{"id":63231,"date":"2026-01-06T10:58:10","date_gmt":"2026-01-06T13:58:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=63231"},"modified":"2026-01-06T10:59:25","modified_gmt":"2026-01-06T13:59:25","slug":"india-anuncia-subsidios-de-15-a-25-para-impulsionar-industria-naval","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/india-anuncia-subsidios-de-15-a-25-para-impulsionar-industria-naval\/","title":{"rendered":"\u00cdndia anuncia subs\u00eddios de 15 a 25% para impulsionar ind\u00fastria naval"},"content":{"rendered":"<p>O governo indiano anunciou em 29 de dezembro que vai destinar cerca de 4,9 bilh\u00f5es de d\u00f3lares para fomentar as ind\u00fastrias de constru\u00e7\u00e3o naval e o transporte mar\u00edtimo no pa\u00eds. As diretrizes b\u00e1sicas para a promo\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria naval foram anunciadas em setembro, com a justificativa de que o objetivo \u00e9 tornar o pa\u00eds uma das 10 maiores pot\u00eancias navais do mundo at\u00e9 2030. A participa\u00e7\u00e3o da \u00cdndia atualmente no mercado global de constru\u00e7\u00e3o naval \u00e9 de 0,06%.<\/p>\n<p>Agora, o governo apresentou orienta\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, informando que dar\u00e1 subs\u00eddios para a constru\u00e7\u00e3o de navios e instala\u00e7\u00e3o de estaleiros na \u00cdndia. H\u00e1 expectativa de que sejam beneficiadas tamb\u00e9m empresas de constru\u00e7\u00e3o naval sul-coreanas, incluindo a HD Hyundai, selecionada como parceira indiana no setor.<\/p>\n<p>Segundo as informa\u00e7\u00f5es divulgadas em 29 de dezembro, os principais pontos das diretrizes s\u00e3o apoio financeiro para cobrir os custos de constru\u00e7\u00e3o naval e para auxiliar na instala\u00e7\u00e3o ou expans\u00e3o de estaleiros. O governo indiano vai oferecer at\u00e9 mar\u00e7o de 2036 subs\u00eddio de 15% a 25% dos custos de constru\u00e7\u00e3o, dependendo do tipo de navio, caso sejam constru\u00eddos em estaleiros nacionais.<\/p>\n<p>Navios VLCC (Very Large Crude Carrier), superpetroleiros para transporte de petr\u00f3leo bruto, e grandes embarca\u00e7\u00f5es da classe Suezmax foram inclu\u00eddos nos poss\u00edveis beneficiados pelos subs\u00eddios. A \u00cdndia, terceiro maior importador de petr\u00f3leo do mundo, planeja encomendar 267 navios, incluindo petroleiros, at\u00e9 2047 para impulsionar a ind\u00fastria naval.<\/p>\n<p>Originalmente, as encomendas de navios eleg\u00edveis para subs\u00eddios seriam submetidas a licita\u00e7\u00e3o competitiva entre v\u00e1rios estaleiros, mas contratos diretos com estaleiros espec\u00edficos, chamados contratos designados, tamb\u00e9m foram permitidos. Al\u00e9m disso, o apoio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o naval ser\u00e1 ampliado, e as regulamenta\u00e7\u00f5es que impediam o recebimento simult\u00e2neo de verbas de apoio dos governos central e estaduais foram revogadas.<\/p>\n<p>Com o an\u00fancio dessa pol\u00edtica, espera-se que a HD Hyundai, a construtora naval que mais rapidamente se mobilizou para estabelecer um novo estaleiro no estado de Tamil Nadu, no sul da \u00cdndia, ganhe impulso em seus neg\u00f3cios. Para as empresas sul-coreanas, os maiores riscos para se instalar no pa\u00eds eram os custos iniciais de investimento e a falta de garantia de volumes de encomendas.<\/p>\n<p>Analistas afirmam que as medidas de apoio do governo indiano ser\u00e3o de grande ajuda. Uma fonte ligada ao setor de constru\u00e7\u00e3o naval coreano explicou que a \u00cdndia garantiu a demanda por navios encomendados internamente. Al\u00e9m disso, como os custos de m\u00e3o de obra indiana s\u00e3o considerados baixos, os estaleiros sul-coreanos avaliam que, gra\u00e7as \u00e0 coopera\u00e7\u00e3o com a \u00cdndia, poderiam competir com os concorrentes chineses.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governo indiano anunciou em 29 de dezembro que vai destinar cerca de 4,9 bilh\u00f5es de d\u00f3lares para fomentar as ind\u00fastrias de constru\u00e7\u00e3o naval e&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":63232,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-63231","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63231","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=63231"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63231\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":63233,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63231\/revisions\/63233"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/63232"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=63231"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=63231"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=63231"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}