{"id":66047,"date":"2026-07-01T12:07:57","date_gmt":"2026-07-01T15:07:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=66047"},"modified":"2026-07-01T12:07:57","modified_gmt":"2026-07-01T15:07:57","slug":"estudo-da-antaq-mapeia-riscos-globais-portuarios-e-aponta-desafios-para-o-brasil-ate-2035","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/estudo-da-antaq-mapeia-riscos-globais-portuarios-e-aponta-desafios-para-o-brasil-ate-2035\/","title":{"rendered":"Estudo da Antaq mapeia riscos globais portu\u00e1rios e aponta desafios para o Brasil at\u00e9 2035"},"content":{"rendered":"<p>Um novo estudo da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq) sobre riscos globais portu\u00e1rios identifica amea\u00e7as estruturais, clim\u00e1ticas e de mercado que devem orientar o planejamento dos portos brasileiros at\u00e9 2035, com foco em resili\u00eancia, investimentos e pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Segundo a Antaq, o levantamento integra a agenda de planejamento de longo prazo do setor portu\u00e1rio e dialoga com iniciativas como os estudos sobre descarboniza\u00e7\u00e3o, vulnerabilidades clim\u00e1ticas e planos de desenvolvimento e zoneamento portu\u00e1rio conduzidos em articula\u00e7\u00e3o com o Minist\u00e9rio de Portos e Aeroportos. A partir da an\u00e1lise de tend\u00eancias internacionais, o relat\u00f3rio destaca que riscos operacionais, ambientais e de satura\u00e7\u00e3o de acessos podem se intensificar nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, exigindo a\u00e7\u00f5es coordenadas de governo, autoridades portu\u00e1rias e operadores privados.<\/p>\n<p>O estudo parte de diagn\u00f3sticos anteriores sobre amea\u00e7as clim\u00e1ticas em 21 portos p\u00fablicos brasileiros, que j\u00e1 haviam apontado vendavais, tempestades e aumento do n\u00edvel do mar como fatores cr\u00edticos para terminais como Santos, Rio Grande, Paranagu\u00e1, Aratu-Candeias e Recife. Nessa nova fase, a Antaq amplia o escopo, incorporando riscos globais ligados \u00e0 cadeia log\u00edstica, \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e \u00e0 competi\u00e7\u00e3o internacional entre rotas e hubs portu\u00e1rios.<\/p>\n<p>Entre os desafios destacados est\u00e3o a necessidade de refor\u00e7ar infraestrutura terrestre e aquavi\u00e1ria, reduzir gargalos de acesso e intensificar investimentos em tecnologia de monitoramento e gest\u00e3o operacional. Estudos recentes para o Porto de Santos, por exemplo, j\u00e1 indicam satura\u00e7\u00e3o dos acessos e recomendam obras estruturantes at\u00e9 2035 para acomodar o crescimento projetado da demanda e evitar perda de competitividade.<\/p>\n<p>A Antaq tamb\u00e9m chama aten\u00e7\u00e3o para a agenda de descarboniza\u00e7\u00e3o e para a press\u00e3o regulat\u00f3ria internacional, que deve impactar diretamente a opera\u00e7\u00e3o dos portos brasileiros. O relat\u00f3rio sobre descarboniza\u00e7\u00e3o no setor portu\u00e1rio aponta que medidas de efici\u00eancia energ\u00e9tica, eletrifica\u00e7\u00e3o de equipamentos e incentivo a combust\u00edveis de menor intensidade de carbono tendem a se tornar requisitos para acesso a determinados mercados e linhas de financiamento.<\/p>\n<p>Como encaminhamento, o estudo sugere que os diagn\u00f3sticos de riscos globais portu\u00e1rios sejam incorporados aos planos estrat\u00e9gicos das autoridades portu\u00e1rias e aos instrumentos de planejamento da infraestrutura, incluindo revis\u00f5es peri\u00f3dicas de PDZs, programas de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica e projetos de expans\u00e3o de acessos terrestres e aquavi\u00e1rios. A expectativa \u00e9 que, at\u00e9 2035, essas informa\u00e7\u00f5es sirvam de base para prioriza\u00e7\u00e3o de investimentos e desenho de pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas \u00e0 resili\u00eancia, \u00e0 seguran\u00e7a operacional e \u00e0 competitividade dos portos brasileiros.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo estudo da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq) sobre riscos globais portu\u00e1rios identifica amea\u00e7as estruturais, clim\u00e1ticas e de mercado que devem orientar o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":66048,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-66047","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66047","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66047"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66047\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":66049,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66047\/revisions\/66049"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/66048"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66047"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66047"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66047"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}