{"id":66141,"date":"2026-07-07T12:36:38","date_gmt":"2026-07-07T15:36:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=66141"},"modified":"2026-07-07T12:36:38","modified_gmt":"2026-07-07T15:36:38","slug":"transporte-maritimo-o-que-esperar-do-segundo-semestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/transporte-maritimo-o-que-esperar-do-segundo-semestre\/","title":{"rendered":"Transporte mar\u00edtimo: o que esperar do segundo semestre?"},"content":{"rendered":"<p><span dir=\"auto\">Depois de um primeiro semestre novamente marcado por eleva\u00e7\u00e3o da volatilidade nos fretes \u2013 vide a varia\u00e7\u00e3o brusca nos fretes de importa\u00e7\u00e3o da \u00c1sia \u2013 pode-se dizer que o transporte mar\u00edtimo global entra na segunda metade do ano cercado por mais perguntas do que respostas.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Embora o mercado esteja distante dos n\u00edveis extremos observados durante a pandemia, diversos fatores seguem influenciando diretamente os custos log\u00edsticos, a disponibilidade de capacidade, os n\u00edveis de servi\u00e7o dos armadores e, claro, os custos para importadores e exportadores mundiais a fora.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Para os \u201cdonos da carga\u201d, compreender essas varia\u00e7\u00f5es tornou-se t\u00e3o importante quanto negociar fretes ou acompanhar embarques. Afinal, cada uma delas pode impactar diretamente os custos, os prazos e a previsibilidade das cadeias de suprimentos.<\/span><\/p>\n<p><strong><span dir=\"auto\">A geopol\u00edtica continua sendo a principal vari\u00e1vel de risco (ou de colapso).<\/span><\/strong><br \/>\n<span dir=\"auto\">Se houve uma li\u00e7\u00e3o importante nos \u00faltimos anos, foi a de que a geopol\u00edtica pode alterar o transporte mar\u00edtimo global em quest\u00e3o de dias. Os ataques dos Houthis no Mar Vermelho e, mais recentemente, o encerramento do estreito de Ormuz continuam a ser as principais preocupa\u00e7\u00f5es do setor.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">O recente ataque do Ir\u00e3 a um navio da Evergreen que cruzava o canal pela costa de Om\u00e3, levou \u00e0 retomada das hostilidades, demonstrando que a inseguran\u00e7a na regi\u00e3o deve manter grande parte dos armadores operando na regi\u00e3o por rotas alternativas com transit times maiores que, por sua vez, aumentam o consumo de combust\u00edveis e os custos de afretamento, al\u00e9m de reduzir a quantidade de viagens por ano que os navios e cont\u00eaineres fazem \u2013 ou seja, proporcionam a capacidade global.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Uma escalada militar mais contundente envolvendo o Ir\u00e3, Israel ou seus aliados pode voltar a elevar os pre\u00e7os da energia n\u00e3o apenas para os navios. Mesmo que n\u00e3o ocorram interfer\u00eancias efetivas, a simples percep\u00e7\u00e3o de risco costuma elevar custos de seguro, gerar desvios de rota e pressionar os fretes mar\u00edtimos.<\/span><br \/>\n<span dir=\"auto\">Por outro lado, um acordo de paz robusto e duradouro no Oriente M\u00e9dio pode rapidamente reduzir custos, diminuir dist\u00e2ncias, tirar press\u00e3o dos hubs portu\u00e1rios do Mediterr\u00e2neo e Cingapura, gerar redund\u00e2ncia de navios e, consequentemente, press\u00e3o baixista nos fretes mar\u00edtimos em todo o mundo.<\/span><\/p>\n<p><strong><span dir=\"auto\">Economia global: crescimento moderado e juros ainda elevados<\/span><\/strong><br \/>\n<span dir=\"auto\">As perspectivas econ\u00f4micas tamb\u00e9m merecem aten\u00e7\u00e3o. No Brasil, a expectativa do mercado \u00e9 de desacelera\u00e7\u00e3o gradual da atividade econ\u00f4mica em compara\u00e7\u00e3o com os \u00faltimos dois anos. Os juros brasileiros continuam em patamares elevados, o endividamento das fam\u00edlias segue alto, o cr\u00e9dito permanece seletivo e parte do setor produtivo j\u00e1 demonstra maior cautela<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Esse cen\u00e1rio tende a moderar o crescimento das importa\u00e7\u00f5es, especialmente de bens de consumo, produtos industrializados e insumos para muitos segmentos do mercado dom\u00e9stico. Apesar de fazer sentido, vale mencionar que o famoso \u201cmercado\u201d mostrou certo exagero no pessimismo nos \u00faltimos anos.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">No cen\u00e1rio global, a alta do petr\u00f3leo tamb\u00e9m segue as press\u00f5es sobre a infla\u00e7\u00e3o e os juros, mas a economia mundial deve continuar crescendo, ainda que em ritmo inferior ao observado no per\u00edodo p\u00f3s-pandemia. Estados Unidos, Europa e China seguem desafios diversos, mas sem sinais claros de uma recess\u00e3o global sincronizada, o que sugere um ambiente relativamente favor\u00e1vel para as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras.<\/span><\/p>\n<p><strong><span dir=\"auto\">Alta Temporada pode trazer press\u00e3o tempor\u00e1ria sobre fretes<\/span><\/strong><br \/>\n<span dir=\"auto\">O segundo semestre tradicionalmente concentra a chamada alta temporada do com\u00e9rcio internacional. Entre julho e outubro, varejistas de todo o mundo intensificaram a forma\u00e7\u00e3o de estoques para eventos como Black Friday, Thanksgiving, Natal e, posteriormente, para o per\u00edodo de inverno no Hemisf\u00e9rio Norte.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Nos \u00faltimos anos, essa sazonalidade ficou parcialmente mascarada pelos efeitos da pandemia e pelas disrup\u00e7\u00f5es geopol\u00edticas. Ainda assim, o aumento da demanda por transporte mar\u00edtimo tende a gerar press\u00e3o tempor\u00e1ria sobre fretes, disponibilidade de cont\u00eaineres e espa\u00e7os dispon\u00edveis nos navios. A intensidade desse movimento depender\u00e1 diretamente da confian\u00e7a dos consumidores, do n\u00edvel de estoques j\u00e1 existentes nos diferentes mercados e da evolu\u00e7\u00e3o das disputas comerciais entre algumas das principais economias do mundo.<\/span><\/p>\n<p><strong><span dir=\"auto\">O clima influenciar\u00e1 a log\u00edstica global.<\/span><\/strong><br \/>\n<span dir=\"auto\">Os eventos clim\u00e1ticos permanecer\u00e3o entre os principais fatores de risco para as cadeias log\u00edsticas. O Canal do Panam\u00e1, que recentemente vem sendo utilizado como uma das rotas alternativas ao Canal de Suez, em virtude dos conflitos no Mar Vermelho, ainda carrega as cicatrizes da severa seca v\u00edvida em 2023.<\/span><br \/>\n<span dir=\"auto\">Com a chegada de um novo El Ni\u00f1o, uma eventual retomada das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas advers\u00e1rias poder\u00e1 reduzir novamente o n\u00famero de tr\u00e2nsitos di\u00e1rios e aumentar as filas de espera por l\u00e1.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">No Brasil, os impactos dessas caracter\u00edsticas clim\u00e1ticas tamb\u00e9m merecer\u00e3o acompanhamento constante. Na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, os n\u00edveis dos rios continuam sendo determinantes para a log\u00edstica da Zona Franca de Manaus e, claro, para o abastecimento da popula\u00e7\u00e3o. Per\u00edodos de estimativa severos podem reduzir a capacidade efetiva dos navios, exigir transbordos intermedi\u00e1rios e aumentar significativamente os custos de transporte.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">J\u00e1 no sul do pa\u00eds, os eventos extremos registrados recentemente revelaram n\u00e3o apenas a for\u00e7a da natureza como tamb\u00e9m a vulnerabilidade da infraestrutura log\u00edstica diante desses eventos. Novos epis\u00f3dios de chuvas intensas podem variar dependendo das rodovias, ferrovias, terminais portu\u00e1rios e da popula\u00e7\u00e3o como um todo.<\/span><\/p>\n<p><strong><span dir=\"auto\">Oferta de navios cresce, mas sucateamento continua baixo<\/span><\/strong><br \/>\n<span dir=\"auto\">Uma das principais caracter\u00edsticas do mercado atual \u00e9 enorme o volume de embarca\u00e7\u00f5es em constru\u00e7\u00e3o ao mesmo tempo que o sucateamento de navios antigos nunca foi t\u00e3o baixo. A carteira mundial de encomendas de navios porta-cont\u00eaineres permanece pr\u00f3xima dos maiores n\u00edveis da hist\u00f3ria em termos proporcionais, com o equivalente a quase 40% da frota em opera\u00e7\u00e3o (em termos absolutos acaba de ultrapassar a barreira dos 13 milh\u00f5es de TEUs e \u00e9 de longe a maior carteira da hist\u00f3ria), como resultado das encomendas realizadas durante os per\u00edodos de fretes registros observados nos \u00faltimos anos e, claro, de uma transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica aguardada.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Em condi\u00e7\u00f5es normais, essa expans\u00e3o dr\u00e1stica de oferta tenderia a pressionar os fretes para baixo, entretanto, esse efeito foi parcialmente neutralizado por alguns fatores:<\/span><\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><span dir=\"auto\">Desvios de rotas provocados pela crise no Mar Vermelho;<\/span><\/li>\n<li><span dir=\"auto\">Velocidades reduzidas, para atender metas ambientais, que na pr\u00e1tica aumentam o tempo de viagem e a demanda por navios;<\/span><\/li>\n<li><span dir=\"auto\">Congestionamentos nos principais hubports do mundo, que tamb\u00e9m aumentam o ritmo da viagem.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><span dir=\"auto\">Em contrapartida, um avan\u00e7o no sucateamento de embarca\u00e7\u00f5es obsoletas poderia ajudar a regular um eventual excesso de oferta, apesar de muitos armadores ainda preferirem manter os navios antigos em opera\u00e7\u00e3o, tanto pela volatilidade enorme na demanda vivida nos \u00faltimos anos, quanto pelas incertezas relacionadas aos combust\u00edveis do futuro ou, ainda, pela falta de estaleiros aptos a atender \u00e0s novas regras de desmanche de navios determinados pela Conven\u00e7\u00e3o de Hong Kong.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">O fato \u00e9 que, caso os fretes venham a cair muito, seja pela chegada de novos navios, seja pela pacifica\u00e7\u00e3o no Oriente M\u00e9dio, os armadores t\u00eam \u201cna manga\u201d a possibilidade de sucatear cerca de 15% da frota atual que j\u00e1 ultrapassou os 20 anos em opera\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><strong><span dir=\"auto\">Elei\u00e7\u00f5es e tarifas comerciais podem aumentar a incerteza<\/span><\/strong><br \/>\n<span dir=\"auto\">O calend\u00e1rio pol\u00edtico tamb\u00e9m merece aten\u00e7\u00e3o. Nos Estados Unidos, a continuidade das pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o comercial e incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica segue influenciando as cadeias globais de suprimentos. Novas tarifas, restri\u00e7\u00f5es comerciais ou medidas externas \u00e0 prote\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria americana \u2013 como as que est\u00e3o em consulta p\u00fablica atualmente \u2013 podem voltar a afetar diretamente os fluxos comerciais pelo.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Por outro lado, essas mesmas pol\u00edticas t\u00eam impactado diretamente o custo de vida nos EUA e, consequentemente, a popularidade do atual, o que pode lev\u00e1-lo a perder a maioria no congresso nas elei\u00e7\u00f5es de meio de mandato, que ocorrer\u00e3o em novembro pr\u00f3ximo, o que reduziria suas margens de manobra na imposi\u00e7\u00e3o de tais pol\u00edticas.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">No Brasil, a aproxima\u00e7\u00e3o do ciclo eleitoral pressionou historicamente a pol\u00edtica fiscal e, lamentavelmente, desvia o foco para quest\u00f5es ideol\u00f3gicas, pautas populares (fim da escala 6\u00d71) e narrativas in\u00f3cuas sobre corrup\u00e7\u00e3o, em detrimento, por exemplo, de investimentos em infraestrutura, que tem apelo baixo eleitoral.<\/span><br \/>\n<span dir=\"auto\">Al\u00e9m disso, n\u00e3o pode ser descartada a possibilidade de uma \u201cpol\u00edtica de contamina\u00e7\u00e3o\u201d de novas medidas tarif\u00e1rias por parte dos produtos EUA e direcionadas a determinados brasileiros.<\/span><\/p>\n<p><strong><span dir=\"auto\">O agroneg\u00f3cio continuar\u00e1 sustentando as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras<\/span><\/strong><br \/>\n<span dir=\"auto\">O agroneg\u00f3cio dever\u00e1 permanecer como um dos principais motores da demanda pelo transporte mar\u00edtimo brasileiro, principalmente nos pr\u00f3ximos meses com o in\u00edcio do per\u00edodo de safra de algod\u00e3o, caf\u00e9, milho, a\u00e7\u00facar e das frutas produzidas no nordeste. Por outro lado, ser\u00e1 importante acompanhar a recente exclus\u00e3o do Brasil da lista de pa\u00edses autorizados a exportar produtos de origem animal para a Uni\u00e3o Europeia.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Ainda assim, caso o acordo Mercosul-Uni\u00e3o Europeia siga avan\u00e7ando para sua implementa\u00e7\u00e3o definitiva, isso poder\u00e1 abrir novas oportunidades para diversos setores exportadores brasileiros ligados ao agroneg\u00f3cio.<\/span><\/p>\n<p><strong><span dir=\"auto\">Os gargalos log\u00edsticos continuam preocupando<\/span><\/strong><br \/>\n<span dir=\"auto\">apesar dos investimentos anunciados em diversos pa\u00edses, os congestionamentos recorrentes em alguns dos principais portos do mundo continuam sendo uma preocupa\u00e7\u00e3o relevante. No Brasil, terminais de cont\u00eaineres em regi\u00f5es estrat\u00e9gicas operam cada vez mais acima de sua capacidade operacional \u00f3tima.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Quest\u00f5es como dragagem, amplia\u00e7\u00e3o de cais, acessos terrestres e novos projetos portu\u00e1rios (ex: a concess\u00e3o do Tecon Santos 10) permanecem fundamentais para sustentar o crescimento da entrega no Brasil. Em um ambiente global cada vez mais integrado, gargalos locais produzem rapidamente um efeito de escala mundial.<\/span><\/p>\n<p><strong><span dir=\"auto\">Conclus\u00e3o<\/span><\/strong><br \/>\n<span dir=\"auto\">Se os \u00faltimos anos ensinaram algo ao setor mar\u00edtimo, foi que a previsibilidade se tornou um ativo cada vez mais raro, e o segundo semestre dever\u00e1 ser marcado por uma combina\u00e7\u00e3o de crescimento moderado da demanda global, forte influ\u00eancia da geopol\u00edtica, desafios clim\u00e1ticos, expans\u00e3o da oferta de navios e persistentes gargalos log\u00edsticos.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Para importadores e exportadores brasileiros, a principal recomenda\u00e7\u00e3o continua sendo monitorar de perto os indicadores econ\u00f4micos, manter planejamento log\u00edstico flex\u00edvel e desenvolver estrat\u00e9gias capazes de responder rapidamente \u00e0s mudan\u00e7as de cen\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Em um ambiente t\u00e3o din\u00e2mico, a vantagem competitiva n\u00e3o ser\u00e1 necessariamente em prever o futuro, mas em estar preparado para se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as mais r\u00e1pidas dos concorrentes.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Fonte:\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Portos e Navios<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de um primeiro semestre novamente marcado por eleva\u00e7\u00e3o da volatilidade nos fretes \u2013 vide a varia\u00e7\u00e3o brusca nos fretes de importa\u00e7\u00e3o da \u00c1sia \u2013&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":66142,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-66141","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66141","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66141"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66141\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":66143,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66141\/revisions\/66143"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/66142"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66141"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66141"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66141"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}