{"id":65810,"date":"2026-06-17T11:45:23","date_gmt":"2026-06-17T14:45:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=65810"},"modified":"2026-06-17T11:45:23","modified_gmt":"2026-06-17T14:45:23","slug":"imo-autoriza-baixa-pegada-de-carbono-do-etanol-de-milho-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/imo-autoriza-baixa-pegada-de-carbono-do-etanol-de-milho-brasileiro\/","title":{"rendered":"IMO autoriza baixa pegada de carbono do etanol de milho brasileiro"},"content":{"rendered":"<p><span dir=\"auto\">A Organiza\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima Internacional (IMO) definiu um valor padr\u00e3o de emiss\u00f5es para o etanol de milho da segunda safra produzida no Brasil, monitorando sua baixa pegada de carbono e abrindo espa\u00e7o para que o biocombust\u00edvel se torne uma alternativa ao bunker no transporte mar\u00edtimo global.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Em resolu\u00e7\u00e3o obriga\u00e7\u00f5es em maio, a IMO distribuiu em 20,8 gramas de CO2 equivalente por megajoule a pegada de carbono de refer\u00eancia do etanol de milho safrinha brasileiro \u2014 joule \u00e9 a unidade de energia equivalente a um milh\u00e3o de joules, unidade b\u00e1sica de energia no Sistema Internacional. O n\u00famero \u00e9 bem inferior \u00e0 intensidade m\u00e9dia atual dos combust\u00edveis mar\u00edtimos, estimada em 93,3 gramas de CO2 equivalente por megajoule.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Para representantes da ind\u00fastria de biocombust\u00edveis, a decis\u00e3o posiciona o produto como op\u00e7\u00e3o competitiva nos futuros mecanismos regulat\u00f3rios de descarboniza\u00e7\u00e3o do setor naval que v\u00eam sendo desenhados pela organiza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">De acordo com dados da Uni\u00e3o Nacional do Etanol de Milho (UNEM), a produ\u00e7\u00e3o de etanol de milho no Brasil alcan\u00e7ou cerca de 10 bilh\u00f5es de litros na safra 2025\/26, frente a 2,65 bilh\u00f5es de litros no in\u00edcio da d\u00e9cada, refletindo a r\u00e1pida expans\u00e3o desse segmento no pa\u00eds. O reconhecimento da IMO tende a valorizar lotes de etanol com menor pegada de carbono, inclusive por meio de eventuais pr\u00eamios de pre\u00e7o em mercados que adotam diferencia\u00e7\u00e3o por emiss\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Grupos industriais brasileiros v\u00eam investindo em melhorias de efici\u00eancia energ\u00e9tica, maior uso de biomassa e projetos de bioenergia com captura e armazenamento de carbono (BECCS), com o objetivo de reduzir ainda mais o impacto ambiental do etanol de milho, inclusive com a perspectiva de emiss\u00f5es l\u00edquidas negativas em alguns projetos. Os agentes do setor avaliam que, dada a escala do consumo global de combust\u00edveis mar\u00edtimos, a entrada do etanol de milho brasileiro no mercado brasileiro tende a complementar, e n\u00e3o substituir, outras rotas de biocombust\u00edveis, como o etanol de cana e o biodiesel, na transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica do transporte oce\u00e2nico.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Fonte:\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Portos e Navios<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Organiza\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima Internacional (IMO) definiu um valor padr\u00e3o de emiss\u00f5es para o etanol de milho da segunda safra produzida no Brasil, monitorando sua baixa&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":65811,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-65810","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65810","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65810"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65810\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":65812,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65810\/revisions\/65812"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/65811"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65810"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65810"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65810"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}