{"id":66411,"date":"2026-07-22T12:42:26","date_gmt":"2026-07-22T15:42:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=66411"},"modified":"2026-07-22T12:42:46","modified_gmt":"2026-07-22T15:42:46","slug":"abeemar-defende-mais-previsibilidade-sobre-encomendas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/abeemar-defende-mais-previsibilidade-sobre-encomendas\/","title":{"rendered":"Abeemar defende mais previsibilidade sobre encomendas"},"content":{"rendered":"<p><span dir=\"auto\">A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas de Economia do Mar (Abeemar) v\u00ea na retomada da constru\u00e7\u00e3o naval um processo que est\u00e1 sendo feito de maneira sustent\u00e1vel, consciente e com a\u00e7\u00f5es mais concretas e perenes do que nos ciclos anteriores. O presidente da Abeemar, Jo\u00e3o Azeredo, acredita que, para consolidar esse processo de restri\u00e7\u00e3o das atividades, ainda \u00e9 preciso dar mais previsibilidade para que a ind\u00fastria tenha um horizonte de mais de longo prazo.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">A Abeemar n\u00e3o tem radar de oportunidades futuras considerando que a Transpetro estuda a encomenda de novos navios, assim como a Petrobras, que prev\u00ea organizar outras\u00a0\u00a0<\/span><em><span dir=\"auto\">licita\u00e7\u00f5es<\/span><\/em><span dir=\"auto\">\u00a0\u00a0para afretamento de mais embarca\u00e7\u00f5es de apoio mar\u00edtimo a serem constru\u00eddas nos pr\u00f3ximos anos. A leitura \u00e9 que, apesar do n\u00famero relevante de encomendas de embarques em constru\u00e7\u00e3o, sobretudo do programa Mar Aberto, falta um horizonte maior sobre a const\u00e2ncia das encomendas.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Em rela\u00e7\u00e3o aos segmentos de navios de apoio offshore, por exemplo, a avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 que existe uma frota em opera\u00e7\u00e3o em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras (AJB) dos primeiros programas de renova\u00e7\u00e3o da frota de apoio mar\u00edtimo da Petrobras (Prorefam) que precisa ser renovada nos pr\u00f3ximos anos.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">&#8220;Precisamos ter essa vis\u00e3o de longo prazo, at\u00e9 para os estaleiros poderem fazer investimentos e para que possamos desenvolver novos fornecedores. Para que possamos melhorar as pol\u00edticas e fazer os ajustes necess\u00e1rios para nos tornarmos cada vez mais competitivos&#8221;, disse Azeredo, que tamb\u00e9m \u00e9 vice-presidente do Sindicato Nacional da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o e Repara\u00e7\u00e3o Naval e Offshore (Sinaval).<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Na \u00e1rea de defesa, a Abeemar considera que \u00e9 preciso incentivar, cada vez mais, a Marinha do Brasil, diante de um cen\u00e1rio em que outros pa\u00edses se armam. Mas, principalmente, com as for\u00e7as navais utilizadas de instrumento para o desenvolvimento da ind\u00fastria naval. &#8220;Nossa Amaz\u00f4nia Azul tem oito mil quil\u00f4metros. Temos que aproveitar a oportunidade e estarmos preparados para defender nossa soberania. Isso vai nos ajudar a desenvolver ainda mais o conte\u00fado nacional&#8221;, comentou o presidente da associa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Azeredo diz que Abeemar tem conversado bastante com representantes da Emgepron e da Marinha do Brasil, por\u00e9m as demandas ainda n\u00e3o s\u00e3o concretas. &#8220;Precisamos trabalhar junto \u00e0 ind\u00fastria naval e ao Sinaval, em parceria com a Marinha para mostrar ao governo a import\u00e2ncia de t\u00ea-la equipada. \u00c9 uma excelente oportunidade para desenvolver nossa ind\u00fastria nacional&#8221;, disse Azeredo.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Fonte:\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Portos e Navios<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas de Economia do Mar (Abeemar) v\u00ea na retomada da constru\u00e7\u00e3o naval um processo que est\u00e1 sendo feito de maneira sustent\u00e1vel,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":66412,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-66411","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66411","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66411"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66411\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":66414,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66411\/revisions\/66414"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/66412"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66411"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66411"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66411"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}