{"id":6751,"date":"2014-07-23T08:19:46","date_gmt":"2014-07-23T11:19:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=6751"},"modified":"2014-07-22T18:00:54","modified_gmt":"2014-07-22T21:00:54","slug":"melhorias-em-porto-e-geracao-de-empregos-no-bairro-sao-raimundo-em-manaus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/melhorias-em-porto-e-geracao-de-empregos-no-bairro-sao-raimundo-em-manaus\/","title":{"rendered":"Melhorias em porto e gera\u00e7\u00e3o de empregos no bairro S\u00e3o Raimundo em Manaus"},"content":{"rendered":"<p>Diante de uma das vistas mais belas do Rio Negro, os moradores do bairro S\u00e3o Raimundo, na Zona Oeste, tem esperan\u00e7a que o local receba melhorias e se torne atrativo para o com\u00e9rcio. Se durante muito tempo a travessia para o munic\u00edpio de Iranduba foi realizada pelas balsas do porto do S\u00e3o Raimundo, hoje, a desativa\u00e7\u00e3o da travessia deixou a saudade do movimento de pessoas no local.<\/p>\n<p>Segundo a comerciante Luziana Moreira de Souza, 76, que mant\u00e9m um restaurante no porto, o movimento di\u00e1rio de pessoas e embarca\u00e7\u00f5es deixou de existir desde que a Ponte Rio Negro foi inaugurada e, agora, apenas pequenos barcos atracam no local. Luziana lembra que antes da desativa\u00e7\u00e3o, muitas pessoas tinham lanches e restaurantes e o lucro era melhor do que \u00e9 hoje. \u201cS\u00f3 restou o meu restaurante e o de outro senhor que ainda insistimos em ficar aqui\u201d, disse a comerciante.<\/p>\n<p>O ideal de acordo com Luziana era que o porto voltasse a receber balsas, barcos e que a popula\u00e7\u00e3o tivesse a op\u00e7\u00e3o de fazer a travessia pelo porto e pela ponte Rio Negro. Outra sugest\u00e3o era que, al\u00e9m da travessia para o munic\u00edpio de Iranduba, as pessoas pudessem usar o porto para ir \u00e0 outras cidades mais distantes. \u201cMesmo sem espa\u00e7o, todos os dias, h\u00e1 um intenso tr\u00e1fego de pessoas no porto da Manaus Moderna e da Ceasa. Uma das alternativas era que parte daquelas embaraca\u00e7\u00f5es pudessem atracar no S\u00e3o Raimundo, pois aqui tem p\u00fablico, muitos turistas que chegam procurando passeios e artesanatos\u201d, acrescentou Luziana.<\/p>\n<p>Enquanto n\u00e3o encontram uma solu\u00e7\u00e3o para movimentar o porto, os poucos comerciantes que restam ali fazem o que podem para se manter no local.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do comerciante Aderbal Junior Silva, 67, o com\u00e9rcio no local vai de mal a pior. Segundo ele, se antes era poss\u00edvel vender dez refei\u00e7\u00f5es por dia, hoje n\u00e3o se vende metade por que as pessoas deixaram de freq\u00fcentar o local.<\/p>\n<p>Aderbal diz que entende as mudan\u00e7as e os benef\u00edcios para os motoristas. \u201c\u00c9 mais r\u00e1pido ir pela ponte, entretanto, somente a paisagem do rio e o vento no rosto somente a travessia por balsa pode proporcionar\u201d, comentou.<\/p>\n<p>No ano passado foi cogitou-se a utiliza\u00e7\u00e3o do porto do S\u00e3o Raimundo, como base para a instala\u00e7\u00e3o da Rodovi\u00e1ria de Manaus, que voltou a ser administrada pela prefeitura. Duas reuni\u00f5es foram realizadas entre Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq) e Ag\u00eancia Reguladora dos Servi\u00e7os P\u00fablicos Concedidos no Estado (Arsam) e as empresas de transporte rodovi\u00e1rio, mas at\u00e9 agora a not\u00edcia se confirmou.<\/p>\n<p>O superintendente municipal de transportes urbanos, Pedro Carvalho, disse, \u00e0 \u00e9poca, que uma equipe t\u00e9cnica chegou a fazer um levantamento t\u00e9cnico do local, para iniciar as supostas instala\u00e7\u00f5es da rodovi\u00e1ria.<\/p>\n<p>Fonte: A Cr\u00edtica Manaus(AM)\/J\u00e9ssica Vasconcelos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diante de uma das vistas mais belas do Rio Negro, os moradores do bairro S\u00e3o Raimundo, na Zona Oeste, tem esperan\u00e7a que o local receba&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":6060,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-6751","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6751","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6751"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6751\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6752,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6751\/revisions\/6752"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6060"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6751"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6751"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6751"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}