{"id":6678,"date":"2014-07-18T08:19:39","date_gmt":"2014-07-18T11:19:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=6678"},"modified":"2014-07-18T08:19:39","modified_gmt":"2014-07-18T11:19:39","slug":"estaleiro-rio-grande-1-tem-oito-encomendas-da-petrobras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/estaleiro-rio-grande-1-tem-oito-encomendas-da-petrobras\/","title":{"rendered":"Estaleiro Rio Grande 1 tem oito encomendas da Petrobras"},"content":{"rendered":"<p>Em opera\u00e7\u00e3o desde outubro de 2010, o estaleiro Rio Grande 1 tem em sua carteira de constru\u00e7\u00e3o oito cascos para os FPSOs replicantes: P-66, P-67, P-68, P-69, P-70, P-71, P-72 e P-73. O conte\u00fado local previsto para os oito navios \u00e9 de 70% para a constru\u00e7\u00e3o dos cascos, de 69,5 a 85,5 % para os m\u00f3dulos da planta de processo e de 74% para a integra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O estaleiro ocupa uma \u00e1rea total de 559 mil metros quadrados e tem o maior dique seco da Am\u00e9rica Latina, com 350 metros de comprimento, o que possibilita a constru\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de dois FPSOs (navio plataforma que produz e armazena petr\u00f3leo). Com os investimentos da Petrobras, o estaleiro inaugurou em setembro de 2013 seu segundo p\u00f3rtico com capacidade para erguer duas mil toneladas, complementando o primeiro p\u00f3rtico, com capacidade para 600 toneladas.<\/p>\n<p>Em novembro de 2011, come\u00e7ou a ser constru\u00eddo ao lado do ERG 1 o Rio Grande 2 (ERG 2), que ter\u00e1 \u00e1rea total de 274 mil metros quadrados de capacidade adicional e capacidade de corte de chapas de a\u00e7o de 102 mil toneladas por ano. O ERG 2 construir\u00e1 tr\u00eas sondas de perfura\u00e7\u00e3o para atender \u00e0 Petrobras e, tamb\u00e9m, partes dos pain\u00e9is e blocos que ir\u00e3o compor os cascos das oito plataformas replicantes. A constru\u00e7\u00e3o do ERG 2 ser\u00e1 conclu\u00edda no segundo trimestre de 2015.<\/p>\n<p>FPSOs replicantes s\u00e3o plataformas feitas como r\u00e9plica, id\u00eanticas entre si, onde cada plataforma repete o projeto da anterior, permitindo ganhos de custos e de prazos na constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Investimentos na ind\u00fastria naval<\/strong><\/p>\n<p>At\u00e9 2020 a Petrobras vai investir US$ 100 bilh\u00f5es na ind\u00fastria naval por conta do crescimento das atividades de explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o &#8211; principalmente em fun\u00e7\u00e3o do desenvolvimento de campos do pr\u00e9-sal. Hoje o pa\u00eds possui dez estaleiros de m\u00e9dio e grande porte em atividade e mais quatro est\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o, todos com projetos da Petrobras em suas carteiras (em 2003 eram apenas dois).<\/p>\n<p>Cada um destes estaleiros est\u00e1 sendo capacitado a suprir a crescente demanda da companhia. Um exemplo \u00e9 o estaleiro Rio Grande 1 (ERG 1), no Rio Grande do Sul, que hoje concentra oito encomendas de navios.<\/p>\n<p>Em outubro de 2013, o ERG 1 entregou \u00e0 Petrobras a plataforma semissubmers\u00edvel P-55, ap\u00f3s a integra\u00e7\u00e3o do casco com os m\u00f3dulos. A plataforma chegou a 79% de conte\u00fado local, segundo metodologia da Organiza\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria do Petr\u00f3leo (Onip). Conte\u00fado local \u00e9 uma exig\u00eancia da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP) e significa a quantidade em valor de bens e servi\u00e7os produzidos no Brasil que foram utilizados na constru\u00e7\u00e3o da plataforma. A P-55 \u00e9 a maior plataforma semissubmers\u00edvel constru\u00edda no Brasil, com 52 mil toneladas e capacidade de produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de 180 mil barris de petr\u00f3leo e tratamento de quatro milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de g\u00e1s por dia.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Petrobras<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em opera\u00e7\u00e3o desde outubro de 2010, o estaleiro Rio Grande 1 tem em sua carteira de constru\u00e7\u00e3o oito cascos para os FPSOs replicantes: P-66, P-67,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":5708,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-6678","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6678","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6678"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6678\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6679,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6678\/revisions\/6679"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5708"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6678"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6678"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6678"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}