{"id":62349,"date":"2025-11-19T11:00:10","date_gmt":"2025-11-19T14:00:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=62349"},"modified":"2025-11-19T11:00:10","modified_gmt":"2025-11-19T14:00:10","slug":"portos-do-sudeste-batem-recorde-e-atingem-1867-milhoes-de-toneladas-no-3o-trimestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/portos-do-sudeste-batem-recorde-e-atingem-1867-milhoes-de-toneladas-no-3o-trimestre\/","title":{"rendered":"Portos do Sudeste batem recorde e atingem 186,7 milh\u00f5es de toneladas no 3\u00ba Trimestre"},"content":{"rendered":"<p>A movimenta\u00e7\u00e3o de cargas nos portos da Regi\u00e3o Sudeste atingiu o recorde hist\u00f3rico de 186,7 milh\u00f5es de toneladas no terceiro trimestre de 2025 (de julho a setembro), um crescimento expressivo de 9,10% em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano anterior. De acordo com dados do estat\u00edstico da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq), o desempenho foi liderado pela opera\u00e7\u00e3o dos Terminais Autorizados (TUPs) e pela forte demanda por commodities de granel, especialmente petr\u00f3leo e min\u00e9rio de ferro.<\/p>\n<p>O principal motor do crescimento foram os Terminais Autorizados (privados), que viram sua movimenta\u00e7\u00e3o saltar 13,60%, atingindo 124,5 milh\u00f5es de toneladas. Em contrapartida, os Portos Organizados (p\u00fablicos) registraram um crescimento mais modesto de 1,09%, totalizando 62,2 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>O desempenho recorde da regi\u00e3o foi ancorado por terminais especializados em commodities. O Terminal de Petr\u00f3leo (TPET\/TOIL) em A\u00e7u (RJ) foi o principal destaque, com um crescimento de 38,06%, atingindo 17,8 milh\u00f5es de toneladas. O Terminal Aquavi\u00e1rio de Angra dos Reis (RJ) n\u00e3o ficou atr\u00e1s, crescendo 25,34% (18,8 milh\u00f5es de toneladas). Juntos, esses dois terminais, focados em petr\u00f3leo bruto, foram os principais respons\u00e1veis pela alta no granel l\u00edquido.<\/p>\n<p>Este crescimento representa uma acelera\u00e7\u00e3o significativa em rela\u00e7\u00e3o aos \u00faltimos anos, superando um patamar que se mostrava est\u00e1vel. No terceiro trimestre de 2023, a movimenta\u00e7\u00e3o foi de 170,9 milh\u00f5es de toneladas, e no mesmo per\u00edodo de 2024, de 171,1 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o recorde hist\u00f3rico \u00e9 a prova de uma gest\u00e3o voltada para a efici\u00eancia e a integra\u00e7\u00e3o log\u00edstica. \u201cO crescimento no Sudeste, impulsionado pela performance dos terminais privados, mostra que a moderniza\u00e7\u00e3o e a confian\u00e7a do investidor est\u00e3o colocando o Brasil em um novo patamar de competitividade global\u201d, destacou o ministro.<\/p>\n<p><strong>Desempenho dos Portos P\u00fablicos<\/strong><br \/>\nOs Portos Organizados (p\u00fablicos) mantiveram sua posi\u00e7\u00e3o como pilares estrat\u00e9gicos para a economia nacional, movimentando um total de 62,2 milh\u00f5es de toneladas no trimestre. O Porto de Santos (SP) continua sendo o maior complexo portu\u00e1rio da regi\u00e3o, sendo respons\u00e1vel por 38,4 milh\u00f5es de toneladas e registrando um crescimento de 2,68%.<\/p>\n<p>O destaque em Santos foi o dinamismo no mercado interno, onde a movimenta\u00e7\u00e3o de cabotagem cresceu expressivos 22,54%, impulsionada por cont\u00eaineres e outras cargas. O Porto de Itagua\u00ed (RJ), focado em min\u00e9rio de ferro, manteve seu patamar robusto com 17,3 milh\u00f5es de toneladas, apresentando apenas uma leve varia\u00e7\u00e3o negativa de -1,4% em rela\u00e7\u00e3o ao forte desempenho do ano anterior.<\/p>\n<p>Fonte: Minist\u00e9rio de Portos e Aeroportos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A movimenta\u00e7\u00e3o de cargas nos portos da Regi\u00e3o Sudeste atingiu o recorde hist\u00f3rico de 186,7 milh\u00f5es de toneladas no terceiro trimestre de 2025 (de julho&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":62350,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-62349","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62349","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=62349"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62349\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":62351,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62349\/revisions\/62351"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/62350"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=62349"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=62349"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=62349"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}