{"id":65967,"date":"2026-06-25T12:05:09","date_gmt":"2026-06-25T15:05:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=65967"},"modified":"2026-06-25T12:05:09","modified_gmt":"2026-06-25T15:05:09","slug":"mercado-de-trabalho-formal-cresce-36","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/mercado-de-trabalho-formal-cresce-36\/","title":{"rendered":"Mercado de trabalho formal cresce 3,6%"},"content":{"rendered":"<p><strong>O mercado de trabalho formal brasileiro registrou crescimento de 3,6% em um ano e alcan\u00e7ou 62,2 milh\u00f5es de v\u00ednculos ativos em fevereiro de 2026<\/strong>, segundo dados da nova Rela\u00e7\u00e3o Anual de Informa\u00e7\u00f5es Sociais (Rais) Mensalizada, divulgados pelo Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego.<strong>\u00a0O avan\u00e7o foi impulsionado principalmente pelo aumento do n\u00famero de servidores p\u00fablicos, que superou o ritmo de expans\u00e3o dos empregos com carteira assinada.<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1694575&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1694575&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>O total representa acr\u00e9scimo de 2,17 milh\u00f5es de v\u00ednculos em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro de 2025. Do estoque registrado, 48 milh\u00f5es eram trabalhadores celetistas e 13,8 milh\u00f5es correspondiam a agentes p\u00fablicos, incluindo servidores estatut\u00e1rios, contratados por tempo determinado e ocupantes de cargos em comiss\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Confira os destaques:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>62,2 milh\u00f5es\u00a0de v\u00ednculos formais em fevereiro de 2026;<\/li>\n<li>+2,17 milh\u00f5es\u00a0de postos em 12 meses;<\/li>\n<li>13,8 milh\u00f5es\u00a0de agentes p\u00fablicos;<\/li>\n<li>48 milh\u00f5es\u00a0de trabalhadores celetistas;<\/li>\n<li>3,6%\u00a0de crescimento anual do emprego formal.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Setor p\u00fablico avan\u00e7a<\/h2>\n<p><strong>Os v\u00ednculos no setor p\u00fablico cresceram 8,6% na compara\u00e7\u00e3o anual, com a cria\u00e7\u00e3o de 1,09 milh\u00e3o de postos.<\/strong>\u00a0<strong>J\u00e1 os trabalhadores com carteira assinada tiveram expans\u00e3o de 2,2%, com aumento de 1,04 milh\u00e3o de v\u00ednculos.<\/strong><\/p>\n<p>Entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, o mercado formal ganhou 1,39 milh\u00e3o de trabalhadores. O destaque novamente ficou com os agentes p\u00fablicos, que avan\u00e7aram 7,81% no per\u00edodo, passando de 12,8 milh\u00f5es para 13,8 milh\u00f5es de v\u00ednculos.<\/p>\n<p>Segundo o levantamento, cerca de 886,9 mil das novas contrata\u00e7\u00f5es p\u00fablicas registradas no in\u00edcio do ano foram por tempo determinado.<\/p>\n<h2>Alta no in\u00edcio do ano<\/h2>\n<p>O resultado tamb\u00e9m est\u00e1 relacionado ao comportamento sazonal do mercado de trabalho nos primeiros meses do ano, per\u00edodo em que alguns setores retomam contrata\u00e7\u00f5es ap\u00f3s f\u00e9rias coletivas e recesso.<\/p>\n<p>Apesar do crescimento dos v\u00ednculos formais, o avan\u00e7o dos empregos privados ocorreu em ritmo mais moderado. O n\u00famero de celetistas passou de 47,6 milh\u00f5es em dezembro para 48 milh\u00f5es em fevereiro, alta de 0,81%.<\/p>\n<h2>Diferen\u00e7as regionais<\/h2>\n<p><strong>As regi\u00f5es Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentaram os maiores crescimentos proporcionais no per\u00edodo.<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Norte:\u00a0alta de 4,16%;<\/li>\n<li>Nordeste:\u00a0crescimento de 3,27%;<\/li>\n<li>Centro-Oeste:\u00a0avan\u00e7o de 2,70%.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Considerando o crescimento absoluto do n\u00famero de empregos formais, Minhas Gerais e S\u00e3o Paulo se destacam com 271,2 mil e 148,5 mil novos\u00a0v\u00ednculos, respectivamente.<\/p>\n<h2>Mulheres ganham espa\u00e7o<\/h2>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o feminina no emprego formal aumentou no per\u00edodo. O n\u00famero de v\u00ednculos ocupados por mulheres chegou a 28,6 milh\u00f5es em fevereiro, alta de 4,7% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n<p>Entre os homens, o crescimento foi de 2,7%, alcan\u00e7ando 33,5 milh\u00f5es de v\u00ednculos. Com isso, a participa\u00e7\u00e3o das mulheres no mercado formal passou de 45,6% para 46,1%.<\/p>\n<p>O levantamento tamb\u00e9m apontou crescimento mais forte entre trabalhadores ind\u00edgenas, pretos e pardos, al\u00e9m de avan\u00e7o expressivo entre jovens de 18 a 24 anos, que tiveram aumento de 1,21 milh\u00e3o de v\u00ednculos em 12 meses.<\/p>\n<h2>Dados salariais<\/h2>\n<p>A massa salarial mensal passou de R$ 235,7 bilh\u00f5es em janeiro de 2025 para R$ 240,7 bilh\u00f5es em dezembro do mesmo ano, alta de 2,1%. A massa salarial engloba a soma de todos os rendimentos recebidos pelos trabalhadores em um determinado per\u00edodo.<\/p>\n<p>A remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia mensal chegou a R$ 4.369 em dezembro de 2025, contra R$ 4.208,6 em fevereiro, aumento de 3,8%.<\/p>\n<p>O setor de servi\u00e7os concentrou a maior parcela da massa salarial, com cerca de R$ 155 bilh\u00f5es no \u00faltimo m\u00eas analisado.<\/p>\n<h2>Governo revisa registros<\/h2>\n<p>O Minist\u00e9rio do Trabalho informou que identificou inconsist\u00eancias nos dados de remunera\u00e7\u00e3o enviados pelos empregadores. Embora o n\u00famero de v\u00ednculos formais tenha crescido de 60 milh\u00f5es para 62,2 milh\u00f5es em um ano, a quantidade de registros com remunera\u00e7\u00e3o v\u00e1lida caiu de 55,26 milh\u00f5es para 53,53 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Diante das diverg\u00eancias, o governo decidiu divulgar os dados salariais apenas at\u00e9 dezembro de 2025 e aprofundar a an\u00e1lise das informa\u00e7\u00f5es antes das pr\u00f3ximas atualiza\u00e7\u00f5es da Rais Mensalizada.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mercado de trabalho formal brasileiro registrou crescimento de 3,6% em um ano e alcan\u00e7ou 62,2 milh\u00f5es de v\u00ednculos ativos em fevereiro de 2026, segundo&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":65140,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-65967","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65967","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65967"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65967\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":65968,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65967\/revisions\/65968"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/65140"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65967"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65967"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65967"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}