{"id":64281,"date":"2026-03-09T10:57:28","date_gmt":"2026-03-09T13:57:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=64281"},"modified":"2026-03-09T10:57:28","modified_gmt":"2026-03-09T13:57:28","slug":"independentes-de-og-lideram-investimentos-no-espirito-santo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/independentes-de-og-lideram-investimentos-no-espirito-santo\/","title":{"rendered":"Independentes de O&#038;G lideram investimentos no Esp\u00edrito Santo"},"content":{"rendered":"<p><span dir=\"auto\">Duas das tr\u00eas maiores empresas a investir no Esp\u00edrito Santo nos pr\u00f3ximos quatro anos s\u00e3o operadoras de petr\u00f3leo e g\u00e1s independentes. A informa\u00e7\u00e3o foi dada pelo gerente executivo da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores Independentes de Petr\u00f3leo e G\u00e1s (Abpip), Lucas de Mota Lima, durante o evento S\u00e3o Mateus \u00d3leo, G\u00e1s e Energia 2026 (Samog.e), realizado nos dias 4 e 5 desta semana no munic\u00edpio do Esp\u00edrito Santo.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">\u201cEssas empresas desempenham uma fun\u00e7\u00e3o vital da economia do estado do Esp\u00edrito Santo, disse o executivo da Abpip<\/span><span dir=\"auto\">, ap\u00f3s ter participado do evento.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Segundo a Abpip, o Esp\u00edrito Santo produziu em 2025 cerca de 210,5 mil boe\/de 4,96 milh\u00f5es de m\u00b3\/d de g\u00e1s natural, marcando uma retomada da produ\u00e7\u00e3o frente ao decl\u00ednio visto em 2022. O offshore segue com os volumes, cerca de 201,3 mil boe\/d, e o onshore com 9,2 mil boe\/d. No g\u00e1s natural, a produ\u00e7\u00e3o terrestre gira em torno de 0,12 milh\u00e3o de m\u00b3\/d, frente ao total estadual de quase 5 milh\u00f5es de m\u00b3\/d.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">A Petrobras permanece como principal operadora no estado, encerrando dezembro de 2025 com cerca de 190,4 mil boe\/d, aproximadamente 90% do total estadual em petr\u00f3leo equivalente, al\u00e9m de 4,36 milh\u00f5es de m\u00b3\/d de g\u00e1s natural.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Os operadores independentes, considerados de forma agregada, incluindo os associados da Abpip, encerraram dezembro de 2025 com aproximadamente 20,1 mil boe\/d no total, o que representa cerca de 10% do petr\u00f3leo equivalente estadual; e 0,60 milh\u00e3o de m\u00b3\/d de g\u00e1s natural, equivalente a aproximadamente 12% do g\u00e1s produzido no estado.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Considerando o crescimento da produ\u00e7\u00e3o independente n\u00e3o s\u00f3 no Esp\u00edrito Santo, mas no Brasil como um todo, Lucas v\u00ea uma tend\u00eancia de alta tamb\u00e9m para 2026. &#8220;N\u00f3s acreditamos que o ano de 2026 ainda permanecer\u00e1 com o crescimento das empresas independentes, com investimentos de recursos. Existe a\u00ed um plano de investimentos robusto a ser realizado pelas independentes&#8221;, afirmou.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Atualmente, operam no Esp\u00edrito Santo as empresas BGM, Brava Energia, BW Energy, Capixaba Energia, CNOOC, Elysian Petroleum, Imetame, Mandacaru Energia, Mangellan Energia, Origem Energia, Petrobras, Repsol, Seacrest e Vipetro.\u00a0<\/span><\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><span dir=\"auto\">Moderniza\u00e7\u00e3o do licenciamento ambiental e infraestruturas\u00a0<\/span><\/h2>\n<p><span dir=\"auto\">Lucas de Mota Lima tamb\u00e9m destacou a contribui\u00e7\u00e3o do ambiente regulat\u00f3rio do Esp\u00edrito Santo para o crescimento das independentes no estado. Ele deu como exemplo que a adequa\u00e7\u00e3o das normas de licenciamento ambiental no Esp\u00edrito Santo, j\u00e1 foram atualizadas de acordo com a Lei n\u00ba 15.190\/2025 (Lei Geral do Licenciamento Ambiental), que\u00a0\u00a0<\/span><strong><span dir=\"auto\">entrou em vigor no come\u00e7o de fevereiro deste ano<\/span><\/strong><span dir=\"auto\">\u00a0.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">\u201cHoje voc\u00ea tem uma lei de licenciamento ambiental moderna, e pode at\u00e9 ser considerada como\u00a0\u00a0<\/span><em><span dir=\"auto\">benchmarking<\/span><\/em><span dir=\"auto\">\u00a0\u00a0pro Brasil em rela\u00e7\u00e3o a outros estados, como o Rio Grande do Norte\u201d, explicou Lima.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Na sua avalia\u00e7\u00e3o, a lei no Esp\u00edrito Santo \u00e9 moderna e que o estado est\u00e1 sempre melhorando o marco ambiental, \u201cdando melhores condi\u00e7\u00f5es para a pr\u00e1tica produtora\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Outro ponto importante \u00e9 a infraestrutura, que Lima considera como positiva e que o estado vem \u201cfazendo o dever de casa\u201d. Al\u00e9m das rodovias, percebe-se novos portos sendo constru\u00eddos, interliga\u00e7\u00f5es de ferrovias com Minas Gerais e com a malha nacional.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">&#8220;Voc\u00ea est\u00e1 vendendo um conglomerado log\u00edstico: a parte de terminais, hidrovias, a parte a\u00e9rea. Tudo isso integrado e, de certa forma, torna o estado mais competitivo em termos de infraestrutura e atra\u00e7\u00e3o de investimentos, principalmente no norte do estado, onde est\u00e1 equipado com a produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo em terra&#8221;, disse o gerente executivo da Abpip.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Fonte:\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Revista Brasil Energia<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Duas das tr\u00eas maiores empresas a investir no Esp\u00edrito Santo nos pr\u00f3ximos quatro anos s\u00e3o operadoras de petr\u00f3leo e g\u00e1s independentes. 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