{"id":64123,"date":"2026-02-27T10:55:56","date_gmt":"2026-02-27T13:55:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=64123"},"modified":"2026-02-27T10:55:56","modified_gmt":"2026-02-27T13:55:56","slug":"estudo-revela-que-terminais-autorizados-lideraram-a-entrega-portuaria-em-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/estudo-revela-que-terminais-autorizados-lideraram-a-entrega-portuaria-em-2025\/","title":{"rendered":"Estudo revela que terminais autorizados lideraram a entrega portu\u00e1ria em 2025"},"content":{"rendered":"<p><span dir=\"auto\">Estudo apresentado pela Associa\u00e7\u00e3o de Terminais Portu\u00e1rios Privados (ATP) \u00e0 Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq) mostra que os terminais autorizados responderam por 64,6% de toda a movimenta\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria do Brasil e por 78,8% em portos interiores em 2025. De acordo com o levantamento, os Terminais de Uso Privado (TUP) registraram alta de 7% em suas opera\u00e7\u00f5es no ano passado, com 906,1 milh\u00f5es de toneladas movimentadas.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Segundo a ATP, h\u00e1 no Brasil 287 terminais autorizados, dos quais 221 est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o, sendo cerca de dois ter\u00e7os para entrega por via mar\u00edtima e aproximadamente um ter\u00e7o em \u00e1guas interiores. De acordo com o levantamento, os TUPs em rios movimentaram no ano passado 72 milh\u00f5es de toneladas, contra 19,3 milh\u00f5es nos portos organizados. Ainda segundo o levantamento, de 2010 a 2025 a alta de volume movimentado em terminais privados em \u00e1guas interiores chegou a 210%.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Segundo os dados da ATP, o aumento de 7% na movimenta\u00e7\u00e3o de cargas dos TUP em 2025 foi puxado por gran\u00e9is s\u00f3lidos, que registraram 538,1 milh\u00f5es de toneladas movimentadas e alta de 7,19%, gran\u00e9is l\u00edquidos e gasosos, com 271,7 milh\u00f5es de toneladas e eleva\u00e7\u00e3o de 7,87%, e carga conteinerizada, com 56,9 milh\u00f5es de toneladas e avan\u00e7o de 6,09%. As cargas com maior \u00edndice de crescimento no ano passado foram cimento, com 50,80%, coque de petr\u00f3leo, com 42,38%, fertilizantes, com 25,86%, soja, com 18,33%, e \u00f3leo de soja, com 17,95%.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Na lista dos terminais autorizados com maior aumento de volume movimentado, apareceram nas primeiras posi\u00e7\u00f5es em 2025 o TUP Vetorial Log\u00edstica, em Lad\u00e1rio, no Mato Grosso do Sul, com crescimento de 380,2%, o da Atem, em Bel\u00e9m, no Par\u00e1, com avan\u00e7o de 332,1%, e o Terminal da Granel Qu\u00edmica Lad\u00e1rio, tamb\u00e9m no Mato Grosso do Sul, que apresentou aumento de 274%.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">O estudo da ATP alerta que, apesar dos avan\u00e7os registrados, h\u00e1 problemas que afetam o setor, como os atrasos nos processos de licenciamento ambiental. De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o, eles devem \u00e0 judicializa\u00e7\u00e3o, morosidade administrativa, inclusive a Secretaria do Patrim\u00f4nio da Uni\u00e3o (SPU), e invas\u00f5es de \u00e1reas, al\u00e9m de efeitos remanescentes da pandemia de Covid-19.O presidente da entidade, Murillo Barbosa, disse que os n\u00fameros demonstram que os terminais autorizados s\u00e3o hoje pilares da log\u00edstica brasileira e que, al\u00e9m de ampliarem a capacidade operacional, geram desenvolvimento local, atraem investimentos e aumentam a competitividade do Brasil. Mas, segundo ele, \u00e9 preciso ainda superar gargalos regulat\u00f3rios e de licenciamento para que o setor continue crescendo.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Fonte:\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Revista Portos e Navios<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo apresentado pela Associa\u00e7\u00e3o de Terminais Portu\u00e1rios Privados (ATP) \u00e0 Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq) mostra que os terminais autorizados responderam por 64,6% de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":64124,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-64123","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64123","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=64123"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64123\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":64125,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64123\/revisions\/64125"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/64124"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=64123"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=64123"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=64123"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}