{"id":66315,"date":"2026-07-16T12:51:07","date_gmt":"2026-07-16T15:51:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=66315"},"modified":"2026-07-16T12:51:07","modified_gmt":"2026-07-16T15:51:07","slug":"crescimento-de-56-no-2o-trimestre-ajuda-na-recuperacao-da-cabotagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/crescimento-de-56-no-2o-trimestre-ajuda-na-recuperacao-da-cabotagem\/","title":{"rendered":"Crescimento de 5,6% no 2\u00ba trimestre ajuda na recupera\u00e7\u00e3o da cabotagem"},"content":{"rendered":"<p><span dir=\"auto\">A cabotagem brasileira apresentou sinais de recupera\u00e7\u00e3o no segundo trimestre de 2026, ap\u00f3s resultados menos expressivos nos tr\u00eas primeiros meses do ano. De abril a junho, a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas na cabotagem (dom\u00e9stico + feeder) totalizou 462.713 TEUs, 5,6% acima dos 438. 365 TEUs registrados no mesmo per\u00edodo do ano anterior. O levantamento considera as empresas da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac).<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">De acordo com levantamento da associa\u00e7\u00e3o, o resultado das empresas de cabotagem foi impulsionado pelo desempenho do transporte dom\u00e9stico, que avan\u00e7ou 4,2%, e pelo segmento feeder, que registrou crescimento de 6,9%, indicando uma retomada em rela\u00e7\u00e3o ao desempenho observado no trimestre anterior. As cargas dom\u00e9sticas transportadas pela cabotagem totalizaram 224.627 TEUs, ante 215.642 TEUs no segundo trimestre de 2025. J\u00e1 o feeder somou 238.086 TEUs, contra 222.723 TEUs na compara\u00e7\u00e3o entre segundos trimestres.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">O com\u00e9rcio Mercosul apresentou crescimento de 87% no segundo trimestre, com uma movimenta\u00e7\u00e3o de 41.892 TEUs, ante 22.407 TEUs do mesmo trimestre de 2025. A associa\u00e7\u00e3o avalia que, embora ainda represente um volume relativamente pequeno de cargas, o resultado confirma a retomada das opera\u00e7\u00f5es nesse mercado.<\/span><\/p>\n<p><strong><span dir=\"auto\">Semestre<\/span><\/strong><br \/>\n<span dir=\"auto\">No acumulado do primeiro semestre, a cabotagem (dom\u00e9stico + feeder) registrou crescimento de 0,9%. O desempenho foi sustentado principalmente pelo transporte dom\u00e9stico, que cresceu 6,1%, compensando a retra\u00e7\u00e3o de 3,6% no segmento alimentador.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Considerando todas as opera\u00e7\u00f5es realizadas pelas empresas associadas \u00e0 Abac, o crescimento foi de 9,5% no segundo trimestre e de 4,5% no acumulado do semestre. Cargas dom\u00e9sticas, alimentadoras e do Mercosul totalizaram 504.605 TEUs, ante 460.772 TEUs em compara\u00e7\u00e3o entre segundos trimestres. No primeiro semestre de 2026, foram 978.261 TEUs, superando os 935.057 TEUs no primeiro semestre do ano ano passado.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">A associa\u00e7\u00e3o destacou que os n\u00fameros demonstram a resili\u00eancia da cabotagem e refor\u00e7am a import\u00e2ncia do modal para a log\u00edstica nacional. O diretor-executivo da Abac, Luis Fernando Resano, disse \u00e0\u00a0\u00a0<\/span><strong><span dir=\"auto\">Portos e Navios<\/span><\/strong><span dir=\"auto\">\u00a0\u00a0que os n\u00fameros s\u00e3o expressivos e mostra o crescimento constante da demanda do modal e demonstrando tamb\u00e9m que as empresas de cabotagem est\u00e3o dispostas a atender os usu\u00e1rios.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">\u201cOs n\u00fameros da cabotagem consolidados no primeiro semestre de 2026 mostram que ainda que o primeiro trimestre n\u00e3o tenha sido dos melhores, houve recupera\u00e7\u00e3o no segundo trimestre mostrando que, mesmo com a economia do pa\u00eds andando meio de lado, temos um potencial muito grande e mais usu\u00e1rios usando a cabotagem\u201d, analisou Resano.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Os segmentos v\u00e3o acompanhar o impacto da medida provis\u00f3ria 1.343\/2026, aprovada pelo Senado na \u00faltima ter\u00e7a-feira (14). A &#8216;MP do frete&#8217; altera as regras do piso m\u00ednimo do frete rodovi\u00e1rio, mas sem o piso salarial de R$ 5 mil mensais para os caminhoneiros. Como passou por uma s\u00e9rie de mudan\u00e7as, a medida foi transformada em um projeto de lei de convers\u00e3o (PLV 6\/2026), cujo texto seguiu para a san\u00e7\u00e3o da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Resano explicou que o texto atual n\u00e3o considera a multimodalidade e estabelece valores de frete nas pontas. &#8220;Ap\u00f3s a MP 1.343\/2026 sobre o piso m\u00ednimo podemos ter algumas altera\u00e7\u00f5es. Esperamos que seja em benef\u00edcio do maior uso da cabotagem&#8221;, comentou. A associa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m vem demonstrando preocupa\u00e7\u00e3o com quest\u00f5es de quaisquer limita\u00e7\u00f5es ao crescimento da frota relacionadas \u00e0 exig\u00eancia de navios sustent\u00e1veis \u200b\u200bque podem ser limitados eventualmente ou dificultar as empresas brasileiras de navega\u00e7\u00e3o (EBNs) de crescerem suas frotas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Fonte:\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Portos e Navios<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cabotagem brasileira apresentou sinais de recupera\u00e7\u00e3o no segundo trimestre de 2026, ap\u00f3s resultados menos expressivos nos tr\u00eas primeiros meses do ano. 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