723"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}