{"id":64493,"date":"2026-03-20T10:36:40","date_gmt":"2026-03-20T13:36:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=64493"},"modified":"2026-03-20T10:36:40","modified_gmt":"2026-03-20T13:36:40","slug":"portos-e-terminais-do-sudeste-movimentam-565-milhoes-de-toneladas-em-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/portos-e-terminais-do-sudeste-movimentam-565-milhoes-de-toneladas-em-janeiro\/","title":{"rendered":"Portos e terminais do Sudeste movimentam 56,5 milh\u00f5es de toneladas em janeiro"},"content":{"rendered":"<p>A movimenta\u00e7\u00e3o de cargas nos portos e terminais da regi\u00e3o Sudeste alcan\u00e7ou 56.472.876 milh\u00f5es de toneladas em janeiro. O volume representa crescimento de 20,84% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2025, que registrou 46,7 milh\u00f5es de cargas movimentadas. Os dados s\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq) e foram compilados pelo Minist\u00e9rio de Portos e Aeroportos.<\/p>\n<p>\u201cO Sudeste segue como o principal corredor log\u00edstico do pa\u00eds, sustentado pela diversidade de cargas, pela integra\u00e7\u00e3o entre portos p\u00fablicos e terminais privados e por uma agenda cont\u00ednua de investimentos em infraestrutura\u201d, afirmou o ministro do MPor, Silvio Costa Filho.<\/p>\n<p>O desempenho regional foi sustentado principalmente pelos gran\u00e9is s\u00f3lidos, que somaram 26 milh\u00f5es de toneladas, com alta de 22% frente a janeiro de 2025. Os gran\u00e9is l\u00edquidos alcan\u00e7aram 22,2 milh\u00f5es de toneladas, registrando crescimento de 41%, fortemente influenciados pela movimenta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e derivados. J\u00e1 as cargas em cont\u00eaineres responderam por 5,6 milh\u00f5es de toneladas, enquanto a carga geral atingiu 2,7 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p><strong>Movimenta\u00e7\u00e3o por instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias<\/strong><\/p>\n<p>A movimenta\u00e7\u00e3o de cargas nos portos organizados cresceu 7% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2025, alcan\u00e7ando 16,8 milh\u00f5es de toneladas. Santos (SP), que tem o maior porto do Brasil, liderou a movimenta\u00e7\u00e3o no Sudeste com 10,1 milh\u00f5es de toneladas, 14% a mais do que o registrado anteriormente, o porto paulista tamb\u00e9m respondeu por 9,7% de toda a carga movimentada na regi\u00e3o. Na sequ\u00eancia do ranking, aparecem Itagua\u00ed, com 4,74 milh\u00f5es de toneladas; Rio de Janeiro (RJ), com 1,07 milh\u00f5es de toneladas; Vit\u00f3ria (ES), que movimentou 706 mil toneladas; e S\u00e3o Sebasti\u00e3o (SP), com 159,7 mil toneladas passando pelo porto.<\/p>\n<p>Nos terminais autorizados, o crescimento foi de 28% com movimento de 39,7 milh\u00f5es de toneladas nessas instala\u00e7\u00f5es. O destaque em movimenta\u00e7\u00e3o de cargas \u00e9 do Terminal de Petr\u00f3leo TPET\/TOIL \u2013 A\u00e7u (RJ), com 7,6 milh\u00f5es de toneladas; em seguida, o de Tubar\u00e3o (ES), que registrou 7,2 milh\u00f5es de toneladas; j\u00e1 pelo Terminal Aquavi\u00e1rio de Angra dos Reis (RJ), passaram 6 milh\u00f5es de toneladas; no Terminal Aquavi\u00e1rio de S\u00e3o Sebasti\u00e3o (SP), 5,1 milh\u00f5es; e no Terminal da Ilha de Gua\u00edba (RJ) \u2013 TIG, 2,2 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo Costa Filho, a concentra\u00e7\u00e3o dessas grandes instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias \u00e9 um diferencial competitivo da regi\u00e3o. \u201cEstamos falando de portos que operam em alta escala, com voca\u00e7\u00f5es bem definidas, o que garante efici\u00eancia, previsibilidade e competitividade ao com\u00e9rcio exterior brasileiro\u201d, destacou.<\/p>\n<p><strong>Principais mercadorias<\/strong><\/p>\n<p>O Estat\u00edstico Aquavi\u00e1rio da Antaq aponta petr\u00f3leo e derivados (\u00f3leo bruto) como a principal mercadoria movimentada na regi\u00e3o (32,5% do total), com 18,3 milh\u00f5es de toneladas, crescimento de 46,7%, refletindo a for\u00e7a do setor energ\u00e9tico do Sudeste para o Brasil j\u00e1 no in\u00edcio do ano.<\/p>\n<p>O min\u00e9rio de ferro aparece como a segunda carga mais movimentada, alcan\u00e7ando 17,9 milh\u00f5es de toneladas, com alta de 21,5%. Cargas em cont\u00eaineres somaram 5,6 milh\u00f5es de toneladas. J\u00e1 os derivados de petr\u00f3leo (sem \u00f3leo bruto) totalizaram 3,2 milh\u00f5es de toneladas, com alta de 20,8% na compara\u00e7\u00e3o com janeiro de 2025, mantendo volumes relevantes na matriz de cargas regionais. O a\u00e7\u00facar tamb\u00e9m registra movimenta\u00e7\u00e3o expressiva no Sudeste de 1,6 milh\u00e3o de tonelada e crescimento de 70%, impulsionada pelo agroneg\u00f3cio.<\/p>\n<p><strong>Tipos de navega\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Do total movimentado nos portos do Sudeste, 40,7 milh\u00f5es de toneladas foram transportadas na navega\u00e7\u00e3o de longo curso; opera\u00e7\u00f5es entre Brasil e outros pa\u00edses. Esse tipo de transporte registrou crescimento de 20,76% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2025, demonstrando o fortalecimento da integra\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o com os mercados internacionais neste in\u00edcio de ano.<\/p>\n<p>J\u00e1 a cabotagem, que \u00e9 o transporte de cargas entre portos brasileiros, somou 12,9 milh\u00f5es de toneladas no per\u00edodo, com alta de 23,5% na compara\u00e7\u00e3o com janeiro do ano passado. Essa modalidade \u00e9 fundamental para a log\u00edstica nacional, pois permite o deslocamento de grandes volumes de mercadorias ao longo da costa, reduzindo custos e complementando o transporte rodovi\u00e1rio.<\/p>\n<p>Ao analisar as mercadorias que entraram e sa\u00edram do pa\u00eds pelos portos do Sudeste, os dados da Antaq indicam ainda que as exporta\u00e7\u00f5es cresceram 26,25%, enquanto as importa\u00e7\u00f5es registraram leve retra\u00e7\u00e3o, de 1,71%, movimento que indica ajustes pontuais no volume de mercadorias.<\/p>\n<p>Fonte: Informativo dos Portos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A movimenta\u00e7\u00e3o de cargas nos portos e terminais da regi\u00e3o Sudeste alcan\u00e7ou 56.472.876 milh\u00f5es de toneladas em janeiro. 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