{"id":62330,"date":"2025-11-18T09:28:47","date_gmt":"2025-11-18T12:28:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=62330"},"modified":"2025-11-18T09:28:47","modified_gmt":"2025-11-18T12:28:47","slug":"cabotagem-avanca-no-nordeste-com-novas-linhas-e-custo-menor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/cabotagem-avanca-no-nordeste-com-novas-linhas-e-custo-menor\/","title":{"rendered":"Cabotagem avan\u00e7a no Nordeste com novas linhas e custo menor"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"68\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Custo menor de transporte e a amplia\u00e7\u00e3o de escalas mar\u00edtimas, entre outros fatores, t\u00eam feito a cabotagem avan\u00e7ar no Nordeste. Segundo operadores, h\u00e1 cada vez mais ades\u00e3o essa modalidade de transporte, bem presente nos portos de Pec\u00e9m (CE) e Suape (PE), dois dos mais importantes da regi\u00e3o, onde 82% e 72% dos cont\u00eaineres movimentados, respectivamente, s\u00e3o por cabotagem, de acordo com a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"82\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">E h\u00e1 espa\u00e7o para crescimento. Uma pesquisa da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) indica que menos de um ter\u00e7o das ind\u00fastrias do Nordeste utilizam o modal. Mesmo assim, impulsionado pela posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica da regi\u00e3o, o transporte de volumes consider\u00e1veis de mercadorias de alto valor agregado (eletr\u00f4nicos e produtos industrializados) e de consumo (alimentos, bebidas, vestu\u00e1rio) por embarca\u00e7\u00f5es que fazem a navega\u00e7\u00e3o costeira no Nordeste saltou de 8,94 milh\u00f5es de toneladas, em 2021, para pouco mais de 10 milh\u00f5es de toneladas em 2024.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"50\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Luis Fernando Resano, diretor-executivo da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac), defende que esse avan\u00e7o se deve tamb\u00e9m ao menor custo para dist\u00e2ncias acima de 1,5 mil km. O modal ainda \u00e9 considerado mais seguro, com \u00edndice de roubo praticamente nulo, e tem oferta de servi\u00e7o porta a porta.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"73\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u201cQuando se avalia o impacto econ\u00f4mico da cabotagem, \u00e9 importante considerar que a redu\u00e7\u00e3o de custos n\u00e3o se limita ao valor do frete, mas a toda efici\u00eancia gerada pelo modelo mar\u00edtimo\u201d, diz Felipe Gurgel, diretor comercial da Log-In Log\u00edstica Integrada, que atua na regi\u00e3o. Segundo ele, o modal traz ganhos em previsibilidade, seguran\u00e7a e controle operacional, com menor incid\u00eancia de avarias, redu\u00e7\u00e3o de riscos log\u00edsticos e, em consequ\u00eancia, redu\u00e7\u00e3o nos custos de seguros.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles quote\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"63\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A empresa registrou crescimento de 36% no volume de cargas destinadas aos portos nordestinos entre 2021 e 2024, reflexo de um relativo fortalecimento da infraestrutura portu\u00e1ria e de uma maior ades\u00e3o das empresas locais a esse modal. Gurgel afirma que, desde 2023, cerca de 68,5% de toda a carga movimentada pela companhia por cabotagem teve origem ou destino entre os portos da regi\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"64\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Ainda h\u00e1 entraves, por\u00e9m. Segundo a CNI, empres\u00e1rios locais citam principalmente incompatibilidade geogr\u00e1fica com rotas existentes (45%), indisponibilidade de servi\u00e7os regulares (39%), tempo de tr\u00e2nsito elevado (15%) e dist\u00e2ncia entre f\u00e1bricas e portos (15%). Infraestrutura portu\u00e1ria insuficiente, qualidade de estradas que prejudicam o acesso aos terminais e limitada integra\u00e7\u00e3o multimodal, que aumentam custos e tempo de transporte, tamb\u00e9m s\u00e3o citados como parte dos problemas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\">\n<div class=\"tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload\" data-id=\"banner_materia2\">A Log-In recentemente lan\u00e7ou uma nova escala em Suape, ampliando a capacidade de atendimento, e a Alian\u00e7a Navega\u00e7\u00e3o &amp; Log\u00edstica destaca que a movimenta\u00e7\u00e3o no porto dever\u00e1 ficar ainda maior com o in\u00edcio das opera\u00e7\u00f5es da APM Terminals Suape, primeiro porto 100% eletrificado da Am\u00e9rica Latina, que entrar\u00e1 em opera\u00e7\u00e3o no segundo semestre de 2026. Suape bateu recorde nos primeiros sete meses do ano, com pouco mais de 389 mil TEU\u2019s (unidade de medida para a capacidade de carga de cont\u00eaineres mar\u00edtimos) movimentados.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"76\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u201cCom localiza\u00e7\u00e3o privilegiada, infraestrutura modernizada e eletrificada e uso de tecnologia de ponta e solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis, o terminal ser\u00e1 ponto-chave na integra\u00e7\u00e3o das cadeias produtivas do Nordeste\u201d, diz Jos\u00e9 Roberto Duque, diretor comercial da Alian\u00e7a Navega\u00e7\u00e3o &amp; Log\u00edstica. \u201cPara que a cabotagem seja mais utilizada no Nordeste, \u00e9 necess\u00e1rio avan\u00e7ar em investimentos em infraestrutura, ampliar linhas, reduzir custos e burocracia e fortalecer a integra\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e log\u00edstica, garantindo maior competitividade e efici\u00eancia frente a outros modais\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div data-track-category=\"multicontent\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"view\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"73\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Duque completa afirmando que a moderniza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica dos terminais tem ritmo desigual, com poucos portos totalmente automatizados ou eletrificados. Gurgel, da Log-In, cita ainda os custos operacionais elevados nos portos da regi\u00e3o. O executivo, por outro lado, afirma que o programa BR do Mar, do governo federal, tem contribu\u00eddo para a expans\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es. A companhia, afirma, aumentou sua capacidade ofertada na regi\u00e3o em mais de 75% desde que o programa foi lan\u00e7ado.<\/p>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Fonte: Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Custo menor de transporte e a amplia\u00e7\u00e3o de escalas mar\u00edtimas, entre outros fatores, t\u00eam feito a cabotagem avan\u00e7ar no Nordeste. 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