{"id":65029,"date":"2026-04-24T11:01:56","date_gmt":"2026-04-24T14:01:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=65029"},"modified":"2026-04-24T11:01:56","modified_gmt":"2026-04-24T14:01:56","slug":"cabotagem-na-regiao-sudeste-cresce-19-no-primeiro-bimestre-e-movimenta-271-milhoes-de-toneladas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/cabotagem-na-regiao-sudeste-cresce-19-no-primeiro-bimestre-e-movimenta-271-milhoes-de-toneladas\/","title":{"rendered":"Cabotagem na Regi\u00e3o Sudeste cresce 19% no primeiro bimestre e movimenta 27,1 milh\u00f5es de toneladas"},"content":{"rendered":"<p>A cabotagem no Sudeste brasileiro registrou forte expans\u00e3o no primeiro bimestre deste ano, com movimenta\u00e7\u00e3o de 27,1 milh\u00f5es de toneladas e alta de 19,06% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo em 2025. O desempenho consolida a regi\u00e3o como principal eixo da navega\u00e7\u00e3o costeira no pa\u00eds, impulsionada sobretudo pelo transporte de petr\u00f3leo e derivados.<\/p>\n<p>Dados da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq), compilados pelo Minist\u00e9rio de Portos e Aeroportos (MPor), mostram que o crescimento est\u00e1 concentrado nos estados do Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Esp\u00edrito Santo, respons\u00e1veis pela maior parte da movimenta\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p>O Rio de Janeiro lidera com ampla margem, ao registrar 15,8 milh\u00f5es de toneladas no per\u00edodo. S\u00e3o Paulo aparece na sequ\u00eancia, com 9,9 milh\u00f5es, seguido pelo Esp\u00edrito Santo, com 1,38 milh\u00e3o de toneladas.<\/p>\n<p>O petr\u00f3leo bruto respondeu por 21,2 milh\u00f5es de toneladas transportadas no m\u00eas, evidenciando o peso do setor energ\u00e9tico. J\u00e1 os derivados somaram 1,78 milh\u00e3o de toneladas, enquanto a carga conteinerizada alcan\u00e7ou 2,21 milh\u00f5es, garantindo o abastecimento de bens industrializados e de consumo.<\/p>\n<p>De acordo com o ministro de Portos e Aeroportos, Tom\u00e9 Franca, a cabotagem assegura escala, efici\u00eancia e seguran\u00e7a no transporte de cargas essenciais, especialmente no setor de energia. \u201cAl\u00e9m de sustentar o abastecimento nacional, o avan\u00e7o da cabotagem reduz a press\u00e3o sobre o transporte rodovi\u00e1rio e amplia a previsibilidade log\u00edstica.\u201d<\/p>\n<p><strong>BR do Mar<\/strong><br \/>\nO crescimento do setor tamb\u00e9m reflete a consolida\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, como o Programa BR do Mar, que ampliou a seguran\u00e7a jur\u00eddica e incentivou investimentos. Segundo o secret\u00e1rio nacional de Hidrovias e Navega\u00e7\u00e3o, Otto Luiz Burlier, a tend\u00eancia \u00e9 de continuidade. \u201cO avan\u00e7o da cabotagem \u00e9 resultado de uma pol\u00edtica p\u00fablica consistente, que vem estruturando o setor com previsibilidade regulat\u00f3ria, est\u00edmulo \u00e0 concorr\u00eancia e amplia\u00e7\u00e3o da oferta de transporte. Isso permite reduzir custos log\u00edsticos, aumentar a efici\u00eancia da cadeia de suprimentos e garantir maior equil\u00edbrio no abastecimento entre as regi\u00f5es, com impacto direto para a popula\u00e7\u00e3o e para a competitividade da economia brasileira\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Amplia\u00e7\u00e3o da frota, maior previsibilidade regulat\u00f3ria e os investimentos em infraestrutura portu\u00e1ria tamb\u00e9m t\u00eam contribu\u00eddo para esse avan\u00e7o, ao permitir ganhos de escala e maior competitividade no transporte de cargas. Esse cen\u00e1rio se traduz em benef\u00edcios concretos para a popula\u00e7\u00e3o, como maior efici\u00eancia no abastecimento, redu\u00e7\u00e3o de custos log\u00edsticos e mais equil\u00edbrio na distribui\u00e7\u00e3o de bens essenciais em todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Fonte: Informativo dos Portos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cabotagem no Sudeste brasileiro registrou forte expans\u00e3o no primeiro bimestre deste ano, com movimenta\u00e7\u00e3o de 27,1 milh\u00f5es de toneladas e alta de 19,06% em&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":65030,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-65029","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65029","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65029"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65029\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":65031,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65029\/revisions\/65031"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/65030"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65029"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65029"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65029"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}