{"id":65486,"date":"2026-05-25T09:33:05","date_gmt":"2026-05-25T12:33:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=65486"},"modified":"2026-05-25T09:34:58","modified_gmt":"2026-05-25T12:34:58","slug":"porto-do-rio-de-janeiro-passa-a-receber-navios-de-ate-366-metros-apos-ampliacao-do-canal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-do-rio-de-janeiro-passa-a-receber-navios-de-ate-366-metros-apos-ampliacao-do-canal\/","title":{"rendered":"Porto do Rio de Janeiro passa a receber navios de at\u00e9 366 metros ap\u00f3s amplia\u00e7\u00e3o do canal"},"content":{"rendered":"<p>O Porto do Rio de Janeiro (RJ) passou a integrar o grupo de portos brasileiros aptos a receber embarca\u00e7\u00f5es da classe New Panamax, que est\u00e1 entre as maiores da navega\u00e7\u00e3o comercial mundial. O marco foi alcan\u00e7ado ap\u00f3s a conclus\u00e3o das obras de dragagem e moderniza\u00e7\u00e3o do canal de acesso ao porto, realizadas com investimentos do governo federal, por meio do Novo PAC, e da Autoridade Portu\u00e1ria PortosRio. Ao todo, foram investidos R$ 163 milh\u00f5es na iniciativa.<\/p>\n<p>Neste m\u00eas, o primeiro navio a atracar no porto, dentro desse novo cen\u00e1rio operacional, foi o porta-cont\u00eaineres MSC Katrina, embarca\u00e7\u00e3o de 366 metros de comprimento, 48,4 metros de largura (boca) e capacidade para transportar 14.131 TEUs (unidade equivalente a cont\u00eaineres de 20 p\u00e9s). O navio, de bandeira panamenha, veio do Porto de Suape (PE) e seguiu com destino ao Porto de Santos (SP).<\/p>\n<p><strong>Nova realidade operacional<\/strong><\/p>\n<p>Para que um porto possa receber embarca\u00e7\u00f5es de maior porte, s\u00e3o necess\u00e1rias obras de moderniza\u00e7\u00e3o da infraestrutura portu\u00e1ria, especialmente dragagem, amplia\u00e7\u00e3o de calado, melhorias na sinaliza\u00e7\u00e3o n\u00e1utica e adequa\u00e7\u00f5es operacionais. No caso do Porto do Rio de Janeiro, o canal de acesso passou por obras de dragagem, com investimentos de R$ 98 milh\u00f5es angariados pelo Novo PAC e R$ 65 milh\u00f5es pela PortosRio.<\/p>\n<p>Com a conclus\u00e3o das obras, a profundidade m\u00ednima do canal de acesso foi ampliada de 15 metros para 16,2 metros, permitindo um calado operacional de 15,3 metros e adequando a infraestrutura para receber navios da classe New Panamax.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio nacional de Portos, Alex \u00c1vila, afirmou que a nova capacidade operacional marca um avan\u00e7o importante para o Porto do Rio de Janeiro e para a infraestrutura portu\u00e1ria brasileira. \u201cA chegada de navios de maior porte representa um novo momento para o Porto do Rio de Janeiro. Esse avan\u00e7o amplia a competitividade do terminal, fortalece sua posi\u00e7\u00e3o nas rotas internacionais e demonstra a import\u00e2ncia dos investimentos em moderniza\u00e7\u00e3o da infraestrutura portu\u00e1ria brasileira\u201d, destacou.<\/p>\n<p>A iniciativa amplia, ainda, a efici\u00eancia operacional e log\u00edstica do porto, melhora as condi\u00e7\u00f5es de navegabilidade e seguran\u00e7a, permite a opera\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es de maior porte e reduz restri\u00e7\u00f5es operacionais e custos log\u00edsticos. Al\u00e9m disso, aumenta a previsibilidade das opera\u00e7\u00f5es e fortalece a competitividade do Porto do Rio de Janeiro no com\u00e9rcio exterior.<\/p>\n<p>Atualmente, al\u00e9m do Porto do Rio de Janeiro, apenas os portos de Santos (SP), Salvador (BA), Itagua\u00ed (RJ), Paranagu\u00e1 (PR), Rio Grande (RS) e Pec\u00e9m (CE) possuem capacidade operacional para receber navios de at\u00e9 366 metros de comprimento.<\/p>\n<p>Fonte: Informativo dos Portos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Porto do Rio de Janeiro (RJ) passou a integrar o grupo de portos brasileiros aptos a receber embarca\u00e7\u00f5es da classe New Panamax, que est\u00e1&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":65487,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-65486","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65486","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65486"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65486\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":65488,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65486\/revisions\/65488"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/65487"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65486"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65486"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65486"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}