{"id":6369,"date":"2014-07-01T11:16:02","date_gmt":"2014-07-01T14:16:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=6369"},"modified":"2014-07-01T11:17:51","modified_gmt":"2014-07-01T14:17:51","slug":"licitacao-para-dragagem-de-manutencao-do-porto-de-santos-termina-sem-um-vencedor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/licitacao-para-dragagem-de-manutencao-do-porto-de-santos-termina-sem-um-vencedor\/","title":{"rendered":"Licita\u00e7\u00e3o para dragagem de manuten\u00e7\u00e3o do porto de Santos termina sem um vencedor"},"content":{"rendered":"<p>Pela segunda vez, a Secretaria de Portos (SEP) n\u00e3o conseguiu contratar uma empresa para a execu\u00e7\u00e3o das obras de dragagem de manuten\u00e7\u00e3o do canal de navega\u00e7\u00e3o (calha central), das bacias de acesso e dos ber\u00e7os do Porto de Santos. Isto porque tr\u00eas empresas apresentaram propostas acima do limite estabelecido pela pasta para o pagamento do servi\u00e7o. Agora, uma nova rodada de negocia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o acontecer\u00e1 na pr\u00f3xima ter\u00e7a-feira.<\/p>\n<p>Tr\u00eas participantes encaminharam propostas para a licita\u00e7\u00e3o promovida pela SEP, na manh\u00e3 de ontem. No entanto, os cons\u00f3rcios Dragagem Santos, Dragabras e Etesco-Tulipa apresentaram ofertas acima do valor or\u00e7ado pelo governo para a execu\u00e7\u00e3o da obra.<\/p>\n<p>A licita\u00e7\u00e3o da dragagem no Porto de Santos \u00e9 feita por Regime Diferenciado de Contrata\u00e7\u00e3o (RDC). Ele permite a negocia\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os quando eles est\u00e3o acima da proposta feita em edital.<\/p>\n<p>Antes do certame, a SEP estipulou um valor m\u00e1ximo para o pagamento do servi\u00e7o. No entanto, este valor n\u00e3o \u00e9 conhecido pelas concorrentes. Ap\u00f3s a an\u00e1lise dos documentos, cada cons\u00f3rcio apresentou o seu pre\u00e7o.<\/p>\n<p>O valor mais alto, R$ 640,9 milh\u00f5es, foi cobrado pelo cons\u00f3rcio Dragabras Servi\u00e7os de Dragagem. Em seguida, a segunda melhor oferta foi a do cons\u00f3rcio Etesco-Tulipa, que apresentou R$ 579 milh\u00f5es como lance.<\/p>\n<p>J\u00e1 o cons\u00f3rcio Dragagem Santos &#8211; Van Oord e Boskalis cobrou R$ 545 milh\u00f5es para a execu\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o. A partir da\u00ed, as tr\u00eas propostas foram encaminhadas para a segunda fase, a de disputas verbais, quando h\u00e1 a reavalia\u00e7\u00e3o dos lances. Mas, todos os concorrentes declinaram.<\/p>\n<p>Diante do resultado, a comiss\u00e3o de licita\u00e7\u00e3o se reunir\u00e1 com a inten\u00e7\u00e3o de encontrar alternativas para solucionar as diverg\u00eancias de custo. O mesmo aconteceu em abril, quando a SEP realizou o primeiro certame, tamb\u00e9m sem vencedor.<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, devido ao insucesso da licita\u00e7\u00e3o, a SEP realizou reuni\u00f5es com as empresas de dragagem para identificar as d\u00favidas que poderiam ter motivado o aumento dos custos do projeto. Os questionamentos foram encaminhados e a pasta adaptou alguns pontos no edital que foi relan\u00e7ado no dia 20 de maio.<\/p>\n<p><strong>Obra<\/strong><\/p>\n<p>O servi\u00e7o de dragagem a ser licitado envolve a retirada de sedimentos e a manuten\u00e7\u00e3o da profundidade obtida do canal de navega\u00e7\u00e3o (trecho central do estu\u00e1rio), das bacias de acesso (a \u00e1rea entre o canal de navega\u00e7\u00e3o e os ber\u00e7os, onde os navios podem ser manobrados antes de atracar) e dos ber\u00e7os de atraca\u00e7\u00e3o (pontos rentes ao cais onde permanecem os navios) do Porto. O canal e as bacias de acesso ter\u00e3o de apresentar entre 15,4 e 15,7 metros de fundura, enquanto os pontos de atraca\u00e7\u00e3o, de 7,6 a 15,7 metros, dependendo do local.<\/p>\n<p>Fonte: Tribuna Online\/Fernanda Balbino<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela segunda vez, a Secretaria de Portos (SEP) n\u00e3o conseguiu contratar uma empresa para a execu\u00e7\u00e3o das obras de dragagem de manuten\u00e7\u00e3o do canal de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":3259,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-6369","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6369","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6369"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6369\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6370,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6369\/revisions\/6370"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3259"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6369"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6369"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6369"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}