{"id":66070,"date":"2026-07-02T11:44:49","date_gmt":"2026-07-02T14:44:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=66070"},"modified":"2026-07-02T11:44:49","modified_gmt":"2026-07-02T14:44:49","slug":"niteroi-sedia-3a-edicao-do-tomorrow-blue-economy-niteroi-com-foco-em-transicao-energetica-e-cadeia-naval","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/niteroi-sedia-3a-edicao-do-tomorrow-blue-economy-niteroi-com-foco-em-transicao-energetica-e-cadeia-naval\/","title":{"rendered":"Niter\u00f3i sedia 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Tomorrow.Blue Economy Niter\u00f3i com foco em transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e cadeia naval"},"content":{"rendered":"<p>Depois de duas edi\u00e7\u00f5es dedicadas a apresentar o conceito de economia azul ao mercado brasileiro, o Tomorrow.Blue Economy Niter\u00f3i chega \u00e0 sua terceira edi\u00e7\u00e3o com uma proposta diferente: tornar-se o espa\u00e7o onde a agenda do setor \u00e9 constru\u00edda e executada. O encontro ocorrer\u00e1 nos dias 25 e 26 de novembro na nova Arena Niter\u00f3i, organizado pelo iCities Events em parceria com a Prefeitura de Niter\u00f3i e com a chancela da Fira Barcelona.<\/p>\n<p>&#8220;Nas duas primeiras edi\u00e7\u00f5es, o nosso papel fundamental foi de letramento e diversifica\u00e7\u00e3o de p\u00fablico. Precis\u00e1vamos trazer o conceito de economia azul e provar que Niter\u00f3i era o cen\u00e1rio ideal para isso. A terceira edi\u00e7\u00e3o marca a virada do debate, porque agora deixamos de ser um espa\u00e7o de discuss\u00e3o para nos tornarmos o lugar onde a agenda do setor \u00e9 constru\u00edda e executada. E essa execu\u00e7\u00e3o s\u00f3 acontece porque finalmente vamos atingir o nosso objetivo central, que \u00e9 colocar na mesma sala a cadeia naval, o capital de transi\u00e7\u00e3o e a regula\u00e7\u00e3o, setores que historicamente operam de forma isolada&#8221;, explica Caio de Castro, CEO do iCities.<\/p>\n<p>Os debates desta edi\u00e7\u00e3o v\u00e3o conectar regula\u00e7\u00e3o, fomento e opera\u00e7\u00e3o ao abordar a descarboniza\u00e7\u00e3o da frota de cabotagem, o financiamento de novas embarca\u00e7\u00f5es e o impacto dos novos marcos legais da e\u00f3lica offshore na engenharia de contratos. Por meio de uma governan\u00e7a eficaz e de ferramentas inteligentes, os pain\u00e9is v\u00e3o explorar como a coordena\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria e o Planejamento Espacial Marinho s\u00e3o capazes de mitigar riscos, atrair investimentos verdes e fomentar parcerias Intersetoriais para transformar o potencial do litoral em ativos econ\u00f4micos perfeitamente sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p>Evento de lan\u00e7amento<\/p>\n<p>Como ponto de partida para o fim do ano, a Prefeitura de Niter\u00f3i, a Fira Barcelona e o iCities Events realizam o lan\u00e7amento oficial do evento no dia 11 de junho, com a presen\u00e7a do prefeito Rodrigo Neves e do Secret\u00e1rio Executivo da Prefeitura de Niter\u00f3i, Felipe Peixoto.<\/p>\n<p>O encontro ser\u00e1 voltado para empresas, reguladores e autoridades, servindo como pr\u00e9via das discuss\u00f5es que ser\u00e3o abordadas em novembro. A programa\u00e7\u00e3o contar\u00e1 com um painel dedicado exclusivamente a debater a regula\u00e7\u00e3o de mercado da economia azul no Brasil.<\/p>\n<p>Um setor de US$ 3 trilh\u00f5es ainda pouco explorado<\/p>\n<p>Com cerca de 65% dos estados banhados pelo oceano e um dos maiores litorais do mundo, o Brasil tem no mar uma de suas maiores reservas econ\u00f4micas. Ainda pouco conhecida pela maior parte da popula\u00e7\u00e3o, a economia azul, que engloba desde a pesca e o turismo costeiro at\u00e9 a energia renov\u00e1vel e log\u00edstica e infraestrutura portu\u00e1ria, deve movimentar US$ 3 trilh\u00f5es globalmente at\u00e9 2030, segundo a Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE). No pa\u00eds, esse conjunto de atividades faturou R$ 415,7 bilh\u00f5es em 2018, equivalente a 5,93% do PIB nacional.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que quase metade desse valor vem da extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leo e g\u00e1s, enquanto a constru\u00e7\u00e3o naval, segmento com maior capacidade de gera\u00e7\u00e3o de empregos, representa apenas 2,13% do total. \u00c9 partindo deste cen\u00e1rio que o evento busca trazer novas oportunidades de desenvolvimento do setor para reverter essa realidade.<\/p>\n<p>Niter\u00f3i como capital da economia azul<\/p>\n<p>A escolha da cidade pelo terceiro ano consecutivo \u00e9 estrat\u00e9gica. Niter\u00f3i abrigou um dos primeiros estaleiros do pa\u00eds, mas esse legado se perdeu no final da d\u00e9cada de 1970, quando o setor naval foi quase inteiro desativado. O Tomorrow.Blue Economy integra o movimento da prefeitura para retomar essa rela\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, ancorado no planejamento de longo prazo do Niter\u00f3i Que Queremos (NQQ), planejamento estrat\u00e9gico criado para definir metas e projetos que orientam as pol\u00edticas p\u00fablicas e os investimentos.<\/p>\n<p>&#8220;Niter\u00f3i re\u00fane ativos estrat\u00e9gicos que colocam a cidade no centro do debate sobre economia azul: localiza\u00e7\u00e3o privilegiada na Ba\u00eda de Guanabara, tradi\u00e7\u00e3o e capacidade instalada da ind\u00fastria naval e offshore, proximidade com o setor de \u00f3leo, g\u00e1s e energia, al\u00e9m de um ecossistema consolidado de inova\u00e7\u00e3o, universidades e tecnologia. O Tomorrow.Blue Economy consolida Niter\u00f3i como refer\u00eancia nacional na conex\u00e3o entre desenvolvimento, sustentabilidade, inova\u00e7\u00e3o e transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, fortalecendo o posicionamento da cidade como capital da economia do mar da Am\u00e9rica Latina&#8221;, afirma Felipe Peixoto, Secret\u00e1rio Executivo da Prefeitura de Niter\u00f3i.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de duas edi\u00e7\u00f5es dedicadas a apresentar o conceito de economia azul ao mercado brasileiro, o Tomorrow.Blue Economy Niter\u00f3i chega \u00e0 sua terceira edi\u00e7\u00e3o com&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":66071,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-66070","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66070","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66070"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66070\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":66072,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66070\/revisions\/66072"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/66071"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66070"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66070"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66070"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}