{"id":67258,"date":"2026-09-08T10:56:31","date_gmt":"2026-09-08T13:56:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=67258"},"modified":"2026-09-08T10:56:31","modified_gmt":"2026-09-08T13:56:31","slug":"frota-de-apoio-offshore-em-ajb-iniciou-semestre-estavel-com-466-embarcacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/frota-de-apoio-offshore-em-ajb-iniciou-semestre-estavel-com-466-embarcacoes\/","title":{"rendered":"Frota de apoio offshore em AJB iniciou semestre est\u00e1vel, com 466 embarca\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><span dir=\"auto\">A frota de apoio mar\u00edtimo em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras (AJB) iniciou o segundo semestre com 466 embarca\u00e7\u00f5es, tr\u00eas unidades a menos do que em junho (469) e tr\u00eas unidades a mais do que em julho de 2025 (463), de acordo com o relat\u00f3rio mais recente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas de Apoio Mar\u00edtimo (Abeam) e do Sindicato Nacional das Empresas de Navega\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima (Syndarma). Do total contabilizado em julho, 393 corresponderam a unidades de bandeira brasileira e 73 de bandeira estrangeira.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2015, quando a demanda come\u00e7ou a ser impactada pela retra\u00e7\u00e3o no setor de petr\u00f3leo e g\u00e1s, foram desmobilizadas 236 embarca\u00e7\u00f5es de bandeira estrangeira e acrescentadas 118 de bandeira brasileira. Cerca de 108 embarca\u00e7\u00f5es, originalmente de bandeira estrangeira, tiveram suas bandeiras trocadas para o pavilh\u00e3o nacional nesse per\u00edodo.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Em julho as embarca\u00e7\u00f5es com bandeira nacional correspondiam a 84% da frota de apoio offshore, enquanto 16% representavam as embarca\u00e7\u00f5es de apoio com bandeiras estrangeiras. Houve estabilidade em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, quando os percentuais foram de 83% e 17%. Em maio, a frota totalizou 471 embarca\u00e7\u00f5es, sendo 390 de bandeira brasileira e 81 de bandeiras estrangeiras. Em abril, foram 390 de bandeira brasileira e 85 de bandeiras estrangeiras, totalizando 475 embarca\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Em mar\u00e7o de 2026, a frota tinha 477 embarca\u00e7\u00f5es: 391 de bandeira brasileira e 86 de bandeiras estrangeiras. Em fevereiro, a frota totalizava 481 embarca\u00e7\u00f5es (390 de bandeira brasileira e 91 de bandeira estrangeira). Em janeiro, a frota totalizou 477 embarca\u00e7\u00f5es \u2014 387 de bandeira brasileira e 90 de bandeira estrangeira. Em dezembro de 2025, 383 correspondiam a unidades de bandeira brasileira e 90 de bandeiras de outros pa\u00edses.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, a frota em julho de 2026 era composta por 44% de PSVs (transporte de suprimentos) e OSRVs (combate ao derramamento de \u00f3leo), totalizando 203 barcos. Os AHTS (manuseio de \u00e2ncoras) somaram 67 unidades no per\u00edodo (15%), enquanto 62 barras eram LHs (manuseio de linhas e amarra\u00e7\u00f5es) e SVs (mini supridores), que atingiram 13% do total. Outros 38 barcos de apoio eram RSVs (embarca\u00e7\u00f5es equipadas com rob\u00f4s), 21 eram FSVs (supridores de cargas r\u00e1pidas) e barcos de tripula\u00e7\u00e3o (transporte de tripulantes), 19 PLSVs (lan\u00e7amento de linhas) e 15 CSV (transfer\u00eancia FPSO-NT sem DP)\/MPSVs (multiprop\u00f3sito).<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">A Bram Offshore\/Alfanave, do grupo Edison Chouest, permanece como a empresa de navega\u00e7\u00e3o com mais embarca\u00e7\u00f5es em opera\u00e7\u00e3o, ou aguardando contrata\u00e7\u00e3o, com 78 unidades (11 estrangeiras), seguida pela CBO, que opera 44 barcos de apoio com bandeira brasileira e pela OceanPact, com 29 (tr\u00eas estrangeiras). Starnav e a DOF\/Norskan aparecem na sequ\u00eancia, respectivamente, com 29 (1 estrangeira) e 26 (6 estrangeiras).<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">A Tranship consta com 25 embarca\u00e7\u00f5es de bandeira brasileira. A Wilson Sons Ultratug (WSUT), com 22 embarca\u00e7\u00f5es de bandeira brasileira, vem logo em seguida. A frota da Oce\u00e2nica soma 20 unidades (4 com bandeiras estrangeiras). A Camorim aparece com 18 unidades, sendo 17 de bandeira brasileira e uma de bandeira estrangeira.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">A frota da Bram\/Alfanave, segundo o relat\u00f3rio, conta com 49 PSVs\/OSRVs, 12 AHTS, 9 RSVs, 4 WSV(estimula\u00e7\u00e3o de po\u00e7os) e 3 CSV\/MPSVs (multi-fun\u00e7\u00e3o), entre outras embarca\u00e7\u00f5es. A CBO (13), DOF\/Norskan (12) e a Bram (12) foram, respectivamente, as empresas de apoio offshore que, em julho, tinham mais AHTS em suas frotas. A Tranship permanece como a empresa com mais embarca\u00e7\u00f5es LH\/SV: 23 unidades, seguidas pela Camorim, que tem 14 unidades com essas especifica\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Nem todas as unidades envolvidas na publica\u00e7\u00e3o est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o, pois o relat\u00f3rio inclui embarca\u00e7\u00f5es que podem ou n\u00e3o estar amparadas por contratos, estar no mercado local, em manuten\u00e7\u00e3o ou fora de opera\u00e7\u00e3o. O relat\u00f3rio n\u00e3o considera embarca\u00e7\u00f5es dos tipos lanchas, pesquisa, nem embarca\u00e7\u00f5es com porte inferior a 100 TPB ou BHP inferiores a 1.000. Os dados foram obtidos em conjunto com a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq), a Diretoria de Portos e Costas da Marinha (DPC), publica\u00e7\u00f5es especializadas e informa\u00e7\u00f5es das empresas.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Fonte:\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Portos e Navios<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A frota de apoio mar\u00edtimo em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras (AJB) iniciou o segundo semestre com 466 embarca\u00e7\u00f5es, tr\u00eas unidades a menos do que em junho&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":67259,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-67258","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67258","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=67258"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67258\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":67260,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67258\/revisions\/67260"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/67259"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=67258"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=67258"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=67258"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}