{"id":63104,"date":"2025-12-19T11:07:07","date_gmt":"2025-12-19T14:07:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=63104"},"modified":"2025-12-19T11:07:07","modified_gmt":"2025-12-19T14:07:07","slug":"frota-de-apoio-em-ajb-volta-a-crescer-e-totaliza-472-embarcacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/frota-de-apoio-em-ajb-volta-a-crescer-e-totaliza-472-embarcacoes\/","title":{"rendered":"Frota de apoio em AJB volta a crescer e totaliza 472 embarca\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><span dir=\"auto\">Ap\u00f3s um per\u00edodo de maior estabilidade, a frota de apoio mar\u00edtimo em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras (AJB) voltou a crescer em novembro e totalizou 472 embarca\u00e7\u00f5es \u2014 9 unidades a mais do que em outubro e 19 unidades a mais do que em novembro de 2024. De acordo com o relat\u00f3rio mais recente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas de Apoio Mar\u00edtimo (Abeam) e do Sindicato Nacional das Empresas de Navega\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima (Syndarma), 382 correspondiam a unidades de bandeira brasileira e 90 de bandeira estrangeira, na posi\u00e7\u00e3o de novembro de 2025. No mesmo m\u00eas do ano passado, a frota era composta por 382 embarca\u00e7\u00f5es de bandeira nacional e 71 estrangeiras.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2015, quando a demanda come\u00e7ou a ser impactada pela retra\u00e7\u00e3o no setor de petr\u00f3leo e g\u00e1s, foram desmobilizadas 214 embarca\u00e7\u00f5es de bandeira estrangeira e acrescentadas 118 de bandeira brasileira. Cerca de 99 embarca\u00e7\u00f5es, originalmente de bandeira estrangeira, tiveram suas bandeiras trocadas para o pavilh\u00e3o nacional nesse per\u00edodo.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Em novembro, as embarca\u00e7\u00f5es com bandeira nacional representam 81% da frota de apoio offshore, enquanto 19% correspondem \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es de apoio com bandeiras estrangeiras. Nos meses anteriores, os percentuais de participa\u00e7\u00e3o da bandeira nacional na atividade oscilaram entre 82% e 84%. Em outubro eram 82% nacionais e 18% estrangeiros.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">A frota de apoio em outubro tinha 381 unidades de bandeira nacional e 82 estrangeiras. Em setembro, eram 386 unidades de bandeira brasileira e 77 de bandeiras estrangeiras. Em agosto, 387 de bandeira brasileira e 74 de bandeiras de outros pa\u00edses. Em julho, o levantamento Syndarma\/Abeam havia identificado 463 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 386 de bandeira brasileira e 77 de bandeiras estrangeiras.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Em junho, foram 385 de bandeira brasileira e 79 de bandeiras estrangeiras. Em maio, havia 385 de bandeira brasileira e 79 de bandeiras estrangeiras, totalizando 464 unidades. Em abril, havia 386 de bandeira brasileira e 76 de bandeira estrangeira. Em mar\u00e7o, o levantamento Syndarma\/Abeam havia identificado 459 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 386 de bandeira brasileira e 73 de bandeiras estrangeiras. Em janeiro e em fevereiro, tamb\u00e9m foram 459 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 382 de bandeira brasileira e 77 de bandeiras estrangeiras.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, a frota em novembro era composta por 43% de PSVs (transporte de suprimentos) e OSRVs (combate ao derramamento de \u00f3leo), totalizando 203, a mesma quantidade de barcos do m\u00eas anterior. Os AHTS (manuseio de \u00e2ncoras) somaram 69 unidades no per\u00edodo (14%), cinco unidades a mais do que em outubro.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Outros 13% eram LHs (manuseio de linhas e amarra\u00e7\u00f5es) e SVs (mini supridores), que inclu\u00edam 63 barcos, enquanto 34 eram RSVs (embarca\u00e7\u00f5es equipadas com rob\u00f4s), 22 barcos de apoio eram FSVs (supridores de cargas r\u00e1pidas) e barcos de tripula\u00e7\u00e3o (transporte de tripulantes), 16 MPSVs (multiprop\u00f3sito) e CSVs (apoio a constru\u00e7\u00e3o offshore), al\u00e9m de 22 PLSVs (lan\u00e7amento de linhas).<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Nas edi\u00e7\u00f5es anteriores, o Syndarma\/Abeam promoveu reclassifica\u00e7\u00f5es do tipo de alguns embarques em virtude da incorpora\u00e7\u00e3o de equipamentos que ensejaram altera\u00e7\u00e3o da atividade principal desenvolvida pelo embarque, ou por novos agrupamentos por tipos de embarque. \u201cEstas reclassifica\u00e7\u00f5es e agrupamentos n\u00e3o resultaram na adi\u00e7\u00e3o ou subtra\u00e7\u00e3o de embarques, portanto sem impacto no total de embarques em rela\u00e7\u00e3o ao relat\u00f3rio anterior\u201d, ressaltou a entidade.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">A Bram Offshore\/Alfanave, do grupo norte-americano Edison Chouest, permanece como a empresa de navega\u00e7\u00e3o com mais embarca\u00e7\u00f5es em opera\u00e7\u00e3o, ou aguardando contratado, com 78 unidades (11 estrangeiras), seguida pela CBO, que opera 45 barcos de apoio com bandeira brasileira. A OceanPact e a DOF\/Norskan aparecem na sequ\u00eancia, respectivamente, com 28 (duas estrangeiras) e 27 (18 de bandeira brasileira e 9 estrangeiras), seguidas pela Starnav com 25 de bandeira brasileira e duas estrangeiras.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Segundo o relat\u00f3rio, a Tranship aparece com 27 barcos de apoio, sendo apenas uma de bandeira brasileira. A Wilson Sons Ultratug (WSUT), com 23 embarca\u00e7\u00f5es (22 de bandeira brasileira), vem logo em seguida. A Camorim vem com 18 unidades, das quais 17 unidades de bandeira brasileira e uma de bandeira estrangeira.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">A frota da Bram\/Alfanave, segundo o relat\u00f3rio, conta com 49 PSVs\/OSRVs, 12 AHTS, 9 RSVs, 4 WSV(estimula\u00e7\u00e3o de po\u00e7os) e 3 CSV\/MPSVs (multi-fun\u00e7\u00e3o), entre outras embarca\u00e7\u00f5es. A CBO e a DOF\/Norskan \u00e9 uma empresa de apoio offshore que, em novembro, tinha mais AHTS: 13 embarca\u00e7\u00f5es desse tipo. A Tranship permanece como a empresa com mais embarca\u00e7\u00f5es LH\/SV: 23 unidades, seguidas pela Camorim, que tem 15 unidades com essas especifica\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Nem todas as unidades envolvidas na publica\u00e7\u00e3o est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o, pois o relat\u00f3rio inclui embarca\u00e7\u00f5es que podem ou n\u00e3o estar amparadas por contratos, estar no mercado local, em manuten\u00e7\u00e3o ou fora de opera\u00e7\u00e3o. O relat\u00f3rio n\u00e3o considera embarca\u00e7\u00f5es dos tipos lanchas, pesquisa, nem embarca\u00e7\u00f5es com porte inferior a 100 TPB ou BHP inferiores a 1.000. Os dados foram obtidos em conjunto com a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq), a Diretoria de Portos e Costas da Marinha (DPC), publica\u00e7\u00f5es especializadas e informa\u00e7\u00f5es das empresas.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Fonte:\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Revista Portos e Navios<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s um per\u00edodo de maior estabilidade, a frota de apoio mar\u00edtimo em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras (AJB) voltou a crescer em novembro e totalizou 472 embarca\u00e7\u00f5es&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":63105,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-63104","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63104","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=63104"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63104\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":63106,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63104\/revisions\/63106"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/63105"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=63104"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=63104"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=63104"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}