{"id":64303,"date":"2026-03-10T10:54:45","date_gmt":"2026-03-10T13:54:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=64303"},"modified":"2026-03-10T10:54:45","modified_gmt":"2026-03-10T13:54:45","slug":"marinha-celebra-40-anos-da-primeira-invernada-na-antartica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/marinha-celebra-40-anos-da-primeira-invernada-na-antartica\/","title":{"rendered":"Marinha celebra 40 anos da primeira invernada na Ant\u00e1rtica"},"content":{"rendered":"<p class=\"text-align-justify\">H\u00e1 40 anos, pesquisadores e militares da Marinha do Brasil (MB) permaneceram, pela primeira vez, na Esta\u00e7\u00e3o Ant\u00e1rtica Comandante Ferraz (EACF) durante todo o inverno ant\u00e1rtico. Desde ent\u00e3o, a presen\u00e7a brasileira no continente passou a incluir invernadas regulares, garantindo a continuidade das pesquisas cient\u00edficas. Quatro d\u00e9cadas ap\u00f3s aquela primeira perman\u00eancia, marcada por temperaturas inferiores a 20 graus negativos e pelo isolamento da esta\u00e7\u00e3o, uma comitiva retornou \u00e0 Ant\u00e1rtica nesta semana para celebrar o marco hist\u00f3rico da participa\u00e7\u00e3o do Brasil no continente.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Em 1986, o ent\u00e3o Capit\u00e3o-Tenente (Fuzileiro Naval) Jos\u00e9 Henrique Salvi Elkfury, atualmente Contra-almirante (Fuzileiro Naval &#8211; Reserva) chefiou o Grupo-Base da primeira invernada brasileira na Ant\u00e1rtica. Segundo ele, o maior obst\u00e1culo era desbravar o desconhecido de uma miss\u00e3o in\u00e9dita para o Pa\u00eds. \u201cEssa prepara\u00e7\u00e3o precisou ser muito bem-feita para que a execu\u00e7\u00e3o ficasse mais f\u00e1cil. E uma prepara\u00e7\u00e3o em duas vertentes: log\u00edstica de material e de pessoal\u201d, recordou.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">A presen\u00e7a, nesta semana, do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, do Contra-almirante (Fuzileiro Naval \u2013 Reserva) Elkfury e de representantes dos Minist\u00e9rios da Defesa e da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o na Esta\u00e7\u00e3o Comandante Ferraz, refor\u00e7a a voz ativa do Brasil no continente. Sobre isso, a Secret\u00e1ria-Geral do Minist\u00e9rio da Defesa, Cinara Wagner Fredo, destacou que o Programa Ant\u00e1rtico Brasileiro (PROANTAR) representa um instrumento estrat\u00e9gico de inser\u00e7\u00e3o internacional.<\/p>\n<figure class=\"bg-light p-3 p-md-5 my-3 rounded\">\n<blockquote class=\"blockquote\"><p>Ele assegura uma presen\u00e7a qualificada do Brasil na governan\u00e7a da Ant\u00e1rtica. Mais do que isso, \u00e9 um investimento em pesquisa cient\u00edfica, especialmente nas quest\u00f5es clim\u00e1ticas, e reafirma o compromisso do Pa\u00eds com o uso pac\u00edfico e sustent\u00e1vel de espa\u00e7os estrat\u00e9gicos globais\u201d, afirmou.<\/p><\/blockquote>\n<\/figure>\n<p class=\"text-align-justify\">Desde que a EACF se transformou em um dos principais polos da ci\u00eancia brasileira no exterior, o Pa\u00eds tamb\u00e9m chancelou sua posi\u00e7\u00e3o como membro consultivo do Tratado da Ant\u00e1rtica, com direito a voz ativa nas decis\u00f5es sobre o futuro do continente. Ao retornar \u00e0 Esta\u00e7\u00e3o, o Contra-Almirante Elkfury destacou a dimens\u00e3o alcan\u00e7ada pelo Programa.<\/p>\n<figure class=\"bg-light p-3 p-md-5 my-3 rounded\">\n<blockquote class=\"blockquote\"><p>\u201cJ\u00e1 passamos por momentos cr\u00edticos, mas daquelas cinzas surgiu uma F\u00eanix, que \u00e9 essa esta\u00e7\u00e3o maravilhosa. \u00c9 emocionante perceber o quanto progredimos desde aquele in\u00edcio\u201d, disse.<\/p><\/blockquote>\n<\/figure>\n<p class=\"text-align-justify\">Sob a \u00f3tica da geopol\u00edtica, o Comandante da Marinha destacou que a presen\u00e7a brasileira no continente est\u00e1 alinhada \u00e0 Estrat\u00e9gia Nacional de Defesa (END) e ao desenvolvimento cient\u00edfico nacional: \u201cA END atribui como \u00e1rea priorit\u00e1ria de interesse do Estado brasileiro o entorno estrat\u00e9gico, que envolve a costa ocidental da \u00c1frica, a Ant\u00e1rtica, o Caribe e a Am\u00e9rica do Sul. Mas h\u00e1 outras atribui\u00e7\u00f5es decorrentes de documentos de alto n\u00edvel (&#8230;) em que a vertente de desenvolvimento cient\u00edfico-tecnol\u00f3gico \u00e9 essencial, n\u00e3o s\u00f3 para uma maior autonomia na tecnologia de defesa, mas tamb\u00e9m para propiciar ao povo brasileiro melhores condi\u00e7\u00f5es de prosperidade\u201d, destacou o Almirante Olsen.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">A visita das autoridades tamb\u00e9m refor\u00e7a o car\u00e1ter interministerial do PROANTAR, que integra Defesa, Ci\u00eancia e Tecnologia em um esfor\u00e7o coordenado para produzir conhecimento estrat\u00e9gico. Para o Almirante de Esquadra Olsen, isso tamb\u00e9m motiva a mentalidade mar\u00edtima nacional.<\/p>\n<figure class=\"bg-light p-3 p-md-5 my-3 rounded\">\n<blockquote class=\"blockquote\"><p>\u201cN\u00f3s ainda temos uma sociedade pouco atenta para o uso do mar, e o Brasil \u00e9 invi\u00e1vel sem o mar. As atividades mar\u00edtimas t\u00eam se desenvolvido nos \u00faltimos anos de maneira exponencial, at\u00e9 pelo incentivo do Governo \u00e0 constru\u00e7\u00e3o naval e uma s\u00e9rie de pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas para o mar. Ent\u00e3o, a presen\u00e7a das personalidades objetiva mais do que a Esta\u00e7\u00e3o Ant\u00e1rtica propriamente dita, permite ter um pouco da consci\u00eancia mar\u00edtima que estimo t\u00e3o carente na sociedade brasileira\u201d, analisou.<\/p><\/blockquote>\n<\/figure>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<h5 class=\"text-align-justify\">Ci\u00eancia que navega: o protagonismo dos navios<\/h5>\n<p class=\"text-align-justify\">Reconstru\u00edda e reinaugurada em 2020, ap\u00f3s um inc\u00eandio em 2012, a esta\u00e7\u00e3o abriga laborat\u00f3rios modernos e infraestrutura para apoiar pesquisas de ponta em \u00e1reas que envolvam mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, oceanografia, biologia marinha, fisiologia, glaciologia e geoci\u00eancias. E se a EACF \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o f\u00edsico do PROANTAR, os navios da MB s\u00e3o suas art\u00e9rias. Atualmente, o Programa conta com dois meios navais empregados no ambiente ant\u00e1rtico: o Navio de Apoio Oceanogr\u00e1fico \u201cAry Rongel\u201d e o Navio Polar \u201cAlmirante Maximiano\u201d.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">De acordo com o Comandante do Navio Polar \u201cAlmirante Maximiano\u201d, Capit\u00e3o de Mar e Guerra Carlos Eduardo Navazio de Oliveira da Silva, a atua\u00e7\u00e3o se divide em dois grandes eixos: log\u00edstica e ci\u00eancia.<\/p>\n<figure class=\"bg-light p-3 p-md-5 my-3 rounded\">\n<blockquote class=\"blockquote\"><p>Na \u00e1rea log\u00edstica, somos respons\u00e1veis por prover a nossa Esta\u00e7\u00e3o Ant\u00e1rtica Comandante Ferraz de insumos de toda sorte, desde combust\u00edvel a g\u00eaneros aliment\u00edcios, sobressalentes e maquin\u00e1rio, al\u00e9m de transportar para o Brasil equipamentos que necessitam de manuten\u00e7\u00e3o\u201d, explicou.<\/p><\/blockquote>\n<\/figure>\n<p class=\"text-align-justify\">J\u00e1 no campo cient\u00edfico, os n\u00fameros demonstram a magnitude da contribui\u00e7\u00e3o naval: cerca de 40% da pesquisa cient\u00edfica brasileira realizada na Ant\u00e1rtica ocorre a partir dos navios. \u201cEspecificamente, o \u2018Almirante Maximiano\u2019 concentra aproximadamente 80% dessa pesquisa embarcada\u201d, destacou o Oficial.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Nos \u00faltimos dois anos, aproximadamente 300 pesquisadores passaram pelo navio polar, apoiando mais de 20 projetos cient\u00edficos. A presen\u00e7a embarcada permite que a pesquisa brasileira ultrapasse os limites da esta\u00e7\u00e3o e alcance \u00e1reas remotas do Oceano Austral, ampliando o alcance e a relev\u00e2ncia dos estudos.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Por exemplo: durante a Opera\u00e7\u00e3o que est\u00e1 em curso, o Navio cruzou o C\u00edrculo Polar Ant\u00e1rtico e realizou pesquisas a mais de 400 milhas n\u00e1uticas (cerca de 700km) da esta\u00e7\u00e3o da Marinha.<\/p>\n<h5 class=\"text-align-justify\">Log\u00edstica complexa em ambiente extremo<\/h5>\n<p class=\"text-align-justify\">Operar na Ant\u00e1rtica exige planejamento e confiabilidade. Entre abril e setembro, os navios passam por rigorosos per\u00edodos de manuten\u00e7\u00e3o preventiva e corretiva, garantindo elevado grau de prontid\u00e3o antes do in\u00edcio da fase de ver\u00e3o das Opera\u00e7\u00f5es Ant\u00e1rticas (OPERANTAR), realizada entre novembro e mar\u00e7o. Al\u00e9m da robustez dos equipamentos \u2014 frequentemente em duplicidade para assegurar redund\u00e2ncia \u2014, os meios da Marinha s\u00e3o habilitados a navegar em \u00e1reas de gelo fragmentado, com espessura de at\u00e9 40 cent\u00edmetros, caracter\u00edstica t\u00edpica do ver\u00e3o ant\u00e1rtico.<\/p>\n<figure class=\"bg-light p-3 p-md-5 my-3 rounded\">\n<blockquote class=\"blockquote\"><p>O ambiente, por si s\u00f3, j\u00e1 traz um desafio enorme. \u00c9 o continente dos extremos: o mais frio, mais seco e mais ventoso. Al\u00e9m disso, h\u00e1 grandes varia\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas ao longo do mesmo dia\u201d, ressaltou o Comandante Navazio.<\/p><\/blockquote>\n<\/figure>\n<p class=\"text-align-justify\">Os per\u00edodos de perman\u00eancia cont\u00ednua no mar s\u00e3o longos. Na atual comiss\u00e3o, por exemplo, o \u201cAlmirante Maximiano\u201d permaneceu, em determinada ocasi\u00e3o, por 47 dias ininterruptos no mar. Em outra, 44. Esse esfor\u00e7o log\u00edstico se soma \u00e0 exig\u00eancia psicol\u00f3gica imposta \u00e0s tripula\u00e7\u00f5es, que atuam em ambiente confinado e in\u00f3spito por longos per\u00edodos.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<h5 class=\"text-align-justify\">Impacto para o Brasil<\/h5>\n<p class=\"text-align-justify\">As pesquisas desenvolvidas no \u00e2mbito do PROANTAR t\u00eam impacto direto no territ\u00f3rio brasileiro. Estudos sobre circula\u00e7\u00e3o oce\u00e2nica e atmosfera contribuem para o aprimoramento de modelos clim\u00e1ticos que influenciam previs\u00f5es de eventos extremos no Pa\u00eds. Pesquisas em biodiversidade e recursos marinhos ampliam o conhecimento sobre cadeias ecol\u00f3gicas que tamb\u00e9m afetam o Atl\u00e2ntico Sul.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Para o coordenador do Projeto COM-Antar, professor Ronaldo Adriano Christofoletti, a pesquisa realizada na Ant\u00e1rtica tem reflexos diretos na economia e no bem-estar da popula\u00e7\u00e3o. \u201cA ci\u00eancia \u00e9 a base da sociedade \u2014 da economia \u00e0 sa\u00fade das pessoas. No Programa Ant\u00e1rtico Brasileiro, estudamos como funciona a atmosfera em todos os seus n\u00edveis, as calotas polares, o oceano e a Amaz\u00f4nia Azul. A somat\u00f3ria dessas tr\u00eas coisas, por exemplo, regula o agroneg\u00f3cio brasileiro, as chuvas, e isso impacta na economia do Pa\u00eds, assim como a economia impacta no bolso das pessoas. Se olharmos todas as \u00e1reas que uma sociedade necessita, a ci\u00eancia est\u00e1 por tr\u00e1s. Ela salva vidas e traz qualidade de vida. Por isso devemos investir cada vez mais\u201d, disse.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">J\u00e1 a coordenadora t\u00e9cnica do Programa de Pesquisa em Ci\u00eancias Ambientais e do Mar do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) acredita que investir em pesquisa \u00e9 ampliar a soberania do Pa\u00eds. \u201cTodo pa\u00eds que tem um sistema tecnol\u00f3gico avan\u00e7ado e pesquisa de qualidade consegue contribuir para o desenvolvimento de sua na\u00e7\u00e3o. Na medida em que desenvolvemos ci\u00eancia e tecnologia de qualidade, deixamos de ser apenas consumidores de conhecimento e passamos a ser protagonistas no desenvolvimento nacional\u201d, afirmou Margareth Alves Carvalho.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Assim, ao celebrar os 40 anos da primeira invernada, a Marinha n\u00e3o apenas rememora uma conquista hist\u00f3rica, mas reafirma o papel da Defesa como indutora do desenvolvimento cient\u00edfico nacional. A integra\u00e7\u00e3o entre poder naval, comunidade acad\u00eamica e minist\u00e9rios consolida o PROANTAR como uma pol\u00edtica de Estado \u2014 essencial para a soberania, a ci\u00eancia e o futuro do Brasil.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<h5 class=\"text-align-justify\">Primeiro navio polar constru\u00eddo no Brasil<\/h5>\n<p class=\"text-align-justify\">No ano passado, a MB realizou a tradicional cerim\u00f4nia de batimento de quilha do Navio Polar (NPo) \u201cAlmirante Saldanha\u201d, no Estaleiro Jurong Aracruz, no Esp\u00edrito Santo \u2014 um marco simb\u00f3lico que representa o in\u00edcio efetivo da constru\u00e7\u00e3o da embarca\u00e7\u00e3o, posicionando um dos blocos principais que formam a \u201cespinha dorsal\u201d do navio e colocando uma moeda na estrutura correspondente \u00e0 quilha, em uma tradi\u00e7\u00e3o naval que simboliza sorte para o futuro da constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">O NPo \u201cAlmirante Saldanha\u201d ser\u00e1 o primeiro navio polar constru\u00eddo no Brasil, com entrega prevista para 2026, e foi concebido para substituir o atual Navio de Apoio Oceanogr\u00e1fico \u201cAry Rongel\u201d nas Opera\u00e7\u00f5es Ant\u00e1rticas. A nova embarca\u00e7\u00e3o ter\u00e1 cerca de 103 metros de comprimento, autonomia de 70 dias e capacidade para 95 tripulantes, incluindo pesquisadores, al\u00e9m de tecnologias avan\u00e7adas que permitir\u00e3o maior seguran\u00e7a nas opera\u00e7\u00f5es e mais efici\u00eancia no apoio log\u00edstico \u00e0 Esta\u00e7\u00e3o Ant\u00e1rtica Comandante Ferraz.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">A constru\u00e7\u00e3o do navio j\u00e1 gerou cerca de 600 empregos diretos e 6 mil indiretos, al\u00e9m de trazer importantes ganhos para a ind\u00fastria naval e a base tecnol\u00f3gica brasileira.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Marinha de Not\u00edcias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 40 anos, pesquisadores e militares da Marinha do Brasil (MB) permaneceram, pela primeira vez, na Esta\u00e7\u00e3o Ant\u00e1rtica Comandante Ferraz (EACF) durante todo o inverno&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":64304,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-64303","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64303","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=64303"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64303\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":64305,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64303\/revisions\/64305"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/64304"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=64303"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=64303"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=64303"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}