{"id":67569,"date":"2026-09-23T12:11:47","date_gmt":"2026-09-23T15:11:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=67569"},"modified":"2026-09-23T12:11:47","modified_gmt":"2026-09-23T15:11:47","slug":"porto-do-acu-e-perenco-brasil-assinam-acordo-para-primeiro-projeto-de-eletrificacao-offshore-da-bacia-de-campos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-do-acu-e-perenco-brasil-assinam-acordo-para-primeiro-projeto-de-eletrificacao-offshore-da-bacia-de-campos\/","title":{"rendered":"Porto do A\u00e7u e Perenco Brasil assinam acordo para primeiro projeto de eletrifica\u00e7\u00e3o offshore da Bacia de Campos"},"content":{"rendered":"<p>O Porto do A\u00e7u e a operadora Perenco Brasil assinaram nesta ter\u00e7a-feira, 22 de setembro, na ROG.e, uma carta de inten\u00e7\u00f5es (LOI, na sigla em ingl\u00eas) para o desenvolvimento do primeiro projeto de eletrifica\u00e7\u00e3o de plataformas offshore na Bacia de Campos.<\/p>\n<p>O acordo prev\u00ea o fornecimento de energia a partir de terra para as unidades da Perenco dos Polos Pargo e Cherne, localizadas em \u00e1guas rasas, por meio de um cabo submarino de 80 quil\u00f4metros conectado a uma subesta\u00e7\u00e3o terrestre no Porto do A\u00e7u, em S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra (RJ).<\/p>\n<p>O complexo portu\u00e1rio disponibilizar\u00e1 uma \u00e1rea para a constru\u00e7\u00e3o da subesta\u00e7\u00e3o terrestre de conex\u00e3o \u00e0 rede b\u00e1sica de energia da Perenco e o direito de passagem para o cabo, que seguir\u00e1 da subesta\u00e7\u00e3o at\u00e9 os polos offshore.<\/p>\n<p>O objetivo principal \u00e9 reduzir as emiss\u00f5es escopo 1 de carbono das opera\u00e7\u00f5es da Perenco no pa\u00eds. Atualmente, as plataformas da empresa nos Polos Pargo e Cherne utilizam energia gerada localmente por turbogeradores.<\/p>\n<p>\u201cA parceria com a Perenco comprova a voca\u00e7\u00e3o do Porto do A\u00e7u como um catalisador de solu\u00e7\u00f5es de baixo carbono para o setor de \u00f3leo e g\u00e1s. Projetos de eletrifica\u00e7\u00e3o offshore deste porte ainda s\u00e3o raros no mundo e abrem um caminho promissor para o mercado brasileiro\u201d, ressalta Eugenio Figueiredo, CEO do Porto do A\u00e7u.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o inicial de consumo de energia do projeto \u00e9 de 35 MW, podendo expandir para at\u00e9 60 MW em quatro anos. A expectativa \u00e9 que o sistema entre em opera\u00e7\u00e3o at\u00e9 o primeiro trimestre de 2028 e a Perenco tamb\u00e9m poder\u00e1 contratar futuramente energia de fontes renov\u00e1veis no ambiente de contrata\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p>\u201cO projeto de eletrifica\u00e7\u00e3o une o esp\u00edrito inovador da Perenco \u00e0 voca\u00e7\u00e3o empreendedora do Porto do A\u00e7u. Para o setor de \u00f3leo e g\u00e1s, servir\u00e1 como refer\u00eancia para iniciativas voltadas \u00e0 seguran\u00e7a energ\u00e9tica via extens\u00e3o da vida produtiva de ativos com redu\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de emiss\u00e3o\u201d, destaca Damien Szyszka, diretor geral da Perenco Brasil.<\/p>\n<p>A Perenco construir\u00e1 a subesta\u00e7\u00e3o no complexo portu\u00e1rio para receber a energia do grid. O cabo submarino ser\u00e1 conectado \u00e0 plataforma central do Polo Pargo, que redistribuir\u00e1 a eletricidade para as demais unidades da operadora por meio de uma rede de interconex\u00e3o existente.<\/p>\n<p>O projeto de eletrifica\u00e7\u00e3o offshore se integra a outras experi\u00eancias pr\u00e9vias do complexo portu\u00e1rio do A\u00e7u com fornecimento de energia limpa para opera\u00e7\u00f5es mar\u00edtimas. Desde 2024, a Vast Infraestrutura, em parceria com a Wilson Sons, j\u00e1 disponibiliza energia de terra para rebocadores e embarca\u00e7\u00f5es de apoio atracadas que operam no Terminal 1 (T1) do Porto do A\u00e7u.<\/p>\n<p>Fonte: Informativo dos Portos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Porto do A\u00e7u e a operadora Perenco Brasil assinaram nesta ter\u00e7a-feira, 22 de setembro, na ROG.e, uma carta de inten\u00e7\u00f5es (LOI, na sigla em&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":67570,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-67569","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67569","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=67569"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67569\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":67571,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67569\/revisions\/67571"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/67570"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=67569"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=67569"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=67569"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}