{"id":65857,"date":"2026-06-19T11:46:38","date_gmt":"2026-06-19T14:46:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=65857"},"modified":"2026-06-19T11:46:38","modified_gmt":"2026-06-19T14:46:38","slug":"regulamentacao-da-energia-eolica-offshore-avanca-em-debate-no-senado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/regulamentacao-da-energia-eolica-offshore-avanca-em-debate-no-senado\/","title":{"rendered":"Regulamenta\u00e7\u00e3o da energia e\u00f3lica offshore avan\u00e7a em debate no Senado"},"content":{"rendered":"<p>Especialistas defenderam nesta ter\u00e7a-feira (16), em audi\u00eancia na Comiss\u00e3o de Infraestrutura (CI) do Senado, a r\u00e1pida regulamenta\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica em alto-mar prevista na Lei 15.097\/2025, marco legal da gera\u00e7\u00e3o offshore no Brasil. Para os debatedores, a defini\u00e7\u00e3o de regras claras \u00e9 imprescind\u00edvel para dar seguran\u00e7a jur\u00eddica aos investidores, permitir estudos em \u00e1reas mar\u00edtimas e viabilizar os primeiros leil\u00f5es de cess\u00e3o de uso no mar territorial, na zona econ\u00f4mica exclusiva e na plataforma continental.<\/p>\n<p>A presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia E\u00f3lica e Novas Tecnologias (ABEE\u00f3lica), Elbia Gannoum, destacou que o pa\u00eds tem um dos maiores potenciais de energia e\u00f3lica offshore do mundo, mas que o aproveitamento dessa fonte depende da regulamenta\u00e7\u00e3o detalhada da lei e da realiza\u00e7\u00e3o do primeiro leil\u00e3o de \u00e1reas. Ela avaliou que o atraso na publica\u00e7\u00e3o do decreto regulat\u00f3rio posterga investimentos bilion\u00e1rios em projetos que j\u00e1 v\u00eam sendo estudados por grupos nacionais e internacionais.<\/p>\n<p>Representantes de \u00f3rg\u00e3os federais refor\u00e7aram a necessidade de coordena\u00e7\u00e3o institucional para que o marco saia do papel. A Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP) informou que j\u00e1 recebeu 11 manifesta\u00e7\u00f5es de interesse em projetos de energia e\u00f3lica offshore e defendeu a celeridade na edi\u00e7\u00e3o das normas infralegais que v\u00e3o disciplinar a cess\u00e3o de \u00e1reas para gera\u00e7\u00e3o el\u00e9trica no mar. O Minist\u00e9rio de Minas e Energia e a Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel) tamb\u00e9m foram citados como pe\u00e7as-chave na defini\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias, crit\u00e9rios de habilita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e desenho dos contratos de autoriza\u00e7\u00e3o ou concess\u00e3o.<\/p>\n<p>Parlamentares lembraram que o texto que deu origem \u00e0 Lei 15.097\/2025 (antigo PL 576\/2021) j\u00e1 havia sido amplamente discutido no Congresso e afirmaram que o foco agora deve ser a regulamenta\u00e7\u00e3o. O senador Marcos Pontes (PL-SP), autor de requerimento para debates anteriores sobre o tema na CI, ressaltou que h\u00e1 investidores interessados e que \u201cfalta regulamenta\u00e7\u00e3o\u201d para que os projetos avancem do papel para a fase de licenciamento ambiental e implanta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os debatedores convergiram na avalia\u00e7\u00e3o de que a regulamenta\u00e7\u00e3o da energia e\u00f3lica offshore pode abrir uma nova frente de gera\u00e7\u00e3o renov\u00e1vel no Brasil, complementar \u00e0s fontes j\u00e1 consolidadas, desde que acompanhada de planejamento das \u00e1reas mar\u00edtimas, refor\u00e7o de infraestrutura portu\u00e1ria e de transmiss\u00e3o e aperfei\u00e7oamento dos processos de licenciamento ambiental conduzidos pelo Ibama.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialistas defenderam nesta ter\u00e7a-feira (16), em audi\u00eancia na Comiss\u00e3o de Infraestrutura (CI) do Senado, a r\u00e1pida regulamenta\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica em alto-mar prevista&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":65858,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-65857","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65857","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65857"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65857\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":65859,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65857\/revisions\/65859"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/65858"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65857"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65857"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65857"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}