{"id":64751,"date":"2026-04-06T10:09:37","date_gmt":"2026-04-06T13:09:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=64751"},"modified":"2026-04-06T10:09:37","modified_gmt":"2026-04-06T13:09:37","slug":"entidades-e-empresas-de-energia-lancam-coalizao-eolica-marinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/entidades-e-empresas-de-energia-lancam-coalizao-eolica-marinha\/","title":{"rendered":"Entidades e empresas de energia lan\u00e7am &#8216;Coaliz\u00e3o E\u00f3lica Marinha&#8217;"},"content":{"rendered":"<p>Empresas ligadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de energia no Brasil e entidades setoriais criaram a &#8216;Coaliz\u00e3o E\u00f3lica Marinha&#8217; (CEM), definida como espa\u00e7o de converg\u00eancia e de colabora\u00e7\u00e3o e que tem como objetivo contribuir, exclusivamente, para o desenvolvimento da explora\u00e7\u00e3o da energia e\u00f3lica offshore no Brasil. Segundo comunicado divulgado pela engenharia ambiental Roberta Cox, diretora de Pol\u00edticas para o Brasil do\u00a0<em>Global Wind Energy Council<\/em>\u00a0(GWEC), a nova entidade pretende estimular o di\u00e1logo qualificado, a promo\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas internacionais, o apoio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de um ambiente regulat\u00f3rio propositivo e previs\u00edvel e, principalmente, &#8220;a constru\u00e7\u00e3o dessa nova ind\u00fastria como vetor para desenvolvimento sustent\u00e1vel, combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e cria\u00e7\u00e3o de valor para as comunidades locais\u201d.<\/p>\n<p>No documento, Roberta explica que a iniciativa busca atuar para desbloquear as oportunidades que a fonte e\u00f3lica offshore oferece aos pa\u00edses que nela acreditam e de forma a complementar outros esfor\u00e7os em curso, \u201cpromovendo alinhamento entre diferentes perspectivas, desobstruindo gargalos e apoiando a pavimenta\u00e7\u00e3o de um caminho sustent\u00e1vel, um catalisador para a fonte\u201d.<\/p>\n<p>O comunicado divulgado pelos criadores do CME cita a recente aprova\u00e7\u00e3o, pelo Conselho Nacional de Pol\u00edtica Energ\u00e9tica (CNPE), das diretrizes para o desenvolvimento da fonte energia e\u00f3lica e a continuidade das discuss\u00f5es no \u00e2mbito do Congresso Nacional, incluindo a audi\u00eancia p\u00fablica a ser realizada no Senado na pr\u00f3xima ter\u00e7a-feira (7), como motivadores para a cria\u00e7\u00e3o do Conselho.<\/p>\n<p>\u201cTais marcos sinalizam tamb\u00e9m a constru\u00e7\u00e3o material de um ambiente mais estruturado para a consolida\u00e7\u00e3o desta fonte de energia no Brasil\u201d, explica o documento. Destaca tamb\u00e9m que \u201cnas \u00faltimas semanas o Brasil tem observado o debate sobre energia e\u00f3lica offshore, refletido na crescente mobiliza\u00e7\u00e3o de atores p\u00fablicos, privados e acad\u00eamicos, bem como no aprofundamento t\u00e9cnico e institucional do tema\u201d.<\/p>\n<p>Segundo Roberta Cox, mais do que uma agenda setorial, o uso da energia e\u00f3lica deve ser tratada como uma agenda de pa\u00eds, j\u00e1 que tem potencial de \u201cimpulsionar a gera\u00e7\u00e3o de empregos qualificados, o desenvolvimento industrial, a dinamiza\u00e7\u00e3o regional e a inser\u00e7\u00e3o do Brasil nas cadeias globais de valor da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica\u201d. Ressalta ainda que \u00e9 \u201cuma ind\u00fastria verde nova e com recursos que propiciam um potencial gigantesco, entre os maiores e melhores do mundo, com capacidade para gerar mais de 500 mil empregos e superar os 900 bilh\u00f5es de reais em valor agregado \u00e0 economia brasileira\u201d, citando estudo recente do Minist\u00e9rio de Mina e Energia (MME) e do Banco Mundial.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empresas ligadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de energia no Brasil e entidades setoriais criaram a &#8216;Coaliz\u00e3o E\u00f3lica Marinha&#8217; (CEM), definida como espa\u00e7o de converg\u00eancia e de colabora\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":64752,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-64751","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64751","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=64751"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64751\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":64753,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64751\/revisions\/64753"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/64752"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=64751"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=64751"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=64751"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}