{"id":6366,"date":"2014-07-01T11:08:46","date_gmt":"2014-07-01T14:08:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=6366"},"modified":"2014-07-01T11:12:47","modified_gmt":"2014-07-01T14:12:47","slug":"expedicao-monitora-infraestrutura-logistica-portuaria-em-santarem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/expedicao-monitora-infraestrutura-logistica-portuaria-em-santarem\/","title":{"rendered":"Expedi\u00e7\u00e3o monitora infraestrutura log\u00edstica portu\u00e1ria em Santar\u00e9m"},"content":{"rendered":"<p>A Expedi\u00e7\u00e3o Safra, que monitora a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os no Brasil e no mundo, esteve em Santar\u00e9m, oeste do Par\u00e1), para avaliar a infraestrutura log\u00edstica portu\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os para outros estados do Brasil e outros pa\u00edses. O porto de Miritituba, em Itaituba, tamb\u00e9m foi visitado.<\/p>\n<p>De acordo com o coordenador da expedi\u00e7\u00e3o, Gilson Ferreira, Santar\u00e9m \u00e9 fundamental na estrat\u00e9gia log\u00edstica do agroneg\u00f3cio nacional, principalmente porque deve aumentar a capacidade de escoamento. \u201cSantar\u00e9m teve problemas ambientais, diminuindo de 90 mil para 20 mil hectares. Depois de os problemas resolvidos pelo controle de governo e ONGs, a cidade deve recuperar parte da \u00e1rea. Hoje, j\u00e1 estamos com 70 mil hectares, respeitando todas as regras\u201d, informou. Os n\u00fameros correspondem, segundo Ferreira, aos munic\u00edpios de Santar\u00e9m, Moju\u00ed dos Campos e Belterra. \u201cA gente acredita que Santar\u00e9m vai recuperar e passar os 90 mil&#8221;, completa.<\/p>\n<p>Equipe apresenta mapa log\u00edstico da Expedi\u00e7\u00e3o Safra no Brasil em reuni\u00e3o com diretoria da Cargill, no Porto de Santar\u00e9m (Foto: Gilson Ferreira)<\/p>\n<p>De acordo com Ferreira, a equipe acredita que, em 10 anos, entre Santar\u00e9m e Miritituba devem passar mais de 20 milh\u00f5es de toneladas de gr\u00e3os vindos de outros estados, da produ\u00e7\u00e3o brasileira para exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Pesquisa t\u00e9cnico-jornal\u00edstica<\/strong><\/p>\n<p>A Expedi\u00e7\u00e3o Safra ampliou a sondagem de campo e desembarcou no chamado &#8216;Arco Norte&#8217;, regi\u00e3o que \u00e9 formada pelos estados do Amap\u00e1, Par\u00e1, Roraima, Amazonas, Acre e Maranh\u00e3o, e que concentra importantes obras log\u00edsticas que impactam diretamente o agroneg\u00f3cio do Brasil.<\/p>\n<p>T\u00e9cnicos e jornalistas conferem o potencial de exporta\u00e7\u00e3o e verificam a evolu\u00e7\u00e3o das obras de amplia\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de novos terminais de embarque. O ponto de partida foi o Par\u00e1, onde os t\u00e9cnicos e jornalistas acompanharam os embarques em Santar\u00e9m e Miritituba, localidades em que as mercadorias s\u00e3o transportadas em barca\u00e7as pelos rios Tapaj\u00f3s e Amazonas.<\/p>\n<p>Do Par\u00e1, a equipe seguiu para Manaus e Itacoatiara, no Amazonas, onde visitam \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os. \u201cO destaque \u00e9 Roraima. O estado do extremo Norte cumpre o mesmo calend\u00e1rio agr\u00edcola dos Estados Unidos, ao contr\u00e1rio do restante do Brasil\u201d, lembra o coordenador.<\/p>\n<p>Fonte: Do G1 Santar\u00e9m<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Expedi\u00e7\u00e3o Safra, que monitora a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os no Brasil e no mundo, esteve em Santar\u00e9m, oeste do Par\u00e1), para avaliar a infraestrutura log\u00edstica&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":6368,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-6366","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6366","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6366"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6366\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6367,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6366\/revisions\/6367"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6368"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6366"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6366"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6366"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}